3 Hábitos para você alcançar resultados maiores

Descubra como você pode potencializar a sua rotina!

Alta performance se adquire também no comportamento

Se você está procurando sobre este assunto, imagino que não queira perder muito tempo, certo? Afinal de contas, os horários em sua rotina estão apertados e você precisa de formas para otimizar o seu tempo e se organizar melhor para potencializar aquilo que faz atualmente. Por essa razão, vou ser direto ao ponto, compartilhando ações práticas e simples que você pode implementar na sua rotina hoje mesmo para continuar aumentando os seus resultados.

Hábito 1: Não importa o método, EXECUTE!

É isso mesmo que você leu. Muitas vezes buscamos fórmulas prontas na intenção de simplesmente colocar em ação e ter a certeza que todas as perguntas que fazemos terão uma resposta com 100% de assertividade. Na verdade, esse cenário nunca irá se concretizar. Por mais que você encontre algumas respostas, nenhuma delas fará sentido totalmente para você. O seu foco deve ser em absorver esta metodologia e testar no seu dia a dia fazendo as alterações que forem necessárias.

Para incorporar este hábito, defina na sua rotina semanal um horário para aprender métodos (como você está fazendo neste momento) e um horário semanal de pelo menos o dobro de duração que o anterior para testar na prática o que aprendeu. Neste segundo, o foco está em colocar em ação e experimentar se o que você está consumindo realmente faz sentido. Assim, você terá uma validação prática do que pesquisou e com os resultados alcançados você irá perceber como direcionar seus estudos de acordo com o que está faltando. Afinal, não é um conceito que traz resultado, mas a implementação e execução dele dia após dia.

Hábito 2:  Na dúvida, ERRE!

Para que uma ação tenha êxito é fundamental que seja executada no tempo certo. Porém, é praticamente impossível prever qual é o tempo certo de implementar uma ideia. Por isso, trabalhe para colocar um plano de ação em prática o quanto antes. Pois se você pensou na possibilidade de executar naquele momento, há uma maior probabilidade desta ação fazer sentido naquele momento e não futuramente, pois pode ser que não exista mais a demanda daquela ação.

Para trabalhar no dia a dia, anote todas as suas ideias do que você pode fazer em um bloco de notas (pode ser virtual ou físico), selecione 2 ideias de maior potencial para serem executadas naquela semana e busque desenvolvê-la em apenas 30 minutos do seu dia para validar se faz sentido continuar nesta ideia ou não. Mas mais do que isso! Não questione se uma ideia é boa ou ruim, questione se o risco na implementação é alto ou baixo. Afinal, é praticamente impossível prever qual é o tempo certo de implementar uma ideia. Se o risco for alto, diminua a escala e o impacto da ação.

Hábito 3: Não desperdice o seu tempo, PRIORIZE!

Mais do que inserir novos hábitos na rotina é importante também retirá-los. O foco deste hábito está em retirar os ladrões de tempo na nossa rotina como redes sociais, internet, interrupções, falta de planejamento e problemas que surgem como um incêndio. São situações que mesmo não querendo, acabamos colocando no nosso dia que não nos levam ao resultado que queremos alcançar naquela semana. Por exemplo, você quer terminar o trabalho mais cedo para poder aproveitar o jogos olímpicos com tranquilidade. É preciso eliminar algumas distrações que acontecem durante o dia.

Para incorporar na sua rotina, você precisará fazer duas listas: Uma com todas as suas reais prioridades para aquela semana e uma outra que você irá analisar seus hábitos na segunda e na terça e anotar aqueles que não fazem sentido acontecer novamente no restante da semana. Não se preocupe se for um hábito muito difícil para você, hábitos levam tempo para serem consolidados e mais tempo ainda para serem mudados, o importante é continuar ajustando.

Para resumir, deixei uma lista para você conferir o que você pode implementar a partir de hoje:

  1. Tenha na sua semana um horário para estudar e um horário exclusivo de pelo menos o dobro de duração para colocar em prática e validar o que você precisa melhorar.
  2. Anote todas as ideias que tiver na semana e escolha 2 para executar da forma mais simples possível. Não se preocupe se é boa ou ruim, mas se é arriscada ou não (sendo arriscada, reduza o impacto e a escala).
  3. Anote quais são os hábitos que você quer eliminar na sua rotina toda segunda e terça para você se lembrar o que deve buscar evitar no restante da semana.

Extra – Acesse o playbook com tudo que você precisa saber sobre produtividade

#BoraExecutar

Filtre suas pesquisas de forma estratégica

Curadoria de Conteúdo

Descubra a melhor forma de potencializar suas pesquisas e estudos.

Na hora de realizar qualquer estudo ou até a criação de conteúdo é preciso se apoiar em informações de fato relevantes e até de maior autoridade. O próprio google pode te auxiliar nessa busca e ainda mais, fugir de qualquer Fake News durante esse processo.

