Criar produtos para resolver problemas ou criar problemas para utilizar produtos?

O Design Thinking é utilizado para resolução de problemas! Esse processo é feito através de uma forma coletiva e colaborativa para desenvolver estrategicamente produtos que atendam o usuário final.

Essa metodologia foi elaborada para colocar o cliente como o centro da construção de um produto ou serviço. Quando na idealização, atender as necessidades dos usuários, é o pilar central, as chances de sucesso do seu novo produto ou serviço aumentam consideravelmente!

Achou legal esse conceito? Então vamos aprender a como executar e colocar o Design Thinking em prática!

1. Defina o seu problema

Esse é o momento que você busca entender mais a fundo sobre o problema e reúne um grande volume de ideias diferentes, criativas e fora da caixa! Algumas perguntas podem ajudar nessa etapa:

– O que a sua empresa sabe sobre o problema?
– Qual o diferencial da ideia da empresa frente ao que já existe no mercado?
– Como esse produto fará diferença na vida de quem irá compra-lo?
– Qual é propósito da criação da solução para o seu problema?

2. Pratique a empatia

Esse é um dos maiores diferenciais do Design Thinking! Mais do que entender o problema, mergulhe no universo de público-alvo do seu produto ou serviço. Vá ao local de compra e entenda os seus hábitos, observe seus comportamentos, faça entrevistas. Lembre-se esse é um momento de levantar informações e deixar as análises um pouco de lado agora.

Aplique as seguintes questões aos comportamentos observados:
– O que/qual é o comportamento?
– Como ele se manifesta na escolha/compra?
– Por que o comprador toma essa decisão e não outra?

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3. Deixe as ideias com fácil visualização

Deixe todas as ideias e percepções de uma forma muito visível, seja em um quadro, em post its na parede ou até mesmo em ferramentas online. Depois de todos saberem tudo o que já foi levantado, comece um brainstorming e organize as saídas.

Essa organização pode ser feita através da separação das ideias mais votadas em cada categoria.

Por exemplo: a escolha mais provável de agradar, a que você mais gosta e uma aposta.

Além disso, a junção das ideias pode levar a produtos e serviços com características diferentes, não descarte nenhuma delas. Separe-as em grupos de protótipos!

4. Protótipo

Agora chegou a hora de colocar a mão na massa! Depois de idealizar, é preciso executar os pensamentos e materializa-los. Devem ser elaboradas as versões mais simples de cada um dos protótipos imaginados. Sendo ela o suficiente para que esse novo produto ou serviço possa ser testado com o mercado-alvo.

Pense em melhorias contínuas, converse com o time sobre o que eles acham da materialização das ideias, entenda se o que ele foi planejado para o produto ou serviço realmente está sendo atendido.

4. Faça testes e melhoras

É hora de testar! Reúna um grupo de usuários do seu produto ou serviço e não dê a eles muitas informações. Nesse momento você pode analisar:

– O próprio protótipo: como você percebe o cliente usando o produto ou serviço?
– O cenário: o local onde o cliente está usando o produto ou serviço interfere na sua experiência?
– Pontos de melhoria: pergunte ao final, como foi a experiência na utilização desse produto?

Dica: defina um nicho específico ao qual você vai aplicar esse protótipo e faça indicadores específicos, como NPS ou número de conversão de propostas.

Execute!


1. Entenda seu problema pela ótica da empresa;

2. Entenda seu problema pela ótica do cliente;

3. Desenvolva ideias para solucionar seu problema;

4. Tire as ideias do papel e as materialize;

5. Teste, valide e busque sempre melhorar seus produtos.

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