Como conseguir uma promoção no meu trabalho?

Como conseguir uma promoção no meu trabalho?

Depois da contratação, a meta de muitas pessoas passa a ser a promoção dentro da empresa. Para a organização, esse pensamento materializa a sua vontade de se desenvolver, contribuir e, também, a dedicação ao trabalho.

O desempenho individual do colaborador é o ponto chave para que a promoção ocorra. Devem ser alinhados a força de vontade, o relacionamento com os outros colaboradores e os resultados entregues.

Para saber como colocar isso em prática e conseguir melhorar seu desempenho no trabalho para ser promovido, confira as dicas a seguir!

1- Entenda os processos da organização

O primeiro passo é entender como funciona o processo de promoção dentro da organização. Esse acontecimento raramente depende exclusivamente do comportamento e do desempenho de um colaborador. Por isso, é importante que você saiba o organograma da empresa, ou seja, a distribuição de cargos.

Além disso, procure saber sobre as projeções de expansão e verifique se o cargo que você almeja é possível de surgir uma vaga nos próximos meses ou anos.

2- Preze pelo seu desenvolvimento constante

Quando o seu foco é a promoção, é muito importante saber quais são as competências que você precisa desenvolver para que esteja pronto (a) para o cargo. Ou seja, sempre converse com pessoas que já o ocuparam, peça orientações e saiba como elas se prepararam.

É nesse momento que os Feedbacks evidenciam mais ainda a sua importância. Ouça com muita atenção todos os pontos que seus colegas de trabalha dizem que podem ser melhorados. E mais do que isso, trace ações para que esse desenvolvimento realmente aconteça. Somado a isso, peça feedbacks para saber se ele está sendo efetivo e provocando as mudanças necessárias.

3- Sempre tome iniciativa

Aqueles que mais se entregam ao trabalham, são potencialmente mais notados. Por isso, além das suas atividades cotidianas busque também demandas que te façam sair da sua zona de conforto. Quando algum colega estiver precisando de ajuda e você puder colaborar, faça isso.

Em alguns momentos da carreira, você terá que mostrar valor para o cargo que quer ocupar, enfatizando a sua proatividade e suas competências para ele. Mas também terá que desenvolver as funções do cargo atual. Se prepare e se organize para esse momento sem perda da qualidade nas tarefas e entregas.

4- Se relacione

Preze também pelo seu relacionamento com os outros colaboradores. Essa é uma parte essencial para mostrar suas habilidades com trabalho em equipe, comunicação e até mesmo relacionamento interpessoal.

Muitas empresas buscam promover pessoas que além da técnica e do comprometimento, possuem a característica de se darem bem com seus pares, lideres e liderados.

5. Entenda seu valor para a organização

Quando as pessoas pensam na promoção, elas acabam deixando de analisar se para a empresa faz sentido perder o(a) colaborador(a) no cargo atual para promove-lo(a). Essa situação gera custos de treinamento da pessoa que irá suceder e também o tempo para que essa pessoa se qualifique para todas as funções.

Por isso, entenda qual o valor do seu trabalho para a organização no cargo atual e como mostrar que ele será ainda mais valioso com a promoção.

Bora executar?
1. Entenda como é o processo de contratação.
2. Se desenvolva constantemente.
3. Seja proativo e demonstre iniciativa.
4. Se relacione com os outros colaboradores.
5. Saiba o quanto é importante seu papel atual na organização.

Criar produtos para resolver problemas ou criar problemas para utilizar produtos?

Criar produtos para resolver problemas ou criar problemas para utilizar produtos?

O Design Thinking é utilizado para resolução de problemas! Esse processo é feito através de uma forma coletiva e colaborativa para desenvolver estrategicamente produtos que atendam o usuário final.

Essa metodologia foi elaborada para colocar o cliente como o centro da construção de um produto ou serviço. Quando na idealização, atender as necessidades dos usuários, é o pilar central, as chances de sucesso do seu novo produto ou serviço aumentam consideravelmente!

Achou legal esse conceito? Então vamos aprender a como executar e colocar o Design Thinking em prática!

1. Defina o seu problema

Esse é o momento que você busca entender mais a fundo sobre o problema e reúne um grande volume de ideias diferentes, criativas e fora da caixa! Algumas perguntas podem ajudar nessa etapa:

– O que a sua empresa sabe sobre o problema?
– Qual o diferencial da ideia da empresa frente ao que já existe no mercado?
– Como esse produto fará diferença na vida de quem irá compra-lo?
– Qual é propósito da criação da solução para o seu problema?