Com essa nova prática você consegue os melhores artigos sobre o tema que precisa, incluído a melhor aplicação de cada um. Para isso, vamos dividir a curadoria em alguns passos:

  1. Definição de temas e palavras chaves;
  2. Atribuição de termos durante a pesquisa;
  3. Escolha do artigo mais adequado;

 

 

  1. Definição de temas e palavras chaves

Diante das suas pesquisas é preciso definir as melhores palavras, são elas as chaves para bons artigos.

Sempre foque em pegar palavras que falem do tema e de instituições que você confia sobre a abordagem.

 

Por exemplo, se sua pesquisa for relacionada a aprendizado e como ele tem evoluído com a progressão digital no mercado. Você pode utiliza palavras como “educação” para o foco principal da abordagem, “tecnologia” envolvendo o contexto de forma mais específica e promovendo maior criticidade e “Harvard” para garantir a autoridade, confiabilidade da sua pesquisa.

Se você se dá bem com outros idiomas, temos uma dica especial é usar as palavras em inglês (ou o idioma da sua preferência), para abranger pesquisas internacionais sobre os temas

 

  1. Atribuição de termos durante a pesquisa

Diante da pesquisa pode acontecer de você querer optar por uma ou outra metodologia, não seria necessário realizar duas curadorias diferentes, para isso, alguns termos (nesse caso é indispensável o uso do inglês) podem auxiliar na curadoria.

 

É simples, para os casos onde você quer que todos os termos sejam incluídos no artigo, utilize o termo “and”. Assim, todas as palavras chaves que definiu vão aparecer na pesquisa realizada.

Seguindo o nosso exemplo ficaria ‘educação and tecnologia and Harvard’. Já nos casos onde você pode optar entre duas abordagens e não importa muito qual delas apareça para você na realização da pesquisa, utilizaríamos ‘Educação or tecnologia’.

 

  1. Escolha o artigo mais adequado

Agora que a pesquisa foi feita é importante, escolher quais dos artigos você vai se apoiar. Nesse caso, o FaçaAgora! te sugere um forma de escolha, diferentemente dos outros dois que é uma forma de pesquisa, esse é um método praticado pela equipe FA!

Leia os títulos que aparece a você e observe de onde são cada um deles, e quais mostram uma abordagem mais coerente pelo título, assim decida 10 títulos para continuar a filtrar.

Escolhido os primeiros títulos, leia os subtítulos e se decida entre os três melhores. Se durante a leitura do subtítulo perceber que a escolha anterior não foi adequada, não tem problema voltar um passo.

Com os três finalistas, você garante uma boa curadoria além de criticidade para as suas referências independente de qual trabalho for.

 

Preparado(a) para por em prática toda essa curadoria¿! Agora ficou muito mais fácil e seguro para iniciar as suas pesquisas, não cair em fake News e ter uma boa referência!!

 

A falsa execução: a ‘pegadinha’ que assola os anos 2020.

A Execução também usa disfarce

Quando apenas o primeiro passo torna satisfatório, sem nunca ser suficiente.

Quantas vezes você já se matriculou na academia e acabou indo só no primeiro mês. Ou já baixou um app para adquirir um novo hábito ou qualquer outra iniciativa e nunca mais o usou. Comprou um livro e não leu. Planejou a dieta e furou na primeira semana. Salvou uma publicação e nunca mais precisou dela.

Todas essas ‘ciladas’ estão relacionadas com a Falsa execução, além de estar associada com os novos tempos.

Com a tecnologia e com o movimento para adquirir novos hábitos, aumentamos os passos de todo e qualquer processo.

Acompanhe o exemplo: Se fossemos começar a caminhar todos os dias, há 10 ou 15 anos, compraríamos uma roupa adequada (se necessário), programaria o despertador para o horário pré-definido dessa corrida e executaria. Pronto, podemos executar e aplicar melhorias e hacks de atividade com três ou quatro passos de planejamento. Já nos dias atuais, aumentamos alguns passos que antecedem os já citados, como baixar app de corrida, entra em um grupo online de corridas do seu bairro ou cidade, procura os lugares mais ‘descolados’ e frequentados pelos influenciadores digitais. O que realmente acontece é que esses “novos” passos, são, em tese, mais acessíveis e sugestivos de se aplicar, e exatamente por isso, a sensação de satisfação consegue ser ainda maior.

Por isso, quando chegam os próximos passos, a execução de fato, se torna ainda mais distante. Os passos vão ganhando maior grau de dificuldade, e a satisfação não gera ânimo o suficiente para a ação.

Mas existe formas de contornar a falsa execução, que nada mais é que a satisfação antecipada. Bom, não só para essa, mas outras ciladas, uma boa dica para a execução ser eficiente é programar. Marque na agenda quando vai ser realizado o próximo passo.

Vamos continuar pelo mesmo exemplo. Os primeiros passos obtidos com a tecnologia podem ser realizados todos em um único dia. E o próximo, que seria a compra das roupas adequadas, deve ser agendada. Assim, vamos alimentar a satisfação de conseguir realizar várias tarefas de uma vez só, ao mesmo tempo que nos conscientizar que ‘não parou por aí’.

E aí, qual o próximo hábito que você vai executar, sem cair na falsa execução?!

