Soft Skills: o que são e quais as mais procuradas

Soft Skills: o que são e quais as mais procuradas no mercado?

Entenda de uma vez por todas quais são as habilidades comportamentais mais valorizadas no mercado de trabalho

Com certeza você já ouviu falar que as organizações contratam pelo currículo e demitem pelas habilidades comportamentais e de relacionamento.

Isso quer dizer que capacidades técnicas são em muitas vezes responsáveis principais pela sua contratação, mas são as suas características comportamentais que vão definir sua trajetória dentro da empresa.

Aproveite para conferir quais os cuidados ao se posicionar no mercado de trabalho

Quando se avalia um currículo, normalmente a primeira etapa dos processos seletivos, você tem insumos sobre os conhecimentos acerca das atividades que o candidato está concorrendo. Essas são as Hard Skills. Por exemplo:

  • Graduação;
  • Cursos extracurriculares;
  • Experiências profissionais.

 

No entanto, isso não basta. Nas etapas seguintes, como dinâmica e entrevista, serão muito mais avaliados os traços da sua personalidade. Ou seja, suas Soft Skills.

Descubra como se preparar pra dinâmicas em grupos e entrevistas

Essas são fundamentais dentro do mercado de trabalho, principalmente em cargos de liderança. Isso ocorre porque neles a principal função do líder é lidar com outras pessoas, suas emoções, e mais que isso, com o seu próprio comportamento.

Segundo a revista Forbes, as Soft Skills mais requisitadas pelo mercado são:

  • Comunicação eficaz;
  • Pensamento crítico;
  • Resiliência;
  • Empatia;
  • Liderança;
  • Ética no trabalho.

Conheça essas, e outras habilidades que o mercado do futuro espera de você, visitando o E-book do FaçaAgora!

Mas antes de saber como evoluir nessas Soft Skills, é preciso entender como é o processo macro de desenvolvimento pessoal e profissional.

Inteligência Emocional

Ter pensamento crítico e saber reconhecer suas emoções e sentimentos com facilidade é uma grande habilidade. Por meio desse processo, que as pessoas conseguem tomar as melhores decisões e não agir impulsivamente.

Exemplo: na segunda feira, Carla e Márcio estão fazendo um projeto para ser entregue sexta. Desde então, que ela está sobrecarregada, enquanto ele não tem um bom desempenho. Quarta de manhã, Carla se irritou com Márcio, o tratando mal. Nesse mesmo dia, ela voltou para casa e refletiu sobre a situação, ficando mais calma e entendendo seus erros. Com isso, na quinta a tarde, eles conversaram e se entenderam. 

Há, usualmente três níveis de emoção:

  • Quanto tempo ela demora para se manifestar? Essencialmente, 3 dias: segunda, terça e quarta.
  • Em quanto tempo ela se manifesta? Apenas um dia: da manhã de quarta até o fim do dia.
  • Quanto tempo ela demora para se equilibrar novamente? Do fim do dia de quarta até quinta a tarde.

Perceba que não só a quantidade de dias é importante nesta situação, mas também os horários em que isso aconteceu. A manifestação ocorreu durante o dia de trabalho, sem um tempo longo de descanso, diferentemente do tempo de equilíbrio que envolveu uma noite de sono. 

Se conheça para que em situações negativas, consiga reduzir o tempo entre a manifestação da emoção e o equilíbrio.

Aplicação de Feedbacks

Na maioria das vezes, os Feedbacks tratam de questões mais comportamentais do que técnica. Eles são a melhor fonte para você entender quais são seus pontos de melhoria.

Por isso, os escute atentamente, mapeie como você pode melhorar no seu dia a dia, o quanto antes e pergunte aos seus colegas de trabalho se notaram uma evolução.

Potencialize sua maneira de dar FeedBacks

#BoraExecutar
  1. Mapeie como você reagiu em um situação passada nos três níveis de emoção;
  2. Elenque o que você gostaria de ter feito diferente;
  3. Alinhe esses pontos de melhoria aos feedbacks que recebe;
  4. Materialize esses pontos de melhoria em ações do dia a dia.

