Qual empresa mais combina comigo?

Qual empresa mais combina comigo?

Quando as pessoas estão em busca de começar sua carreira ou até mesmo mudar os caminhos, o primeiro passo muitas vezes é o processo seletivo.

Mas neste momento mais do que o desespero de conseguir uma vaga, deve prevalecer a certeza de que a empresa a qual você está se candidatando te trará satisfação no trabalho.

Por isso, separamos passos para você ter mais clareza ao avaliar uma empresa e se ela faz sentido com o que você quer tanto pessoal quanto profissionalmente.

1. Qual o tipo de negócio da empresa?

Você entende o produto ou serviço que a organização oferece? Se isso gera algum benefício para a sociedade? Se sim, ele te faz brilhar os olhos?

Um exemplo claro é a Natura. A empresa investe muito no meio ambiente e busca promover a sustentabilidade com suas operações.

Há pessoas que tem um propósito totalmente alinhado a isso e esse é um quesito que traria orgulho do lugar onde ela trabalha.

2. Eu me alinho com a Cultura da Organização?

A Ambev, por exemplo, é uma empresa com foco em sonho grande, meritocracia e também uma hierarquia mais vertical. O estilo de liderança é bem direto em cada departamento. Essa organização tem um perfil mais formal que Startups.

Por isso, busque sempre entender como funciona a cultura na organização que você está se candidatando e veja se o ambiente se adequa ao seu estilo de vida e produtividade no dia a dia.

3. A qual cargo estou me candidatando?

Depois de entender a organização, é necessário saber se as vagas abertas se alinham com a sua expectativa. Procure saber quais são as funções e atividades a serem desenvolvidas. Além disso, elenque quais delas você terá prazer em desenvolver.

Uma boa prática é conversar com pessoas que já trabalham na organização ou até mesmo que não trabalham mas ocupam uma vaga semelhante! Uma ótima forma de contato é usar o LinkedIn. 

Assim, fica muito mais fácil escolher a empresa que você irá se candidatar e se conseguir vaga ser feliz no trabalho. Lembre-se a empresa escolhe você e você também escolhe a empresa!

Para começar agora:

  1. Busque empresas com propósitos alinhados aos seus;
  2. Entenda o seu perfil de trabalho (formal ou informal);
  3. Saiba quais são as suas prioridades (flexibilidade, autonomia, remuneração);
  4. Alinhe expectativa da vaga com atividades que você executa bem.

Como você pode aplicar a técnica do future-back de CEOs de grandes organizações?

Como você pode aplicar a técnica de Future-Back de CEOs de grandes empresas?

Você provavelmente já ouviu falar que em ideias como povoar Marte até 2025 ou se ter vias expressas subterrâneas sob Los Angeles para grandes trajetos em um curto espaço de tempo. Caso não tenha ouvido ainda, este são dois dos grandes planos de Elon Musk. Todas estas ideias chamadas de loucura por uns ou de futurismo por outros partem de uma técnica utilizada por grandes CEOs, incluindo Jeff Bezos que ocupa, atualmente, a posição de homem mais rico do mundo com 11,1% de participação na Amazon.

Esta técnica é chama de Future-back, ou ainda em tradução livre: Do futuro para o presente. Basicamente, esta técnica consiste em executar uma estratégia no presente, almejando uma noção de sucesso no futuro. Na prática, funciona da seguinte forma:

Na maioria dos casos, temos estratégias sendo construídas através de 3 perspectivas focadas no presente:

  1. Onde estamos atualmente?
  2. Onde queremos chegar?
  3. O que e como fazer para atingir?

A técnica future-back não possui consulta ao presente ou histórico, pelo contrário, deve ser montada em uma folha em branco para não haver interferência da situação atual. Porém, não pense que são construções sem embasamento. O foco desta metodologia está em inverter as intenções. Ao invés de entender o presente para caminhar para o futuro, se almeja um grande futuro como prioridade para que a situação atual não limite as intenções estratégicas.

Para facilitar o entendimento e aplicação em sua organização, ou na que trabalha, trouxe 3 pontos principais:

1. COMECE POR VOCÊ

Este é o primeiro passo para a aplicação da metodologia. Não espere que toda uma empresa compre uma ideia se quem a propôs não acredita nela. Por isso, experimente agora o Future-Back antes de levar para todos os colaboradores e colaboradoras.

Pegue uma folha em branco e, sem as âncoras do presente, foque em o que a empresa em que trabalha pode fazer quando se passarem 10 anos. Busque pensar da seguinte forma: Se tivermos todos engajados em uma causa e soubéssemos o que precisa ser feito, até onde poderíamos ir? Este é o momento de acreditar e potencializar o impacto que a empresa possui.