 

Resiliência em Processos Seletivos

Como os processos seletivos avaliam resiliência

Descubra a melhor forma de se preparar para esses processos, sem se surpreender com a avaliação.

Um estudo realizado pela FGV, comprovou que 20% dos alunos da universidade apresentam baixo índice de resiliência. Por mais que o resultado representa a minoria, o estudo aponta que ainda é um percentual alto quando se trata dos futuros profissionais do mercado.

Me chamo Julia Sanseverino, desenvolvedora e facilitadora de produtos no FaçaAgora! e venho te apresentar como os processos seletivos avaliam resiliência e as melhores formas de aperfeiçoar a sua.

O Mercado

A resiliência não é apenas uma palavra da moda, é uma tendência que ganhou força graças a necessidade. Resiliência, pelo dicionário é traduzido como a capacidade de reverter ou se manter diante da má sorte e das mudanças

Nos últimos anos, a necessidade se traduz para o mercado em formato de adaptação, uma vez que as mudanças estão cada vez mais velozes e mais intensas.

Já deu para entender o ponto em comum, certo? O ecossistema está em constante mudança, criando a necessidade de adaptação também constante para o mercado, agora adivinha quem tem o maior potencial de resiliência olhando por essa ótica ?

Exatamente, os jovens profissionais. Justamente a geração com potencial intrínseco na criação e na própria formação.

O Processo

No mundo coorporativo, para avaliar a resiliência é preciso antes criar situações, avaliando o comportamento. É por esse motivo que a maior parte dos trainees propõe cenários como:

Cobrança contínua na entrega de serviços, controle de metas ao invés de controle de horário;

– Prazos mais curtos para tarefas cotidianas, ou até mudanças inesperadas de prazos;

– Clientes mais exigentes e mais informados sobre o produto ou serviço;

– Mudança constante na empresa e nos processos;

Parece simples, a forma de avaliar julgando o posicionamento em um cenário real, e por vezes, até mais hostil que o da rotina de trabalho. O que torna difícil é avaliar de forma uniforme todas os candidatos, e utilizando os mesmos critérios de observação nos processos seletivos, e é então que se introduz o Questionário da Resiliência.

Essa ferramenta de Recursos Humanos, tem sido implementada em 32% dos processos em grandes empresas, conforme o GrouGp. De forma resumida, o Questionário, que pode ser implementado de forma remota, é um formulário com diversas perguntas e ao final ela gera resultados que indica a resiliência com base em 8 componentes: autoconfiança, otimismo, direção com propósito, adaptabilidade, criatividade, orientação para desafio, controle emocional, busca de apoio.

Importante ressaltar que as perguntas do questionário devem ser criadas de acordo com o entendimento da organização e|ou equipe sobre o que significa cada um desses oito componentes, e em nenhuma delas se deve perguntar de forma direta sobre os mesmos.

Para alguns, esse modelo racionaliza muito o formato do processo seletivo e a avaliação da resiliência como um todo. E isso pode até acontecer, mas esse questionário pode ser passado de diversas formas, e nunca como uma prova de perguntas certas ou erradas. Basta entender que é uma avaliação comportamental e existem comportamentos aceitos e esperados em determinadas organizações, assim como comportamentos que não são. É a peneira profissional funcionando de fora para dentro. Onde o mercado é quem realiza filtragem.

Para completar e garantir ainda mais assertividade, a entrevista pode desvendar algumas pontas soltas do questionário, é onde você consegue pedir exemplos práticos, ou como a pessoa atuaria em determinadas situações. Validando a coerência entre resposta do formulário e resposta da entrevista.

A Habilidade

Perfeito. Entendemos qual a atuação, quais os métodos de avaliação e o porque é importante esse aval. Agora chegou o momento de entender o processo para adquirir a resiliência. Como qualquer soft skill, a habilidade envolve hábito e constância, mas vamos além.

Estamos sempre pautando em objetivos, que no nosso caso, gira em torno de dois principais:

  1. Passar no Processo Seletivo
  2. Aumentar a positividade e adquirir o comportamento de fato, como melhoria responsiva.

A diferença entre elas é a duração e frequência de prática, uma vez que na primeira situação você tem objetivo de apenas passar para a próxima etapa, e na segunda adquirir como uma característica.

Nesse caso, é importante ressaltar que quando falamos de comportamento, estamos falando do principal motivo para demissões independentes (Àquelas que excluem situações como falta de verba ou demissão em massa), o chamado QE, quoeficiente emocional. Não é errado adquirir uma habilidade, em condição momentânea, para garantir sua vaga. Mas é importante saber que essa escolha pode ser a mesma que te faça ser demitido.

 

Então vamos à execução!