2. Pratique a empatia

Esse é um dos maiores diferenciais do Design Thinking! Mais do que entender o problema, mergulhe no universo de público-alvo do seu produto ou serviço. Vá ao local de compra e entenda os seus hábitos, observe seus comportamentos, faça entrevistas. Lembre-se esse é um momento de levantar informações e deixar as análises um pouco de lado agora.

Aplique as seguintes questões aos comportamentos observados:
– O que/qual é o comportamento?
– Como ele se manifesta na escolha/compra?
– Por que o comprador toma essa decisão e não outra?

Se você quiser uma ferramenta que te ajude nesse ponto, clique aqui e baixe agora!

3. Deixe as ideias com fácil visualização

Deixe todas as ideias e percepções de uma forma muito visível, seja em um quadro, em post its na parede ou até mesmo em ferramentas online. Depois de todos saberem tudo o que já foi levantado, comece um brainstorming e organize as saídas.

Essa organização pode ser feita através da separação das ideias mais votadas em cada categoria.

Por exemplo: a escolha mais provável de agradar, a que você mais gosta e uma aposta.

Além disso, a junção das ideias pode levar a produtos e serviços com características diferentes, não descarte nenhuma delas. Separe-as em grupos de protótipos!

4. Protótipo

Agora chegou a hora de colocar a mão na massa! Depois de idealizar, é preciso executar os pensamentos e materializa-los. Devem ser elaboradas as versões mais simples de cada um dos protótipos imaginados. Sendo ela o suficiente para que esse novo produto ou serviço possa ser testado com o mercado-alvo.

Pense em melhorias contínuas, converse com o time sobre o que eles acham da materialização das ideias, entenda se o que ele foi planejado para o produto ou serviço realmente está sendo atendido.

4. Faça testes e melhoras

É hora de testar! Reúna um grupo de usuários do seu produto ou serviço e não dê a eles muitas informações. Nesse momento você pode analisar:

– O próprio protótipo: como você percebe o cliente usando o produto ou serviço?
– O cenário: o local onde o cliente está usando o produto ou serviço interfere na sua experiência?
– Pontos de melhoria: pergunte ao final, como foi a experiência na utilização desse produto?

Dica: defina um nicho específico ao qual você vai aplicar esse protótipo e faça indicadores específicos, como NPS ou número de conversão de propostas.

Execute!


1. Entenda seu problema pela ótica da empresa;

2. Entenda seu problema pela ótica do cliente;

3. Desenvolva ideias para solucionar seu problema;

4. Tire as ideias do papel e as materialize;

5. Teste, valide e busque sempre melhorar seus produtos.

3 hábitos para desenvolver a Autoliderança​

3 hábitos para desenvolver a Autoliderança

78% dos brasileiros acreditam mais nos robôs do que nos líderes, segundo uma pesquisa feita em 2019 pela Oracle, empresa de tecnologia.

Reafirmando esses resultados, você já deve ter vivido inúmeras situações que as pessoas falavam algo, mas agiam de outra maneira. A famosa frase: faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Essa situação no mercado de trabalho faz, muitas vezes, com que os feedbacks que você dá aos seus liderados não sejam colocados em prática para o desenvolvimento.

É nesse momento que as pessoas enxergam a necessidade de ter a habilidade da Autoliderança. Ser exemplo e servir de inspiração impacta muito mais a sua equipe do que os feedbacks e palavras.

Para te ajudar a desenvolver e melhorar essa habilidade, separamos hábitos que podem ser incorporados no seu dia a dia. Então, bora executar?

1- Autodesenvolvimento interno

Um ponto primordial da autoliderança é conhecer os seus pontos falhos, aqueles que devem ser melhorados. Por isso, escutar feedbacks e ter autocrítica é sempre muito importante. Porém, apenas isso não basta sem a busca pelo desenvolvimento.

Como líder, você deve avaliar os quesitos internos que devem evoluir. Eles são as características da sua personalidade, como comunicação assertiva, motivação  e inteligência emocional.