Descubra qual empresa mais combina com você

Descubra qual a empresa mais combina com você

Saiba como escolher as empresas que você deve se candidatar para processos seletivos de estágio e trainee

Quando as pessoas estão em busca de começar sua carreira ou até mesmo mudar os caminhos, o primeiro passo muitas vezes é o processo seletivo.

Mas neste momento, mais do que o desespero de conseguir uma vaga, deve prevalecer a certeza de que a empresa a qual você está se candidatando te trará satisfação no trabalho.

Por isso, separamos passos para você ter mais clareza ao avaliar uma empresa e se ela faz sentido com o que você quer tanto pessoal quanto profissionalmente.

1.   Qual o tipo de negócio da empresa?

Você entende o produto ou serviço que a organização oferece? Se isso gera algum benefício para a sociedade? Se sim, ele te faz brilhar os olhos?

Um exemplo claro é a Natura. A empresa investe muito no meio ambiente e busca promover a sustentabilidade com suas operações.

Há pessoas que tem um propósito totalmente alinhado a isso e esse é um quesito que traria orgulho do lugar onde ela trabalha.

2.   Eu me alinho com a Cultura da Organização?

A Ambev, por exemplo, é uma empresa com foco em sonho grande, meritocracia e também uma hierarquia mais vertical. O estilo de liderança é bem direto em cada departamento. Essa organização tem um perfil mais formal que Startups.

Por isso, busque sempre entender como funciona a cultura na organização que você está se candidatando e veja se o ambiente se adequa ao seu estilo de vida e produtividade no dia a dia.

3.   A qual cargo estou me candidatando?

Depois de entender a organização, é necessário saber se as vagas abertas se alinham com a sua expectativa. Procure saber quais são as funções e atividades a serem desenvolvidas. Além disso, elenque quais delas você terá prazer em desenvolver.

Uma boa prática é conversar com pessoas que já trabalham na organização ou até mesmo que não trabalham mas ocupam uma vaga semelhante! Uma ótima forma de contato é usar o LinkedIn. 

Assim, fica muito mais fácil escolher a empresa que você irá se candidatar e se conseguir vaga ser feliz no trabalho. Lembre-se a empresa escolhe você e você também escolhe a empresa!

Para começar agora:

  1. Busque empresas com propósitos alinhados aos seus;
  2. Entenda o seu perfil de trabalho (formal ou informal);
  3. Saiba quais são as suas prioridades (flexibilidade, autonomia, remuneração);
  4. Alinhe expectativa da vaga com atividades que você executa bem.

Confira: A potência da Geração Z. E veja como você pode usar isso a seu favor.

Como fortalecer e desenvolver uma organização

Como fortalecer e desenvolver um organização

Tudo o que você precisa saber hoje para desenvolver a sua organização, seu setor ou até mesmo o cargo que ocupa

Se você é o tipo de pessoa que se incomoda com a estagnação e busca sempre um desenvolvimento do curto ao longo prazo com constância, este texto é pra você!

Nele vamos falar sobre como você pode, no dia a dia, estabelecer referências para monitorar e promover o desenvolvimento na sua organização ou na que trabalha.

Por aqui, você vai encontrar:

  1. Mentalidade de desenvolvimento
  2. Funil de funções
  3. Tempo de rampagem
  4. Boas práticas para o desenvolvimento

Agora que você tem noção do todo, fique à vontade para ir direto para a parte que mais lhe atenda. Mas atenção! Recomendamos a leitura do texto por completo. Bora lá?

Aproveite para conferir: Como desenvolver pessoas e equipes

Mentalidade de desenvolvimento

Ao iniciar um planejamento estratégico voltado para crescimento organizacional, muitas vezes ficamos presos a números. Esta medida, além de ser cada vez mais imprevisível e difícil de controlar no longo prazo, pode gerar desengajamento e falta de entendimento dos colaboradores da empresa.

O foco aqui não é eliminar o planejamento estratégico focado em objetivos e indicadores que descrevem a tendência de crescimento ao longo do tempo, mas adicionar o Comportamento como visão de longo prazo de todos da organização. Mais do que números, as pessoas precisam entender o que é esperado dela no dia a dia.