Pautado nos oito componentes que firmam e definem a resiliência, temos:

  1. Ter segurança diante às diferentes relações e às condições disponíveis. Confiar no processo, seja ele organizacional, pessoal, estrutural.
  2. Praticar uma visão gentil para os outros e para a vida. Acreditar que as coisas darão certo.
  3. Contar com uma direção clara. Observe como isso se enquadra dentro de seus planejamentos (É exatamente aqui que você pode analisar qual das opções te fazem mais sentido, opção a, ou a b)
  4. Ser capaz de mudar e ficar confortável em relação às alterações em determinados ecossistemas
  5. Garantir facilidade em encontrar solução ao invés de procurar problemas. Promovendo e pensando sobre as várias maneiras para resolver.
  6. Analisar a situações difíceis como oportunidades de desenvolvimento, aprimorando sistemas e restabelecendo emoções.
  7. Manter a calma, inclusive nas situações adversas
  8. Se sentir confortável para falar sobre dificuldades e buscar recursos fora da sua zona capacitiva.

Boa Resiliência para você!

BORA EXECUTAR!

 

Gestão de Hábitos: conheça os biohackings

Gestão de Hábitos

Supremacia da implementação de novos hábitos e o relacionamento com produtividade e gestão de tempo.

O mercado de trabalho exige em muitos aspectos a atualização e a renovação constante de acessos a informação. Com isso, é perceptível a ascensão da valorização da gestão de hábitos como softskills para a carreira.

Não à toa, o número de aplicativos, livros e conteúdos sobre esse tema aumentou consideravelmente. O que é importante ressaltar, é como a implementação dos hábitos vieram como promotor de consequências. Basicamente, se gostaria de ser mais produtivo e saudável, promovia o hábito de malhar semanalmente ou de ler todos os dias, e se alimentar de forma mais adequada.

Uma consequência desse movimento é justamente o acúmulo de hábitos, que em sua maioria se tornam obrigações, inchando o ‘to do list’ diário e não permitindo a flexibilização de horários e disposição para situações não planejadas. Esse engessamento da rotina, causa por tanto o efeito reverso, e o propósito final da implementação do hábito acaba não sendo alcançada.

Para evitar esse movimento reverso, o FaçaAgora! separou algumas dicas importantes para que a implementação seja de fato, efetiva. Ao final você também encontra alguns aplicativos para se direcionar.

Bora Executar!!

  1. Só o essencial

Inspirado no livro “Essencialismo: A disciplinada busca por menos” de Greg McKeown, traduzimos o efeito de menos é mais. Por tanto, para cada nova implementação é exigido um desapego. O exemplo prático mais comum é na compra de roupas. Ao comprar uma nova blusa, você necessariamente elimina uma blusa do seu armário, seja doando, seja vendendo ou afins.

Inicia-se o processo eliminando hábitos ruins ou que não agregam tanto valor no cotidiano. E diante disso analisa qual a sua prioridade de implementação. Para implementar é preciso eliminar.

2. Planejamento alinhado

Citamos a implementação excessiva, a mesma que promove o inchamento do ‘to do list’. E para evitar agregar hábitos “à toa” é importante que a consequência, o objetivo de gerir esse novo hábito, esteja muito bem especificada e alinhada com um planejamento ainda maior.

Por isso, a dica aqui é que o hábito esteja dentro da sua formação e construção de metas, se tornando ele a última etapa.

Faço uma indicação sobre o Do!Cast que pode auxiliar nessa construção mais detalhada. Episódio #03: A execução Imediata

3. Responsabilidade e Compromisso

Você já percebeu como as celebridades são cobradas por aqueles que os acompanham nas redes, seja para por em andamento um projeto novo, ou para aparecer mais vezes.

Por mais que não seja uma relação saudável, na maioria das vezes, funciona como um alerta e gera responsabilização. A dica aqui é justamente externalizar esse hábito, a ideia é “blogueirar” se não para todos os seus seguidores, que tal com o seu time, ou grupo de amigos mais seleto?! Aproveitando para administrar e até brincar com pontos, ponha todo o grupo na brincadeira e formalizem a prática do hábito.

Caso essa cobrança externa não estiver te ajudando, e ainda mais, prejudicando emocionalmente, não se importe em “voltar atrás”. Nenhuma dica é universal, e tudo bem você não se adequar a qualquer uma delas.

Agora, nosso momento merchan, bora para as indicações de aplicativos:

  • Wunderrlist

Nesse app é possível criar várias listas, com objetivos diferentes, o mais legal é poder posicionar prioridades e até alarmes para algumas tarefas, assim você será lembrado e notificado de tais hábitos e pode funcionar também com as suas tarefas diárias.

  • To Do List

Segue a mesma ideia do wunderlist, com alguns detalhes, você pode utilizar ele pelo navegador. Além disso, consegue adequar suas tarefas pelo localizador, acionando o maps ou Waze quando o compromisso, hábito ou tarefa for em outro lugar.

  • Organizze

Muito mais voltado às suas finanças, aqui você faz um levantamento dos seus dados e das mudanças relevantes a serem feitas durante qualquer implementação.

Podendo selecionar em qual âmbito você tem gastado mais, muito apropriado para quem está começando no mundo dos investimentos

  • DotHabit

Minimalista, facilita o uso, você anota qual o hábito e para cada um deles você automático cria um quadro para gerenciar todas as vezes que você realiza às tarefas referente a ele. Pode por inclusive aqueles que você sabe que são ruins e está com dificuldade de eliminar de vez, assim pode se policiar para diminuir cada vez mais a prática do mesmo.