Para tanto, busque conteúdos na internet e em livros, cursos de desenvolvimento e também mantenha um canal constante para receber feedbacks. É através do último ponto que você terá uma visão externa do resultado de suas ações.

2- Autodesenvolvimento externo

Depois de se avaliar como individuo isolado, é importante entender-se como líder. Isso significa voltar o olhar para a interação e nos pontos de melhoria que impactam nos resultados de sua equipe. Normalmente, esses são pontos mais técnicos.

Gerenciamento de processos, entendimento do modelo de negócio e estratégia são exemplos de pontos de autodesenvolvimento externo. Como se tratam de questões mais tangíveis, é preciso buscar fontes de conhecimento e converte-lo em aprendizado . Cursos, ensinamentos de mentores e até mesmo da própria equipe devem ser praticados para que você consiga fixar e assim realmente se desenvolver.

3- Autogestão

Traçar planos de desenvolvimento não bastam, pois esses devem ser acompanhados de perto e com uma certa frequência. Por isso, a autogestão se faz tão importante. Ela se materializa como a organização dos pensamentos e planos de ação sendo aplicados para gerar resultados.

Seja exemplo para seus colaboradores e tire do papel todas as suas ideias. Através da autogestão você consegue avaliar se o seu desenvolvimento interno e externo estão sendo eficazes. Além disso, se responsabilizar pelas consequências disso.

Não há dúvidas que desenvolver a autoliderança é importante, não é mesmo? Por isso, separamos um bônus pra você começar a colocar em prática tudo o que falamos por aqui! Nesse checklist você poderá aplicar a partir de hoje todos os conceitos do texto para colher os resultados mais rápidos!

  • Entenda quais são seus pontos fracos e fortes se autoavaliando,
  • Peça feedbacks para pessoas próximas sobre seus pontos fracos,
  • Trace ações concretas para desenvolver seus pontos de melhoria;
  • Estipule um cronograma com datas para os planos de ação;
  • Pergunte sobre a avaliação dos seus colaboradores sobre você;
  • Mantenha o autodesenvolvimento constante através da autogestão.

Depois, não se esqueça de contar pra gente como foi! Bora Executar?

Como desenvolver uma rede de Networking?

Como desenvolver uma rede de Networking?

A habilidade de se relacionar é uma das mais naturais do ser humano. Afinal, somos feitos das nossas conexões e, também, de tudo que aprendemos uns com os outros.

Mas quando se trata de desenvolver networking, boa parte das pessoas se sente inseguro. Elas associam isso a criar contatos apenas por interesse. Mas não é bem assim.

Stanley Milgram, professor de Harvard, desenvolveu uma teoria chama“The Small World Problem”. Ela propõe que bastam, no máximo, seis elos ou laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam conectadas.

Mas como esses dois pontos se conectam?

Quando você possui objetivos bem traçados, é muito provável que uma boa rede de networking seja fundamental para alcança-los. Isso porque você direciona os seus esforços e também se conecta com pessoas que podem te ajudar.

Se você quer aumentar suas possibilidades de crescimento pelo relacionamento através do networking, fique por aqui e bora executar.

1. Crie oportunidades

É muito importante se conectar com pessoas cujo o propósito e os objetivos sejam parecidos com os seus. Mas nem sempre é algo fácil.

Por isso, criar oportunidades é fundamental. Elas podem ser criadas através de eventos, desde cursos até congressos, sobre temas que se relacionam com aquilo que você quer.

Um exemplo: caso você se interesse pelo mercado financeiro e queira trabalhar na área, vá a congressos e eventos de corretoras sobre o tema. É muito provável que nesses espaços você consiga se conectar de forma natural com pessoas ligadas a área.

2. Desenvolva relações de troca

O Networking é uma relação onde as duas pessoas conseguem enxergar benefícios. Mesmo que seja alguém que quer ingressar no mercado de trabalho e alguém que já ocupa um cargo de alta liderança.

Se o primeiro mostrar todo o seu potencial e ser visto com bons olhos, o segundo certamente lembrará dele quando tiver que indicar alguém a uma vaga com seu perfil.

3. Mantenha os relacionamentos aquecidos

O LinkedIn pode ser um bom alinhado para fortalecer o networking. Por ele, você sempre será visto quando postar insights e comentar postagens de outras pessoas. Isso fará com que um espaço de conversa esteja sempre aberto. Afinal, uma resposta a uma publicação pode gerar conversas que contribua para ambas as partes.