A principal noção de sucesso que podemos ter em relação a Comportamento é que cada pessoa trabalhe para que a organização não precise dela o quanto antes. Não entenda mal, o foco não é trabalhar com demissões constantes, mas sempre adicionar funções que promovam o crescimento da empresa e do colaborador. Caso esta mentalidade não esteja latente, temos funções que se repetem ao longo do tempo da mesma forma e aquela pessoa fica estagnada em um mesmo serviço que ocupa o mesmo número de horas dela durante a semana.

Um exemplo: Se uma das responsabilidades de uma pessoa é a realização de relatórios diários de desempenho e ela gasta cerca de 1 hora para compilar por dia, este tempo deve ser reduzido ao máximo para que ela possa fazer cada vez mais funções voltadas para o crescimento. Neste caso, como pode ser feito uma automação ou padronização neste mesmo relatório para se tornar mais efetivo ou preenchido em um tempo menor de horas?

Funil de funções

Este é o momento de trazer o idealismo do primeiro ponto para a prática. Mas antes, quais seriam as consequências se você não aparecesse na empresa para trabalhar por 1 mês? As pessoas saberiam o que precisa ser feito na sua ausência para manter o resultado gerado por você?

Se existe esta centralização de escopo de trabalho tão forte capaz de gerar uma ruptura no desenvolvimento constante em sua ausência, estamos indo na contramão dos objetivos com este texto. Para trabalharmos o fortalecimento e desenvolvimento organizacional é preciso aumentar cada vez mais o esforço estratégico e reduzirmos o esforço operacional.

Um exemplo: Com o mesmo relatório do item anterior, você gastaria, no mínimo, 5 horas semanais. Caso fosse implementada uma ferramenta para automação e aceleração desse processo que reduzisse este tempo para 30 minutos, restaria 4,5 horas na semana para buscar e validar oportunidades de crescimento para empresa.

Você pode fazer isso de 3 formas:

Analogia especializada:

Consiste em analisar como é feito a mesma função em um setor análogo. Alguns exemplos:

  1. Como melhorar o fluxo de pessoas em fila no refeitório da empresa? Basta analisar como é feito este processo em embarques de aeroportos ou filas de supermercados.
  2. Como melhorar o home office? Basta entender como é a divisão de tempo e relacionamento de astronautas lançados para o espaço.
Benchmarking:

O foco aqui é na análise da concorrência de processos que você executa atualmente. Como é feito o que você faz hoje no mesmo setor que você ocupa? E, por fim, como você consegue implementar no que faz, trazendo melhorias?

Desenvolvimento aos pares:

Se houver alguém dentro da empresa que exerce funções próximas às suas, você pode fazer um revezamento da responsabilidade de alguma função em que a única regra para poder fazer esta troca é ter implementado alguma melhoria no processo.

Por exemplo: Ao receber a função do relatório, caso eu conseguisse reduzir 20% do tempo para sua execução através de algum processo, eu poderia repassar esta função para a outra pessoa e, assim, sucessivamente.

Tempo de rampagem

O termo veio do setor de vendas, mas consegue se replicado em todo e qualquer departamento. É o tempo que uma pessoa entende o que precisa ser feito e começa a refletir o resultado esperado. Ou seja, para implementar estas etapas de fortalecimento e desenvolvimento organizacional, levará um tempo de acordo com a cultura de execução da sua empresa para que as pessoas assimilam todo o processo.

Por isso, seja transparente com cada pessoa e consigo mesmo estes 3 pontos principais:

  1. Qual a noção de sucesso? Por aqui, entenda onde você quer chegar e deixe transparente onde sua equipe também deve chegar.
  2. Qual o caminho devo seguir? Foque no que você e sua equipe devem fazer para atingir esta noção de sucesso determinada.
  3. Quando será feito o acompanhamento de efetividade? É recomendado uma revisão ao menos bimestral dos planos de ação adotados e resultados alcançados para reajustar a rota. Além disso, é importante que seja realizado ao menos 3 contatos ao longo da semana com a sua equipe para uma micro validação.

Boas práticas para o desenvolvimento

Para finalizar e trazer mais insumos práticos para você e sua organização, trouxe dois pontos para você começar a aplicar a partir de hoje.