E por hoje, foi só tudo isso pessoal, mais consciência ao implementar uma novidade do mercado, isso faz toda diferença. E são esses os cases que faz novos profissionais se destacarem.

Como trabalhar inovação para aumentar os resultados

Como trabalhar a inovação para aumentar resultados

O que é, como implementar e direcionamentos importantes

Antes de tudo, preciso fazer um alinhamento com você. Se você está em busca apenas de conceitos e definições, você não vai encontrar aqui. O foco deste texto está totalmente na execução e em como você pode aplicar para gerar resultados efetivos no seu dia a dia e em sua organização.

Antes de continuar este texto, você precisa saber que inovação não envolve apenas trazer soluções radicais criando um novo mercado, incrementos para produtos ou até mesmo ideias disruptivas para um mercado já existente.

Quando falamos em inovação, devemos lembrar de dois motores que impulsionam qualquer organização: Consolidação e Inovação. Coloco as palavras nesta ordem de propósito. Não adianta você querer pensar em Inovação para a sua organização se não focar no mínimo de Consolidação (apenas em alguns momentos específicos esta ordem se altera).

Vamos a um exemplo: Suponha que você quer melhorar a experiência da sua audiência em algum canal de comunicação online que você possui. Comumente, você utiliza de imagens para se comunicar e passar sua mensagem ao público. Porém, você percebeu que precisa melhorar a interação com o público por conta da queda no engajamento da plataforma. Neste momento, você decide mudar sua comunicação (que antes era feita através de imagens) para vídeos.

Você poderá ter um retorno significativo ou não. Isto depende do motivo da queda de engajamento da sua audiência com o seu canal de comunicação. Em uma primeira situação, vamos imaginar que sua audiência aceitou muito bem o novo estilo e seu engajamento aumenta. Porém, em uma segunda situação, vamos imaginar que a queda do engajamento possa ser por falta de tempo da audiência que demanda por postagens mais curtas e com o conteúdo mais direto. Neste caso, o vídeo apenas piora seus resultados. O que realmente faria sentido é postagens com textos curtos e diretos em imagens.

O que quero dizer por aqui é que a Inovação por si só não garante a sobrevivência do seu negócio. Entenda: Inovação é permanência no longo prazo, Consolidação é permanência no curto prazo e para você aplicar estes conceitos de fato, vamos focar separadamente:

Consolidação como permanência de um negócio no curto prazo

Este deve ser o primeiro motor de um negócio. Você deve focar no mínimo 70% de todos os seus recursos neste motor. Entenda por recursos: Tempo investido, pessoas direcionadas, capital financeiro e assim por diante).

Para desenvolver a Consolidação, você deve buscar o mínimo do seu negócio que consegue gerar o máximo de valor. Neste caso, estamos falando de nível de entrega em projetos, um estilo de publicação curinga em suas redes, uma ferramenta para gestão interna, enfim. A Consolidação é o que mantém seu negócio performando dia após dia.

Um exemplo: Suponha que você tem 5 produtos em seu portifólio para os clientes. Para trabalhar a Consolidação, qual destes produtos você tem o maior domínio e que, por consequência, acaba sendo o mais vendido? Esta é a consolidação do seu negócio. O que te traz renda. O nível de inovação neste caso deve ser muito bem dosado.

Inovação como permanência de um negócio no longo prazo

A pergunta mais importante por aqui não é como inovar, mas quando inovar.

Caso você queria aprofundar em como inovar, confira este nosso texto: Como fortalecer e desenvolver uma organização

Então, quando inovar, afinal?
Sempre! A inovação é o que garante o desenvolvimento da organização e diferenciação em relação ao mercado. Neste motor, você deve focar até 30% dos seus recursos.

Um exemplo: Um dos grandes gatilhos para manter um público engajado é o da curiosidade. Ao receber um mesmo estímulo e estilo de conteúdo, uma audiência entende que aquilo é um padrão e acaba reconhecendo como algo trivial e com mesma importância das demais. Logo, sem diferencial competitivo. Este é um dos grandes motivos de aplicativos para smartphones, sendo, inclusive, uma estratégia já utilizada pela grande Facebook em que deveria liberar novas atualizações quinzenalmente.

Mas como trabalhar o equilíbrio entre consolidação e inovação, afinal ?!

1.Quanto maior a consolidação, menor a escala de inovação

Não estou dizendo que você não deve mexer em “time que está ganhando. ” Pegando este mesmo exemplo, você tem um time excelente em campo, você vai retirar todos do campo para implementar um formato novo com os reservas? Imagino que não. Neste caso, o mais prudente a se fazer é alterar somente um jogador ou uma estratégia em si.

Ao começarmos o processo de inovação, a única coisa que temos são hipóteses e estas hipóteses precisam ser validadas na prática para medir o resultado.

Vamos a um exemplo: Se você quer melhorar a experiência do seu cliente na empresa e entende que pra isso vai precisar oferecer uma cesta de chocolates para cada um para isso, você não deve implementar mutuamente para todos os clientes. Na verdade, o que você deve fazer é enviar esta cesta para alguns poucos clientes e coletar os retornos com esta atitude. Só após este primeiro feedback você terá os insumos para validar esta ideia e identificar se realmente faz sentido ser para todos os clientes dado o investimento que a organização precisa fazer.