Uma boa forma de aplicar o networking e gerar equipes cada vez mais potencializadas, há um conceito essencial: Master Mind! Por isso, indicamos #17 episódio do Do!Cast, só clicar no botão abaixo e #BoraExecutar!

Como melhorar minha oratória?

Como melhorar minha oratória?

Falar em público é motivo de nervosismo para muitas pessoas. Elas não se sentem bem com a presença de uma plateia e com o fato de serem o centro das atenções naquele momento. Porém, essa situação deve ser avaliada por outra perspectiva!

Essa momento significa um espaço de fala e de contribuição para o desenvolvimento de outras pessoas. Desde uma apresentação de trabalho acadêmico até palestras para grandes públicos, falar em público contribui para o aprendizado e compartilha o conhecimento. Vista por essa perspectiva, essa oportunidade pode ser muito melhor aproveitada.

Para você se sentir mais confiante e conseguir transformar o nervosismo de falar em público em segurança de transmitir informações, separamos 5 boas práticas fundamentais. Então, bora executar?

1. Não crie crenças limitantes

O pensamento tem um impacto muito grande sobre as nossas reações. Por isso, é muito importante que você mantenha a mente otimista. “Não posso ficar nervoso” e “se eu errar” devem ser frases evitadas.

A primeira delas faz com que o cérebro reaja ignorando o não e incorporando o nervosismo. Já a segunda, te faz criar cenas que você não gostaria de viver, causando ainda mais insegurança.

Lembre-se de que é um processo contínuo! Raramente as pessoas têm a certeza que já superaram todas as suas crenças limitantes. Por isso, valorize a sua melhora em relação ao seu eu do passado.

2. Domine o assunto

Durante uma apresentação, saber a fundo o conteúdo é fundamental. Situações como “deu branco” acontecem quando o domínio do conteúdo não é suficiente. Por isso, estude antes e trace uma linha cronológica de fala que faça sentido, isso te ajudará a não esquecer de nada.

Quanto mais se preparar, mais seguro irá se sentir. A adrenalina da fala começa alta nos primeiros momentos, mas depois disso você passa a se sentir mais confiante e confortável com a situação.

3. Treine até se sentir confiante

O cérebro humano tende a aprender mais com repetições. Por isso, vá evoluindo nas formas de treinar. Comece só para você em frente ao espelho. Depois peça amigos e familiares para assistirem à apresentação.

Uma boa sugestão é gravar para que você consiga também avaliar por outra perspectiva. Sempre se pergunte:
– O que devo manter na apresentação?
– O que devo melhorar na minha fala?
– O que não é necessário e devo tirar?

4. Mantenha uma boa postura

A coluna ereta, o queixo levemente para cima e a conexão pelo olhar são pontos importantes para se sentir mais seguro. Analise o ambiente e vá com uma roupa que se adeque a ele, mas que também seja confortável.

Além disso, a postura também trata de como o conteúdo vai ser passado.

Por exemplo: em casos de momentos mais introspectivos é necessária uma condução mais calma. Uma música ao fundo baixa ao fundo, pode ajudar!

5. A plateia aceita erros

Buscar a perfeição muitas vezes leva a maiores falhas. É importante que uma apresentação seja leve e natural. Por isso, não se preocupe com pequenos erros.

A plateia está mais interessada com o quanto vai ser uma boa experiência e o que irão aprender, do que em algumas palavras ditas erradas ou pequenos problemas técnicos, por exemplo.

Por isso, separamos um Do!Cast sobre riscos e como criar coragem e entender a necessidade de mudar, em qualquer âmbito da vida, inclusive ao falar em público!

Como mudar meus hábitos?

Como mudar meus hábitos?

De acordo com um estudo da Universidade Duke, 60% das nossas decisões diárias são realmente pensadas. Mas, e os outros 40%? São os nossos famosos hábitos!

Para mudar hábitos e construir rotinas muito mais produtivas e prazerosas confira os principais pilares nesse texto. Além disso, no final tem uma indicação para tornar a execução um processo mais assertivo!

