A habilidade do século

Descubra se você e sua equipe possuem inteligência emocional e promova desenvolvimento e constância

Com toda sinceridade e para não perder tempo. Este texto será útil para você apenas se colocar alguns (ou todos) os planos sugeridos em prática. Inteligência emocional não é uma habilidade que se conhece muito para só depois colocar em prática, pelo contrário. Inteligência emocional é uma habilidade que a prática te mostra o que você deve buscar como conhecimento para desenvolver.

O motivo desta situação é muito claro. A maneira de aprender e desenvolver fatores racionais é diferente de aprender e desenvolver fatores emocionais. No primeiro caso, conciliamos conhecimento adquirido com a experiência prática e no segundo, gerenciamos comportamentos. Mas o que isso quer dizer?

Não existe um conteúdo ou fórmula mágica para se ter uma inteligência emocional inabalável. Na verdade, de acordo com Daniel Goleman, descrever a inteligência emocional é mais simples que isso. Na prática, é a capacidade de criar automotivações para persistir nos seus objetivos controlando os impulsos. Antes de mergulhar em uma metodologia atrelada a este assunto, experimente se apoiar nesta frase! E, para isso, separei 3 pontos importantes para te ajudar a implementar hoje mesmo.

#BoraExecutar:

Capacidade de Criar automotivadores

Você sabe dizer o que motiva sua equipe?

O que faz com que as pessoas acordem dispostas a contribuir e a dormirem realizadas pelo o que fizeram ao longo do dia?

Para descobrir, você pode utilizar a técnica dos 5 motivadores organizacionais. Para isso, deixarei 2 ações para implementação:

  1. Pergunte as pessoas da equipe o que as motivam dentre 5 opções: Dinheiro, segurança, conhecimento, reconhecimento, propósito.
  2. Após perceber o que motiva as pessoas, atue de acordo com essa informação:

                – Dinheiro: São pessoas que assumem riscos mais facilmente se percebem uma possibilidade de melhora com a ação. Por isso, se motivam com direcionamento de metas claras, sendo recompensadas de forma material a curto prazo. Pode ser o alcance da própria meta (Desde que não seja só lá no final do ano); um cupom de desconto; uma viagem.

                – Segurança: São pessoas que não assumem tantos riscos e prezam muito mais pela qualidade de vida que levam dentro e fora do trabalho. Por isso, se motivam em ambientes que o trabalho não se modifica com frequência. Vale o contraponto de exemplo: Alguém que poderia trabalhar tranquilamente mesmo não tendo amizades ou sem criar relações dentro do trabalho, não se enquadra nesse automotivador.

                – Conhecimento: São pessoas que querem oportunidade de se desenvolver a cada dia e normalmente, acontece no início da carreira. Por isso, se motivam ao trabalhar com pessoas mais experientes na empresa para aprender ainda mais. Buscam acumular experiência para poder contar suas próprias histórias.

                – Reconhecimento: São pessoas que querem saber qual o seu diferencial dentro da empresa através de reconhecimentos. Por isso, se motivam por cargos, títulos, promoções e aprovações sociais. É comum que a pessoa faça melhor ou se empenhe mais quando observada.

                – Propósito: São pessoas que trabalham por causas atreladas aos seus propósitos de vida e cada caso deve ser analisado. Por isso, devem ser estimuladas tarefas que contribuem também para um objetivo a longo prazo, como a missão da empresa ou de vida.

Persistir nos seus objetivos

Este segundo ponto parte do pressuposto que já se existe um objetivo, para desta maneira, persistir nele. Por isso, antes de continuar a leitura, é preciso que existam objetivos claros na sua equipe e que todas as pessoas os entendam.

Desta maneira, para que a equipe persista nos objetivos propostos, você pode trabalhar o conceito de metas esticadas para conciliar desafios com aprendizado na geração de resultado. Mas como trabalhar?

Você deverá sempre estimular o próximo nível das pessoas da equipe. Se alguém faz 5 postagens por semana nas redes sociais, estimule a realização de 6 postagens. Se alguém faz um projeto em 14 dias, estimule a finalização em até 12 dias. Ao adotarmos esta prática, fazemos com que o desafio de sempre se superar contribua no desenvolvimento profissional e na geração de resultado para a empresa.

Se for preciso, comece com metas menores e vá aumentando aos poucos. O importante é não deixar de persistir nos objetivos.

O cuidado principal, nesse caso é: validar se realmente isso faz parte dos objetivos de todos. Essas metas não necessariamente se enquadram para os objetivos da equipe, mas sim o da pessoa. Afinal, é preciso saber o por quê tem realizado cada uma dessas tarefas. 

Se não nos atentarmos a esse cuidado, qualquer tentativa desafiadora pode ter um efeito reverso.

Controlar os Impulsos

Provavelmente haverá perda de produtividade ao longo do processo de conquista das metas definidas por conta de impulsos que nos fazem perder o foco do que deve ser feito. Esta situação é extremamente normal e deve ser trabalhada desde o início com a equipe. Para trabalhar estes impulsos, a equipe pode definir quais são os 3 principais comportamentos que devem ser trabalhados dia após dia como um acordo. Alguns destes acordos podem ser:

– Nunca enviar uma tarefa pela metade.

– Cada pessoa só poderá assumir 2 projetos simultâneos.

– Os prazos devem ser respeitados, mesmo que o perfeccionismo fale mais alto.

Desta forma, conseguimos controlar comportamentos que impedem a aplicação e desenvolvimento dos dois tópicos anteriores.

Aproveite para conhecer algumas dicas para um rotina mais produtiva

Para finalizar e resumir toda nossa conversa, deixei listado abaixo 3 planos de ações sugeridos para você implementar hoje mesmo. Conte com a gente caso tenha alguma dúvida e caso você queira entender um pouco mais sobre o desenvolvimento da inteligência emocional individual, confira nosso texto clicando aqui.

Planos de ações sugeridos, agora é só #BoraExecutar:

  1. Motive pessoas de acordo com o principal motivador dela (Dinheiro, segurança, conhecimento, reconhecimento, propósito).
  2. Mesmo que comecem com metas pequenas, apenas comecem! Mas não esqueçam de sempre aumentar com a técnica das metas esticadas.
  3. Estabeleçam regras e acordos inegociáveis de acordo com os desafios do momento.

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