O que quero dizer é que recursos são limitados a todo momento e o uso destes deve ser o mais estratégico possível. Se você quer melhorar a comunicação em uma empresa de 50 funcionários, por exemplo, você não pode implementar uma nova plataforma para todos utilizarem sem saber do retorno que trará, antes disso, você deve testar em um grupo específico, ver quais as dificuldades e facilidades, adaptar e só assim levar pro restante da empresa já com as melhorias adotadas.

2. Escala e impacto para implementar a inovação

A Inovação deve estar acontecendo a todo momento na empresa. Testes de hipóteses é o que vai te deixar atualizado e bem posicionado no mercado. Você precisa entender seu público e você só conseguirá fazer isso se estiver coletando feedbacks a todo momento. Para entender esta dinâmica, pegarei um exemplo análogo para ilustrar a situação.

Vamos a um exemplo: Sabe aquele ou aquela comediante que você gosta? Já se perguntou como pode ser tão engraçadas as piadas contadas? No próprio processo de criação é utilizado a metodologia Setup + Punch que é, basicamente, ao contar uma piada, quem a contou entende qual foi a reação do público para validar se vale ou não ser incorporada definitivamente no repertório. Para isso, cada comediante tem seus telespectadores para testar. Primeiramente, testa com um amigo ou parceiro, depois com a família, posteriormente em eventos menores de standups e depois incorpora ao grande roteiro.

O que quero frisar por aqui é que você precisa validar suas ideias o tempo inteiro com o seu público, mas de forma controlada. Qual o maior impacto da sua ideia você pode validar com a menor escala possível antes de implementar efetivamente?

3. Dicas e orientações para começar hoje

  1. De nada vale uma ideia se ela não for testada. Por isso, ao ter uma novidade de implementação, imagine como você pode aplicar em uma escala menor, buscando o maior impacto possível hoje mesmo para validar sua ideia
  2. Consolide aquilo que você manda bem hoje. O que sua empresa faz bem está consolidado? Ou seja, você consegue ter o domínio de todo o processo? (Aqui entram aspectos de gestão de conhecimento, treinamento de equipes e afins).
  3. Trabalhe de forma consciente e constante. Tenha domínio de todas as etapas e gestão de inovação periodicamente. Como podemos te ajudar hoje? Entre em contato!

#BORAEXECUTAR

LinkedIn para Iniciantes

Linkedin para iniciantes

Muito mais que uma 'conexão' virtual. Como garantir o LinkedIn como uma rede social mais estratégica e com verdadeiros resultados.

Se observado de forma distante e superficial, parece apenas mais uma rede social. Mas se trata de uma ferramenta potencializadora para seu networking e  para a inserção no mercado além do ganho de autoridade.

O linkedIn, é de fato, uma rede que se parece em muito com outras tantas que já vimos, mas seu objetivo e alcance promove diferentes resultados. Movimentado por insights e experiências, todo post tem um dever: gerar conteúdo para os outros adeptos da rede.

Mas vamos com calma, isso não é uma propaganda, o artigo é justamente para que você conheça as ferramentas e consiga trabalhar com elas a partir daqui.

Alguns cuidados

Para que autoridade e reconhecimento seja de fato alcançado com a rede, algumas posturas devem ser diferentes das demais. Uma delas é justamente a linguagem.

As redes sociais nos trouxeram um novo formato de comunicação, somos a geração que mais lê e escreve, porém somos os que mais leem falsas notícias, e escrevemos fora do padrão gramatical, pois é assim que nos comunicamos com o mundo inteiro. Mas o linkedin inverte essa característica, exigindo uma linguagem um pouco mais formal.

Perfil Estratégico

Vamos começar com a foto de perfil. Antes de mais nada busque uma foto que realmente dê para te reconhecer, nada de corpo inteiro, ou paisagens. Procure também um fundo mais neutro, estamos buscando formalidade e respeito. Então é bacana até que sua roupa esteja em ordem. Sabe aquele momento constrangedor e quase desesperador, em que é preciso abrir a câmera em reuniões virtuais? Pois bem, entenda a foto do perfil da mesma forma.

 Busque preencher todas as lacunas situadas no perfil, quanto mais completo melhor. Gatilho de curiosidade não é exatamente interessante aqui, você precisa convencer sem falar, e para isso a curiosidade não é uma boa opção. Aposte na autenticidade, porque muitas vezes, as mudanças entre perfis são muito sutis.