É através das ações habituais que conseguimos ter mais constância naquilo que fazemos. Mas não se preocupe, pois, os hábitos são como os músculos e podem ser fortalecidos! Basta entender como eles são formados. Existem três pilares principais para isso:

1- Gatilho: é algo que passa os sinais para o seu cérebro que algo deve começar. Um exemplo claro é quando você chega na academia e troca sua roupa.
2- Rotina: a atividade que será sempre realizada depois do gatinho acontecer. Seguindo o exemplo: começar a malhar e fazer musculação.
3- Recompensa: é aquilo que você sente ao final da rotina. Quanto mais a recompensa for agradável, mais vontade as pessoas têm que repetir aquela ação. Pode ser o corpo mais saudável e a sensação de bem-estar.

O segredo para criar e consolidar hábitos é não focar na rotina, mas sim nos gatilhos e nas recompensas. Como isso funciona na prática?

Gatilho: Coloque horários fixos para malhar e para dormir, pois chegando próximo a eles seu corpo já entende o que irá acontecer. Além disso, associe objetos deixando o tênis e o pijama a vista.
Recompensa: A sensação de dever cumprido, o bom humor pela atividade física e o descanso, devem ser sempre lembradas. Afinal, são sensações que trazem prazer e que você quer viver de novo.

Mas para tornar esse processo mais simples, separamos algumas dicas. Então, bora executar?

1- Pequenas vitórias

A sensação de cumprir tarefas gera cada vez mais motivação, fazendo o cérebro se manter mais focado e com força de vontade para continuar. Por isso, comemore todos os dias que você for a academia e conseguir pegar no sono antes de horas nas redes sociais.

Exemplos de ações que podem te ajudar:
– compartilhar as pequenas conquistas com amigos e familiares;
– se permitir comer algo que você gosta por ter feito todo o seu ToDoList.

2- Força de vontade

A força de vontade é um músculo, você já leu isso por aqui. Então, faça suas atividades mesmo nos momentos difíceis. Se o dia está feio e chuvoso, tenha força de vontade para sair se exercitar. Depois de todo o esforço, ser cérebro terá uma recompensa muito maior, fortalecendo esse músculo.

Uma boa referência para saber mais sobre esse quesito é o livro Mindset: A Nova Psicologia do Sucesso, da autora Carol Dweck.

3- Responsabilidade

Você é responsável pelos seus hábitos, por isso você é a única pessoa capaz de muda-los. Sempre identifique os seus gatilhos, rotinas e recompensas. Ter clareza deles te fará ter mais controle sobre as suas atividades. Assim, para implementar um novo hábito ou retirar um antigo basta aumentar os gatilhos e recompensas. Para isso, a autodisciplina é fundamental.

Se você quiser saber mais, separarmos essa referência pra você: o livro o Poder do Hábito, de Charles Duhigg.

Para te auxiliar a começar a fortalecer seus hábitos hoje e não deixar para depois, confira nosso Do!Cast sobre Execução Imediata. 

Como implementar a cultura de feedback nas organizações?

Como implementar a cultura de feedback nas organizações?

Hoje em dia tanto se fala sobre feedback e sua necessidade. Mas você sabe o que é essa prática? A pergunta é importante pois muitas pessoas acreditam que apenas falar PONTOS de melhoria e reconhecer boas ações é feedback, mas essa é uma visão equivocada!

O feedback realmente é uma das melhores ferramentas para desenvolvimento profissional, mas muitas vezes é mal utilizado. A não melhoria depois de receber e dar feedbacks não é o ideal. Vamos descobrir o porquê disso acontecer?

O hábito instaurado na maior parte das organizações é apenas de dar e receber feedbacks. Mas normalmente os colaboradores não sabem a melhor maneira de fazer isso, acarretando na falta de aplicação e consequentemente não há melhora. 

A Cultura de Feedback vai muito além de avaliações de pontos positivos e de melhoria. Ela consiste na comunicação assertiva dessas questões, gerando a reversão delas em ações que busquem o desenvolvimento contínuo dos colaboradores.

Quer implementar a Cultura de Feedbacks na sua organização, mas não sabe como? Continue por aqui e bora executar!

1- Pratique a Comunicação Assertiva

Mais importante do que dar e receber feedbacks, é como isso é feito. A comunicação assertiva garante que o que se expõe é compreendido por quem escuta. Para que isso aconteça, sempre pergunte se a pessoas concordam e nunca dê feedbacks sem exemplificar quais ações que poderiam ter sido tomadas de outra maneira ou quais foram efetivas.