Não faça das reuniões um gargalo

Reuniões funcionam como uma data que eu preciso esperar chegar para resolver um problema e isto reflete em pautas longas e atraso no processo. Ao surgir um problema, deve ser resolvido o quanto antes. Por isso, não faça das reuniões um ponto marcado para trabalhar os problemas da semana. Pois neste caso, eles devem ser trabalhados assim que surgem.

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Mais validações e menos hipóteses

O foco por aqui está em estimular MVPs e não ideias. Só saberemos se uma ideia é realmente efetiva se ela for implementada na prática. Por isso, antes mesmo de travar ideias pelo julgamento através de experiência e histórico, é importante rodar esta mesma ideia em escala menores para medir na prática sua efetividade e, quem sabe, abrir portas para a inovação.

Agora que você já sabe como fortalecer e desenvolver sua organização, tire suas ideias do papel e comece a executar hoje mesmo! Conte com a gente e

#BORAEXECUTAR

Qual empresa mais combina comigo?

Qual empresa mais combina comigo?

Quando as pessoas estão em busca de começar sua carreira ou até mesmo mudar os caminhos, o primeiro passo muitas vezes é o processo seletivo.

Mas neste momento mais do que o desespero de conseguir uma vaga, deve prevalecer a certeza de que a empresa a qual você está se candidatando te trará satisfação no trabalho.

Por isso, separamos passos para você ter mais clareza ao avaliar uma empresa e se ela faz sentido com o que você quer tanto pessoal quanto profissionalmente.

1. Qual o tipo de negócio da empresa?

Você entende o produto ou serviço que a organização oferece? Se isso gera algum benefício para a sociedade? Se sim, ele te faz brilhar os olhos?

Um exemplo claro é a Natura. A empresa investe muito no meio ambiente e busca promover a sustentabilidade com suas operações.

Há pessoas que tem um propósito totalmente alinhado a isso e esse é um quesito que traria orgulho do lugar onde ela trabalha.

2. Eu me alinho com a Cultura da Organização?

A Ambev, por exemplo, é uma empresa com foco em sonho grande, meritocracia e também uma hierarquia mais vertical. O estilo de liderança é bem direto em cada departamento. Essa organização tem um perfil mais formal que Startups.

Por isso, busque sempre entender como funciona a cultura na organização que você está se candidatando e veja se o ambiente se adequa ao seu estilo de vida e produtividade no dia a dia.

3. A qual cargo estou me candidatando?

Depois de entender a organização, é necessário saber se as vagas abertas se alinham com a sua expectativa. Procure saber quais são as funções e atividades a serem desenvolvidas. Além disso, elenque quais delas você terá prazer em desenvolver.

Uma boa prática é conversar com pessoas que já trabalham na organização ou até mesmo que não trabalham mas ocupam uma vaga semelhante! Uma ótima forma de contato é usar o LinkedIn. 

Assim, fica muito mais fácil escolher a empresa que você irá se candidatar e se conseguir vaga ser feliz no trabalho. Lembre-se a empresa escolhe você e você também escolhe a empresa!

Para começar agora:

  1. Busque empresas com propósitos alinhados aos seus;
  2. Entenda o seu perfil de trabalho (formal ou informal);
  3. Saiba quais são as suas prioridades (flexibilidade, autonomia, remuneração);
  4. Alinhe expectativa da vaga com atividades que você executa bem.

Como você pode aplicar a técnica do future-back de CEOs de grandes organizações?

Como você pode aplicar a técnica de Future-Back de CEOs de grandes empresas?

Você provavelmente já ouviu falar que em ideias como povoar Marte até 2025 ou se ter vias expressas subterrâneas sob Los Angeles para grandes trajetos em um curto espaço de tempo. Caso não tenha ouvido ainda, este são dois dos grandes planos de Elon Musk. Todas estas ideias chamadas de loucura por uns ou de futurismo por outros partem de uma técnica utilizada por grandes CEOs, incluindo Jeff Bezos que ocupa, atualmente, a posição de homem mais rico do mundo com 11,1% de participação na Amazon.