Por fim, mais do que noções de sucesso, você precisará de 3 competências:

  1. Visão constante: Uma ideia só é transmitida se for lembrada. Para isso, é importante que você sempre estimule o motivo principal dela estar sendo aplicada.
  2. Clareza na comunicação: Você costuma utilizar precisão de linguagem e constatar se a pessoa entendeu o que precisa ser feito? Este hábito é essencial para ser trabalhado.
  3. Transparência no diálogo: Por aqui estamos falando em feedbacks abertos e nada de eufemismos. Todos e todas sabem o que deve ser feito e compartilham de experiências.

2. LEVE PARA O TIME

Neste momento, se é a primeira vez que testa este modelo, provavelmente em alguns momentos você pensou que o que construiu na etapa anterior é impossível de ser feito, porém, este é o tópico que faz com que as ideias ganhem relevância e uma maior probabilidade de êxito.

Ao levar para a equipe, é importante que a ideia que você traçou (ou traçou em conjunto com toda a empresa em organizações menores) consigam trazer 3 pontos principais para todas as pessoas:

  1. Uma visão verdadeiramente inspiradora: O que foi desenhado transmite para as pessoas uma conquista realmente valorosa e que vale a pena ser conquistada?
  2. Cultura de aprendizado: Para que uma ideia ousada seja materializada, é preciso que toda a empresa faça perguntas difíceis e busquem aprender cada vez mais com a prática.
  3. Atraia e reconheça pessoas: Por aqui, o foco deve estar em reconhecer e promover as pessoas que tem esta mentalidade de inovação no dia a dia para estimular sua atuação e indicar para a empresa qual deve ser a conduta de cada um.

3. COLOQUE EM PRÁTICA

Você provavelmente possui um bom esboço da ideia neste momento, porém não passam de hipóteses que precisam ser validadas. Por isso, este é o momento em que, analisando o histórico e projeções que a grande ideia deve receber pequenos ajustes, mas cuidado para não regrar demais o que foi construído até aqui.

Após esta análise crítica, é importante definir as metas que mostrarão qual o caminho a ser seguido em cada período de tempo até se chegar aos 15 anos traçados inicialmente. Por aqui, é o mesmo que escalonar uma meta anual em meses, porém em uma escala ainda maior.

Lembre-se de focar em duas perguntas em todo este processo de aplicação:

Como podemos intensificar o cenário atual?

Como podemos colher sementes melhores no futuro?

Para finalizar, não se esqueça que, mesmo sendo recente esta metodologia utilizada por grandes CEOs, sempre vale a pena revisitar ferramentas consolidadas na administração como a Análise Swot e As 5 forças de Porter para contribuir no alcance aos objetivos.

E, claro, conte com a gente!

Como conseguir uma promoção no meu trabalho?

Como conseguir uma promoção no meu trabalho?

Depois da contratação, a meta de muitas pessoas passa a ser a promoção dentro da empresa. Para a organização, esse pensamento materializa a sua vontade de se desenvolver, contribuir e, também, a dedicação ao trabalho.

O desempenho individual do colaborador é o ponto chave para que a promoção ocorra. Devem ser alinhados a força de vontade, o relacionamento com os outros colaboradores e os resultados entregues.

Para saber como colocar isso em prática e conseguir melhorar seu desempenho no trabalho para ser promovido, confira as dicas a seguir!

1- Entenda os processos da organização

O primeiro passo é entender como funciona o processo de promoção dentro da organização. Esse acontecimento raramente depende exclusivamente do comportamento e do desempenho de um colaborador. Por isso, é importante que você saiba o organograma da empresa, ou seja, a distribuição de cargos.

Além disso, procure saber sobre as projeções de expansão e verifique se o cargo que você almeja é possível de surgir uma vaga nos próximos meses ou anos.

2- Preze pelo seu desenvolvimento constante

Quando o seu foco é a promoção, é muito importante saber quais são as competências que você precisa desenvolver para que esteja pronto (a) para o cargo. Ou seja, sempre converse com pessoas que já o ocuparam, peça orientações e saiba como elas se prepararam.

É nesse momento que os Feedbacks evidenciam mais ainda a sua importância. Ouça com muita atenção todos os pontos que seus colegas de trabalha dizem que podem ser melhorados. E mais do que isso, trace ações para que esse desenvolvimento realmente aconteça. Somado a isso, peça feedbacks para saber se ele está sendo efetivo e provocando as mudanças necessárias.

3- Sempre tome iniciativa

Aqueles que mais se entregam ao trabalham, são potencialmente mais notados. Por isso, além das suas atividades cotidianas busque também demandas que te façam sair da sua zona de conforto. Quando algum colega estiver precisando de ajuda e você puder colaborar, faça isso.

Em alguns momentos da carreira, você terá que mostrar valor para o cargo que quer ocupar, enfatizando a sua proatividade e suas competências para ele. Mas também terá que desenvolver as funções do cargo atual. Se prepare e se organize para esse momento sem perda da qualidade nas tarefas e entregas.

4- Se relacione

Preze também pelo seu relacionamento com os outros colaboradores. Essa é uma parte essencial para mostrar suas habilidades com trabalho em equipe, comunicação e até mesmo relacionamento interpessoal.