2- Não deixe de elogiar

Quando muitos feedbacks de pontos de melhoria são dados, mas o que há de bom não é reconhecido, pode fazer com que os colaboradores se desmotivem. Por isso, preze pelo reconhecimento das ações bem-feitas. Isso vale desde algo pequeno, como a ajuda para desenvolver uma atividade corriqueira, até tarefas complexas executadas com alto nível.

Por isso, estabeleça que pelo menos uma vez por semana irá dar um feedback positivo nos colegas de trabalho até que isso vire um hábito. Vale ressaltar que essa prática deve ser feita quando você de fato entender que a entrega foi boa!

3- Dê sugestões nos pontos de melhoria

Concordar com os pontos de melhoria nem sempre é fácil, incialmente. Quando as pessoas recebem feedbacks assim, tendem naturalmente a questionar a intenção da pessoa que fala. Por isso, mostre a sua preocupação com o desenvolvimento do colaborador.

Sempre termine a conversa ajudando o outro a traçar planos de ação frente aquilo que deve ser desenvolvido. Essa saída faz com que a conversa não se perca, tendo saídas efetivas e de mais clara aplicação. Lembre-se de se mostrar presente e disposto a ajudar quando for preciso.

4- Reconheça o progresso

Depois de traçar planos de ação ao fim dos feedbacks construtivos, note se a pessoa realmente está os aplicando. Para que ela continue motivada, sempre que perceber uma evolução reconheça.

Sugestão: estou vendo o quanto você está se desenvolvendo nesse quesito desde a nossa conversa, continue assim!

Para simplificar e ajudar na execução, preparamos um resumo de ações para você seguir:

– Busque treinamentos de comunicação assertiva para os colaboradores;
– Não perca oportunidades de elogiar bons trabalhos e atitudes;
– Se importe com o desenvolvimento dos outros e os ajude em planos de ação;
– Sempre que notar uma melhora, a reconheça!

O que o mercado de trabalho precisa?

O que o mercado de trabalho precisa?

Você já sabe que o mundo em que vivemos é volátil, então focar em aprender apenas uma habilidade pode acabar sendo uma estratégia que vai, infelizmente, fazer você se tornar um profissional obsoleto.

Mas calma! Nós estamos aqui para te ajudar!

O foco hoje em dia deve ser muito mais em habilidades comportamentais do que habilidades técnicas em si, ou seja, de nada adianta saber tudo sobre construção de prédios se você não sabe gerir sua equipe de engenheiros.

Afinal os processos construtivos estão em constante mudança, mas pessoas sempre serão pessoas e você deve saber geri-las.

Mas cuidado! Também não adianta você esquecer completamente a parte técnica e simplesmente ficar lendo 30 livros de desenvolvimento pessoal por ano.

Você deve ter equilíbrio. E como fazer isso?

O mercado de trabalho exige a aprendizagem permanente e a solução é entender o que é o conhecimento em T. Com este método você aproveita ao máximo para se desenvolver tanto tecnicamente com o foco na sua área quanto comportamentalmente para se manter competitivo frente ao mercado de trabalho.

Então vamos às 4 principais habilidades requeridas no mercado atualmente:

1. Criatividade

Atualmente estamos na indústria 4.0 e estamos vivendo, literalmente, uma revolução.

Novos estilos de vida surgem todo dia e, com eles, novos problemas a serem resolvidos.

Portanto fica claro que um profissional criativo naturalmente se destaca, pois consegue elaborar soluções sólidas para os problemas que surgem e impulsiona a inovação em sua organização.

2. Produtividade

Em um mundo de constante mudança é natural que surjam um milhão de demandas ao mesmo tempo que um fluxo de informação avassalador nos ataca enquanto tentamos cumprir nossas tarefas.
Por isso produtividade é tão importante.

É com ela que você consegue entregar todas as suas demandas, receber e transmitir informações de forma clara, ao mesmo tempo que para você e para quem você ama. 

Sempre lembrando que produtividade é a ferramenta e não o objetivo!

3. Aprendizagem permanente

Antigamente você podia contar com uma certa constância no mercado.
O que você aprendeu hoje talvez fosse algo válido para ser aplicado ao longo de 20 anos.

Isso mudou.

As inovações ocorrem de forma constante no mundo contemporâneo e a forma como as empresas funcionam muda o tempo todo, logo as habilidades que elas precisam também!

