Como fortalecer e desenvolver um organização

Tudo o que você precisa saber hoje para desenvolver a sua organização, seu setor ou até mesmo o cargo que ocupa

Se você é o tipo de pessoa que se incomoda com a estagnação e busca sempre um desenvolvimento do curto ao longo prazo com constância, este texto é pra você!

Nele vamos falar sobre como você pode, no dia a dia, estabelecer referências para monitorar e promover o desenvolvimento na sua organização ou na que trabalha.

Por aqui, você vai encontrar:

  1. Mentalidade de desenvolvimento
  2. Funil de funções
  3. Tempo de rampagem
  4. Boas práticas para o desenvolvimento

Agora que você tem noção do todo, fique à vontade para ir direto para a parte que mais lhe atenda. Mas atenção! Recomendamos a leitura do texto por completo. Bora lá?

Aproveite para conferir: Como desenvolver pessoas e equipes

Mentalidade de desenvolvimento

Ao iniciar um planejamento estratégico voltado para crescimento organizacional, muitas vezes ficamos presos a números. Esta medida, além de ser cada vez mais imprevisível e difícil de controlar no longo prazo, pode gerar desengajamento e falta de entendimento dos colaboradores da empresa.

O foco aqui não é eliminar o planejamento estratégico focado em objetivos e indicadores que descrevem a tendência de crescimento ao longo do tempo, mas adicionar o Comportamento como visão de longo prazo de todos da organização. Mais do que números, as pessoas precisam entender o que é esperado dela no dia a dia.

A principal noção de sucesso que podemos ter em relação a Comportamento é que cada pessoa trabalhe para que a organização não precise dela o quanto antes. Não entenda mal, o foco não é trabalhar com demissões constantes, mas sempre adicionar funções que promovam o crescimento da empresa e do colaborador. Caso esta mentalidade não esteja latente, temos funções que se repetem ao longo do tempo da mesma forma e aquela pessoa fica estagnada em um mesmo serviço que ocupa o mesmo número de horas dela durante a semana.

Um exemplo: Se uma das responsabilidades de uma pessoa é a realização de relatórios diários de desempenho e ela gasta cerca de 1 hora para compilar por dia, este tempo deve ser reduzido ao máximo para que ela possa fazer cada vez mais funções voltadas para o crescimento. Neste caso, como pode ser feito uma automação ou padronização neste mesmo relatório para se tornar mais efetivo ou preenchido em um tempo menor de horas?

Funil de funções

Este é o momento de trazer o idealismo do primeiro ponto para a prática. Mas antes, quais seriam as consequências se você não aparecesse na empresa para trabalhar por 1 mês? As pessoas saberiam o que precisa ser feito na sua ausência para manter o resultado gerado por você?

Se existe esta centralização de escopo de trabalho tão forte capaz de gerar uma ruptura no desenvolvimento constante em sua ausência, estamos indo na contramão dos objetivos com este texto. Para trabalharmos o fortalecimento e desenvolvimento organizacional é preciso aumentar cada vez mais o esforço estratégico e reduzirmos o esforço operacional.

Um exemplo: Com o mesmo relatório do item anterior, você gastaria, no mínimo, 5 horas semanais. Caso fosse implementada uma ferramenta para automação e aceleração desse processo que reduzisse este tempo para 30 minutos, restaria 4,5 horas na semana para buscar e validar oportunidades de crescimento para empresa.

Você pode fazer isso de 3 formas:

Analogia especializada:

Consiste em analisar como é feito a mesma função em um setor análogo. Alguns exemplos:

  1. Como melhorar o fluxo de pessoas em fila no refeitório da empresa? Basta analisar como é feito este processo em embarques de aeroportos ou filas de supermercados.
  2. Como melhorar o home office? Basta entender como é a divisão de tempo e relacionamento de astronautas lançados para o espaço.
Benchmarking:

O foco aqui é na análise da concorrência de processos que você executa atualmente. Como é feito o que você faz hoje no mesmo setor que você ocupa? E, por fim, como você consegue implementar no que faz, trazendo melhorias?

Desenvolvimento aos pares:

Se houver alguém dentro da empresa que exerce funções próximas às suas, você pode fazer um revezamento da responsabilidade de alguma função em que a única regra para poder fazer esta troca é ter implementado alguma melhoria no processo.

Por exemplo: Ao receber a função do relatório, caso eu conseguisse reduzir 20% do tempo para sua execução através de algum processo, eu poderia repassar esta função para a outra pessoa e, assim, sucessivamente.

Tempo de rampagem

O termo veio do setor de vendas, mas consegue se replicado em todo e qualquer departamento. É o tempo que uma pessoa entende o que precisa ser feito e começa a refletir o resultado esperado. Ou seja, para implementar estas etapas de fortalecimento e desenvolvimento organizacional, levará um tempo de acordo com a cultura de execução da sua empresa para que as pessoas assimilam todo o processo.

Por isso, seja transparente com cada pessoa e consigo mesmo estes 3 pontos principais:

  1. Qual a noção de sucesso? Por aqui, entenda onde você quer chegar e deixe transparente onde sua equipe também deve chegar.
  2. Qual o caminho devo seguir? Foque no que você e sua equipe devem fazer para atingir esta noção de sucesso determinada.
  3. Quando será feito o acompanhamento de efetividade? É recomendado uma revisão ao menos bimestral dos planos de ação adotados e resultados alcançados para reajustar a rota. Além disso, é importante que seja realizado ao menos 3 contatos ao longo da semana com a sua equipe para uma micro validação.

Boas práticas para o desenvolvimento

Para finalizar e trazer mais insumos práticos para você e sua organização, trouxe dois pontos para você começar a aplicar a partir de hoje.

Não faça das reuniões um gargalo

Reuniões funcionam como uma data que eu preciso esperar chegar para resolver um problema e isto reflete em pautas longas e atraso no processo. Ao surgir um problema, deve ser resolvido o quanto antes. Por isso, não faça das reuniões um ponto marcado para trabalhar os problemas da semana. Pois neste caso, eles devem ser trabalhados assim que surgem.

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Mais validações e menos hipóteses

O foco por aqui está em estimular MVPs e não ideias. Só saberemos se uma ideia é realmente efetiva se ela for implementada na prática. Por isso, antes mesmo de travar ideias pelo julgamento através de experiência e histórico, é importante rodar esta mesma ideia em escala menores para medir na prática sua efetividade e, quem sabe, abrir portas para a inovação.

Agora que você já sabe como fortalecer e desenvolver sua organização, tire suas ideias do papel e comece a executar hoje mesmo! Conte com a gente e

#BORAEXECUTAR

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