Esta técnica é chama de Future-back, ou ainda em tradução livre: Do futuro para o presente. Basicamente, esta técnica consiste em executar uma estratégia no presente, almejando uma noção de sucesso no futuro. Na prática, funciona da seguinte forma:

Na maioria dos casos, temos estratégias sendo construídas através de 3 perspectivas focadas no presente:

  1. Onde estamos atualmente?
  2. Onde queremos chegar?
  3. O que e como fazer para atingir?

A técnica future-back não possui consulta ao presente ou histórico, pelo contrário, deve ser montada em uma folha em branco para não haver interferência da situação atual. Porém, não pense que são construções sem embasamento. O foco desta metodologia está em inverter as intenções. Ao invés de entender o presente para caminhar para o futuro, se almeja um grande futuro como prioridade para que a situação atual não limite as intenções estratégicas.

Para facilitar o entendimento e aplicação em sua organização, ou na que trabalha, trouxe 3 pontos principais:

1. COMECE POR VOCÊ

Este é o primeiro passo para a aplicação da metodologia. Não espere que toda uma empresa compre uma ideia se quem a propôs não acredita nela. Por isso, experimente agora o Future-Back antes de levar para todos os colaboradores e colaboradoras.

Pegue uma folha em branco e, sem as âncoras do presente, foque em o que a empresa em que trabalha pode fazer quando se passarem 10 anos. Busque pensar da seguinte forma: Se tivermos todos engajados em uma causa e soubéssemos o que precisa ser feito, até onde poderíamos ir? Este é o momento de acreditar e potencializar o impacto que a empresa possui.

Por fim, mais do que noções de sucesso, você precisará de 3 competências:

  1. Visão constante: Uma ideia só é transmitida se for lembrada. Para isso, é importante que você sempre estimule o motivo principal dela estar sendo aplicada.
  2. Clareza na comunicação: Você costuma utilizar precisão de linguagem e constatar se a pessoa entendeu o que precisa ser feito? Este hábito é essencial para ser trabalhado.
  3. Transparência no diálogo: Por aqui estamos falando em feedbacks abertos e nada de eufemismos. Todos e todas sabem o que deve ser feito e compartilham de experiências.

2. LEVE PARA O TIME

Neste momento, se é a primeira vez que testa este modelo, provavelmente em alguns momentos você pensou que o que construiu na etapa anterior é impossível de ser feito, porém, este é o tópico que faz com que as ideias ganhem relevância e uma maior probabilidade de êxito.

Ao levar para a equipe, é importante que a ideia que você traçou (ou traçou em conjunto com toda a empresa em organizações menores) consigam trazer 3 pontos principais para todas as pessoas:

  1. Uma visão verdadeiramente inspiradora: O que foi desenhado transmite para as pessoas uma conquista realmente valorosa e que vale a pena ser conquistada?
  2. Cultura de aprendizado: Para que uma ideia ousada seja materializada, é preciso que toda a empresa faça perguntas difíceis e busquem aprender cada vez mais com a prática.
  3. Atraia e reconheça pessoas: Por aqui, o foco deve estar em reconhecer e promover as pessoas que tem esta mentalidade de inovação no dia a dia para estimular sua atuação e indicar para a empresa qual deve ser a conduta de cada um.

3. COLOQUE EM PRÁTICA

Você provavelmente possui um bom esboço da ideia neste momento, porém não passam de hipóteses que precisam ser validadas. Por isso, este é o momento em que, analisando o histórico e projeções que a grande ideia deve receber pequenos ajustes, mas cuidado para não regrar demais o que foi construído até aqui.

Após esta análise crítica, é importante definir as metas que mostrarão qual o caminho a ser seguido em cada período de tempo até se chegar aos 15 anos traçados inicialmente. Por aqui, é o mesmo que escalonar uma meta anual em meses, porém em uma escala ainda maior.

Lembre-se de focar em duas perguntas em todo este processo de aplicação:

Como podemos intensificar o cenário atual?

Como podemos colher sementes melhores no futuro?

Para finalizar, não se esqueça que, mesmo sendo recente esta metodologia utilizada por grandes CEOs, sempre vale a pena revisitar ferramentas consolidadas na administração como a Análise Swot e As 5 forças de Porter para contribuir no alcance aos objetivos.

E, claro, conte com a gente!