E não adianta ficar o dia todo consumindo conteúdo se não colocar em prática para realmente gerar resultado.

4. Empatia

“60% de todos os problemas das empresas resultam de falhas na comunicação” – Peter Drucker.

E o que isso tem haver com empatia?

Como foi falado no tópico de produtividade, comunicação é algo essencial no mundo que vivemos, pois o fluxo de informação se dá de forma acelerada ao longo de todo o dia e a mudança se torna uma constante.

Em meio a esse mundo volátil é essencial que você consiga focar nas pessoas ao seu redor, se conectar com elas e estabelecer uma boa comunicação com a sua equipe.
E é através da empatia você consegue tudo isso!

Endomarketing: já pensou em começar de dentro para fora?

Endomarketing: já pensou em começar de dentro para fora?

Endomarketing é um conceito muito utilizado por empresas que querem se tornar mais competitivas em seu mercado. Os efeitos dessa prática trazem resultados cada vez mais nítidos e quantificáveis para organizações e esse é o grande motivo da sua crescente popularidade.

Mas afinal, o que é Endomarketing?

O Endomarketing pode ser facilmente conceituado como uma prática que visa melhorar a experiência do cliente interno de uma empresa, ou seja, das pessoas que ali trabalham.

O objetivo principal de sua aplicação é consolidar o relacionamento entre a organização e seus colaboradores, fazendo com que essa interação seja mais leal e harmônica. Com esse objetivo alcançado, o comprometimento e o envolvimento de ambas as partes aumenta, fazendo com que o propósito delas convirja para o mesmo ponto.

Com isso em mente, pode-se resumir que uma ação de endomarketing, em geral, tem como noção de sucesso a atração e a retenção dos colaboradores de uma organização, por meio de um maior alinhamento e engajamento entre as pessoas e os objetivos estratégicos da empresa em que trabalham.

E como isso acontece?

Existem inúmeras práticas a serem usadas na aplicação do Endormarketing, mas todas elas partem do princípio de transformar abordagens teóricas em resultados concretos. É nesse momento que a missão, visão e valores passam a não ser mais só da organização, mas também são compartilhados pelos colaboradores.

Nesse cenário, aqueles que trabalham na empresa passam a vestir a camisa, ter mais sentimento de dono, além de promoverem a marca frente ao público externo.

3 maneiras de colocar em prática o Endomarketing

1) Pesquisa de satisfação interna:

Esse é um mecanismo muito eficiente quando se trata de recolher feedbacks dos colaboradores. A pesquisa de satisfação é composta por perguntas que direcionam a coleta de informações sobre as demandas e inquietudes de cada uma das pessoas que trabalham na empresa. Com isso, se torna possível e mais fácil traçar ações que abarquem essas necessidades, fazendo com que elas sejam supridas e os colaboradores se sintam mais satisfeitos.

2) Cultura de Feedbacks:

Promover e instigar que as pessoas tenham um contato mais aberto e uma comunicação mais eficaz é fundamental para que os colaboradores se desenvolvam. Nesse sentido, treinamento sobre feedbacks é um ótimo primeiro passo. À medida que essa ação se torna cotidiana, passa a ser cultural e cada vez mais difundida.

3) Promoção de treinamentos e capacitações:

Não é novidade para ninguém que as organizações que fornecem qualificações para os seus colaboradores aumentam a satisfação dos mesmos. Isso mostra que a empresa além de se preocupar com seus resultados, também se importa com o desenvolvimento das pessoas que lá trabalham.

É nesse momento que devemos alinhar o que os colaboradores querem de capacitação com os dados coletados através da pesquisa de satisfação, assim há como priorizar quais são os treinamentos mais importantes.

Exemplo de Empresa Referência em Endomarketing

A famosa Netflix além de entrar no mercado com um produto totalmente inovador para a época, ela também se posicionou como referência devido a forte cultura voltada para a inovação.

Um de seus pilares é a preocupação com os colaboradores, que chegam a ser mais de 5.700 ao redor de todo o mundo. Dentre esses, cerca de 50 cuidam da operação no Brasil. Fora dos Estados Unidos, o sistema de gestão da empresa é horizontal, sem hierarquia entre as pessoas e prezando pela confiança no trabalho de cada um e a autorresponsabilidade.