O melhor espaço para garantir autenticidade é no seu ‘resumo’ nele você pode escrever sobre sua trajetória focando sempre na experiência, então evite apenas listar os lugares que passou, liste os desafios que enfrentou em cada um deles, iniciativas e por aí vai. Por exemplo, ao invés de comentar que você foi gerente de projetos em uma ONG, você pode dizer que trabalhou em uma ONG gerenciando uma equipe de 30 pessoas para realizar projetos gratuitos em prol da sociedade. Tendo sempre apelo pela verdade (não invente informações), é o momento de você se mostrar um ‘pouquinho’ mais. Afinal, seu objetivo é autoridade e garantir uma entrevista de emprego

Outro lugar, muito interessante para autenticidade é nas ‘recomendações’, porém você escreve as recomendações a outras pessoas, assim como as suas conexões escrevem as suas. Você pode solicitar recomendações e nesse espaço é uma forma mais humanizada de comprovar a sua marca. Tenha sempre em mente que se você recomenda também será recomendado, então torne isso parte da sua rotina.

Por fim, ainda no perfil é preciso listar suas competências e outras conquistas, além é claro da sua trajetória por instituições. Busque sempre resumir como foi a experiência naqueles cargos, e não deixe de listar suas experiências voluntariadas.

A rotina no Linkedin

No feed você pode encontrar de tudo, compartilhamentos de certificado, o dia de algum evento muito bacana que alguém participou. Mas, para provocar e se promover na rede você deve trabalhar insights, ou seja, você precisa levantar questões para as suas conexões, a ideia principal é que nenhum post seja ‘apenas’ sobre você ou uma experiência que teve, mas sobre o que ela te trouxe de positivo ou não e como isso pode contribuir para toda as suas conexões.

Para ser ativo, mais do que as publicações é interessante interação. Curta, comente, seja curioso para as atividades de outros e esteja sempre de olho nos informes do próprio linkedin que podem te trazer grandes novidades do mercado.

Agora é com você!!
Ficou alguma dúvida, deixe no comentários, ou entre em contato pelo instagram @facaagora.me, estaremos de olho.

Bora Executar!

Ative a sua inteligência Emocional

Ative a sua Inteligência Emocional

O trabalho é potencializado pelo emocional, entenda como garantir que este esteja a seu favor.

Quando falamos de Inteligência Emocional é comum vermos em algumas rápidas pesquisas no Google, dicas muito tradicionais sobre o assunto. Na maioria delas, existe a máxima de que é preciso dividir vida pessoal e profissional. E o FaçaAgora! está aqui para desmistificar isso e proporcionar exercícios práticos e eficientes sobre a aprendizagem emocional.

Podemos começar com justamente essa missão utópica. Imagine um profissional que trabalhe diariamente atendendo telefone e resolvendo problemas de clientes, tarefa que exige paciência e muita cautela para ouvir e tratar das solicitações. Porém, ele acaba de sofrer uma perda importante em casa.

Como você acredita que vai ser o desempenho desse profissional quando voltar ao trabalho ?

Somos um só, nossas atitudes e emoções vão refletir em nossas atividades, não importa o ambiente. Para isso, temos alguns exercícios e focos diferentes para destacar.

Autoconhecimento

Para prática do autoconhecimento, é preciso aguçar a habilidade da observação. Nesse sentido entender quais as nossas principais reações em algumas situações é o primeiro passo. Existem aqueles que tornam isso parte da rotina, afinal é um processo constante e que demanda tempo.

No caso, te convido a realizar essa prática durante uma semana por mês e então você pode promover realizar com mais frequência. A ideia é reservar um pequeno tempo ao dormir para escrever todos os sentimentos, ou reações que teve durante o dia.

Podendo perceber então, quais são as mudanças de humor e quando são os momentos que se repetem, para poder evitar ou contornar qualquer momento mais sensível ou delicado.

Motivação

Agora que já temos uma forma para observar nossas reações diante das diferentes situações, passamos para a energia que faz a gente dar continuidade às tarefas diárias.

Existem quatro pontos principais de gatilhos motivacionais, o intuito é descobrir quais deles são ativados para cada uma das tarefas realizadas cotidianamente.

  1. Individual: Muito associado a atividades como estudos, ou práticas espirituais, esse primeiro gatilho estimula o crescimento próprio, seja a nível profissional ou a nível pessoal. Onde a motivação para realizar a tarefa é exatamente o desenvolvimento individual;
  2. Equipe: Neste segundo caso, o gatilho motivacional envolve as pessoas que trabalha ou convive com você. Tarefas importantes para uma entrega em conjunto, ou que é passo intermediário de um processo muito maior. Onde o estímulo para finalizar as tarefas é justamente a entrega para todo o time;
  3. Cliente: Difere-se do item anterior no aspecto de entrega. Enquanto para o gatilho de equipe a entrega e tarefa é definida para pessoas que estão na mesma posição que a nossa. Para o Cliente associa-se o estímulo da entrega pensando em quem vai receber o produto final.
  4. Instituição | Organização: O último gatilho envolve justamente o fim do produto. Definido pela instituição, empresa, ou propósito organizacional. Estar motivado e estimulado com o porquê daquela tarefa ou atividade existir.

Agora a sua missão é atribuir um gatilho para cada uma das suas tarefas, e assim, quando a disposição não estiver a seu favor, relembre qual dos gatilhos comove a tarefa em questão.