A empresa coloca a transparência como um dos seus objetivos fundamentais, pois é no conhecimento geral e macro sobre a estratégia da empresa que os colaborares conseguem criar meios de melhorar a experiência do cliente e terem mais agilidade e autonomia na tomada de decisão.

Já te demos 3 dicas de como implementar o endomarketing na sua empresa e atingir, coleta de opiniões, cultura de feedbacks e treinamentos e capacitações, além de um modelo de Pesquisa de Satisfação Interna.

Agora é com você! Qual será o primeiro passo para tornar sua empresa mais competitiva?

Nós temos uma sugestão… Que tal ouvir um dos episódios do DO!CAST

Feedback: a eficaz maneira de desenvolver pessoas e organizações

Feedback: a eficaz maneira de desenvolver pessoas e organizações

Enquanto os advogados possuem as leis, os médicos os estetoscópios e os engenheiros suas calculadoras, quem trabalha em negócios tem a mais preciosa ferramenta: o Feedback.

Nesse momento você deve estar se perguntando, mas como essas ferramentas se comparam ao feedback?

É nesse ponto que vamos chegar!

Nessa área, nada mais importante do que a evolução pessoal e profissional para que uma organização alcance seus objetivos e os colaboradores estejam satisfeitos. É por isso que o feedback se torna tão essencial. Por meio dele é possível avaliar pontos fortes e fracos, além de notar gaps onde é necessário se desenvolver.

Uma pesquisa recente da Gallup Poll, uma empresa de pesquisa de opinião dos Estados Unidos, detectou que apenas 26% dos colaboradores concordam realmente com os feedbacks que recebem e os usam como insumos de melhora para o seu trabalho.

Você imagina a causa disso?

A falta de efetividade na transmissão dos feedbacks é a principal delas.

Como as pessoas dão Feedbacks?

Usualmente, existem dois grupos de características do modo como as pessoas dão feedbacks.

O primeiro deles é uma forma tão indireta e suave que quem escuta nem mesmo reconhece que está ouvindo um feedback naquele momento.

Por outro lado, existem pessoas muito diretas que ao falarem quem as escuta se sente na defensiva. O estado de defesa faz com que os indivíduos passem a não mais se preocupar com o conteúdo da fala, mas sim se há algo por trás daquela colocação. Esse grupo de pessoas pode causar reações adversas em quem está recebendo o feedback, sendo a mais comum delas a replica com feedbacks inconsistentes por exemplo.

Então, vamos agora aprender 3 atitudes que façam com que qualquer mensagem difícil de se transmitir seja passada de forma clara e sem nenhuma barreira!

1) Comece por um sim!

Outra atividade de autoconhecimento, é saber definir onde você quer chegar. Para isso, conheça o que te faz feliz e quais atividades te dão prazer e motivação em executar. Assim, você começará a traçar a resposta para famosa pergunta: onde você quer estar daqui alguns anos?

Definindo seus objetivos, você terá mais clareza de quais ações devem ser feitas no presente para que eles sejam alcançados. Nos levando para o próximo passo: traçar metas.

2) Exemplifique!

Ao invés de tratar os assuntos de forma separada, junte-os com atitudes da própria pessoa. Um exemplo bem claro de como fazer isso é ao invés de falar “você não cumpre os prazos”, diga “nós combinamos que você me entregaria o projeto até ontem, mas ele ainda não chegou às minhas mãos.“

Com a exemplificação clara, quem está recebendo o feedback passa a notar em suas atitudes o que deve melhorar, sendo isso fundamental para que ela repense suas ações antes de faze-las de novo.

3) Pergunte!

Os melhores Feedbacks são acompanhados de uma pergunta ao final. Isso significa que ao terminar de apresentar seus pontos e exemplifica-los, pergunte o que a pessoa com quem você está conversando entendeu. “Isso foi o que pensei que devemos fazer, mas o que você pensa sobre o que conversamos?”ou “Como você vê essa situação? Tem alguma outra ideia?” são boas questões para se terminar o processo de dar um feedback.

Essa é uma forma de desenvolver soluções conjuntas, as quais contam tanto com a opinião de quem dá o feedback quanto de quem o recebe.

Agora é com você! Comece hoje a dar os feedbacks que já foram dados aplicando essas práticas e você verá o resultado.

Eae, bora executar?