Na prática

Se formos resumir o conteúdo de maneira a promover a inteligência emocional durante o desempenho das atividades, temos:

A observação para diagnosticar os momentos que humor mais favorece; Se atentar qual o estímulo envolve cada uma das atividades cotidianas

E assim você consegue manipular suas tarefas durante o dia, semana e mês, respeitando seu emocional e potencializando a eficiência e desempenho.

Bora Executar!

O que são hard skills e como desenvolvê-las

O que são hard skills e como desenvolvê-las

Saiba como potencializar as competências técnicas mais importantes para a sua área e se destacar no mercado de trabalho

Aquilo que você usa para te descrever no seu currículo, em geral, resumem bem todas as suas Hard Skills. Isso significa, que elas se referem as suas competências técnicas, o conhecimento que você tem para desenvolver uma atividade ou para ocupar um cargo.

São elas que inicialmente te auxiliam para progredir em um processo seletivo. Quanto mais preparada a pessoa estiver para ocupar uma vaga, mais chances tem de que ela passe nas etapas em que isso é avaliado.

Aproveite para conferir Como desenvolver as Soft Skills

Por isso, confira as principais fontes de se qualificar!

Cursos Extracurriculares

Além da sua graduação, os recrutadores também avaliam os cursos extracurriculares que você fez ao longo da sua vida.

Eles dizem muito sobre o quanto você se aprofundou em assuntos fora da sala de aula e se diferenciou e está mais preparado que os outros candidatos.

E realizando uma boa curadoria, você pode garimpar cursos mais em conta e até gratuitos. 

Experiências Acadêmicas e Profissionais

Além da sala de aula, busque projetos de extensão, pesquisa, empresa júnior e estágios. Essas experiências te farão ter competências técnicas e conhecimentos que muitas vezes não são adquiridos dentro da sala de alta, mas são altamente requisitadas no mercado de trabalho. 

E diferentemente do mercado, esses processos ainda trabalham desempenham, e não apenas o fit com a vaga como em muitas das novas empresas seniores. Ou seja, nessa situação, só depende de você, mesmo. 

Trabalhos Voluntários

Muitas vezes você pode ajudar entidades e pessoas e alinhar isso à qualificação de competências técnicas e comportamentais. Por isso, os trabalhos voluntários são tão valorizados por recrutadores no currículo.

E se você durante a faculdade conseguiu outra maneira de desenvolver as suas Hard Skills, conta pra gente comentando aqui em baixo.

Como montar um currículo de destaque

Como montar um currículo de destaque

Acompanhe este guia completo de como se destacar em processos seletivos aos olhos de recrutadores

Currículo pode ser considerada a fase mais importante de um processo seletivo. É ele que vai determinar se você terá a oportunidade de se mostrar mais e ser avaliado não só por um papel.

Um levantamento realizado pela empresa de recrutamento online Catho aponta que 89% dos recrutadores demoram menos de um minuto para descartar um currículo para a próxima fase, sendo 30% deles demoram em média apenas de 6 a 10 segundos.

Por isso, foque em elaborar um currículo de destaque!

1)  Pense que o currículo é a sua propaganda!

Quando você vê uma propaganda na TV ela diz: vem em um pote transparente, tem formado líquido, varia de cor de acordo com o cheiro e é usado para lavar louças? Provavelmente não! 

Essas coisas são muito óbvias e só o fato de o produto aparecer na tela já tem como deduzir. Por isso, o mesmo se aplica para o seu currículo.

Ao colocar suas experiências profissionais, não diga o óbvio! Se você foi da área de gestão de pessoas, não precisa dizer que fazia recrutamento e seleção, além de fazer planos de desenvolvimento e acompanhamento dos colaboradores.

Diga os resultados que você alcançou e os desafios superados. Se venda como solução para a organização.

Por exemplo: Fui responsável por implementar um programa de desenvolvimento de colaboradores que diminuísse a rotatividade dentro da empresa. Organizei a jornada com treinamentos e capacitações individuais e coletivas, por meio disso o índice de rotatividade da empresa diminuiu em 70%.

2)  Altere as informações de acordo com a vaga!

Um currículo deve evidenciar e justificar o porque você é a melhor opção para aquela vaga. Por isso, mais do que colocar todas as informações, escreva como elas contribuem para que você seja qualificado para vaga.

Por exemplo: caso você esteja se candidatando para uma vaga para o setor de qualidade é mais importante evidenciar um curso sobre certificações ISO9001, do que competências em análise de viabilidade de investimento em projetos.

3) Procure por pessoas que ocupam cargos semelhantes

O LinkedIn é uma plataforma profissional cada vez mais difundida e pode ser utilizada como base para um currículo. Por isso, procure pessoas que trabalham na empresa que você deseja ou que possuem cargos semelhantes ao que você está tentando.

Com isso, faça uma análise de quais são os cursos, competências técnicas e acadêmicas que elas mais destacam. Assim, você saberá como estruturar o seu currículo de forma mais eficiente para cada perfil de vaga.

Lembre-se que você deve mostrar que é a solução para a empresa, com isso, linkar muito bem os passos da sua trajetória aos resultados que já obteve e tem a potencializar dentro da organização.

Para finalizar, que tal desenvolver a sua rede de contatos.