Muitas empresas buscam promover pessoas que além da técnica e do comprometimento, possuem a característica de se darem bem com seus pares, lideres e liderados.

5. Entenda seu valor para a organização

Quando as pessoas pensam na promoção, elas acabam deixando de analisar se para a empresa faz sentido perder o(a) colaborador(a) no cargo atual para promove-lo(a). Essa situação gera custos de treinamento da pessoa que irá suceder e também o tempo para que essa pessoa se qualifique para todas as funções.

Por isso, entenda qual o valor do seu trabalho para a organização no cargo atual e como mostrar que ele será ainda mais valioso com a promoção.

Bora executar?
1. Entenda como é o processo de contratação.
2. Se desenvolva constantemente.
3. Seja proativo e demonstre iniciativa.
4. Se relacione com os outros colaboradores.
5. Saiba o quanto é importante seu papel atual na organização.

Criar produtos para resolver problemas ou criar problemas para utilizar produtos?

Criar produtos para resolver problemas ou criar problemas para utilizar produtos?

O Design Thinking é utilizado para resolução de problemas! Esse processo é feito através de uma forma coletiva e colaborativa para desenvolver estrategicamente produtos que atendam o usuário final.

Essa metodologia foi elaborada para colocar o cliente como o centro da construção de um produto ou serviço. Quando na idealização, atender as necessidades dos usuários, é o pilar central, as chances de sucesso do seu novo produto ou serviço aumentam consideravelmente!

Achou legal esse conceito? Então vamos aprender a como executar e colocar o Design Thinking em prática!

1. Defina o seu problema

Esse é o momento que você busca entender mais a fundo sobre o problema e reúne um grande volume de ideias diferentes, criativas e fora da caixa! Algumas perguntas podem ajudar nessa etapa:

– O que a sua empresa sabe sobre o problema?
– Qual o diferencial da ideia da empresa frente ao que já existe no mercado?
– Como esse produto fará diferença na vida de quem irá compra-lo?
– Qual é propósito da criação da solução para o seu problema?

2. Pratique a empatia

Esse é um dos maiores diferenciais do Design Thinking! Mais do que entender o problema, mergulhe no universo de público-alvo do seu produto ou serviço. Vá ao local de compra e entenda os seus hábitos, observe seus comportamentos, faça entrevistas. Lembre-se esse é um momento de levantar informações e deixar as análises um pouco de lado agora.

Aplique as seguintes questões aos comportamentos observados:
– O que/qual é o comportamento?
– Como ele se manifesta na escolha/compra?
– Por que o comprador toma essa decisão e não outra?

Se você quiser uma ferramenta que te ajude nesse ponto, clique aqui e baixe agora!

3. Deixe as ideias com fácil visualização

Deixe todas as ideias e percepções de uma forma muito visível, seja em um quadro, em post its na parede ou até mesmo em ferramentas online. Depois de todos saberem tudo o que já foi levantado, comece um brainstorming e organize as saídas.

Essa organização pode ser feita através da separação das ideias mais votadas em cada categoria.

Por exemplo: a escolha mais provável de agradar, a que você mais gosta e uma aposta.

Além disso, a junção das ideias pode levar a produtos e serviços com características diferentes, não descarte nenhuma delas. Separe-as em grupos de protótipos!

4. Protótipo

Agora chegou a hora de colocar a mão na massa! Depois de idealizar, é preciso executar os pensamentos e materializa-los. Devem ser elaboradas as versões mais simples de cada um dos protótipos imaginados. Sendo ela o suficiente para que esse novo produto ou serviço possa ser testado com o mercado-alvo.

Pense em melhorias contínuas, converse com o time sobre o que eles acham da materialização das ideias, entenda se o que ele foi planejado para o produto ou serviço realmente está sendo atendido.

4. Faça testes e melhoras

É hora de testar! Reúna um grupo de usuários do seu produto ou serviço e não dê a eles muitas informações. Nesse momento você pode analisar:

– O próprio protótipo: como você percebe o cliente usando o produto ou serviço?
– O cenário: o local onde o cliente está usando o produto ou serviço interfere na sua experiência?
– Pontos de melhoria: pergunte ao final, como foi a experiência na utilização desse produto?

Dica: defina um nicho específico ao qual você vai aplicar esse protótipo e faça indicadores específicos, como NPS ou número de conversão de propostas.

Execute!


1. Entenda seu problema pela ótica da empresa;

2. Entenda seu problema pela ótica do cliente;

3. Desenvolva ideias para solucionar seu problema;

4. Tire as ideias do papel e as materialize;

5. Teste, valide e busque sempre melhorar seus produtos.

3 hábitos para desenvolver a Autoliderança​

3 hábitos para desenvolver a Autoliderança

78% dos brasileiros acreditam mais nos robôs do que nos líderes, segundo uma pesquisa feita em 2019 pela Oracle, empresa de tecnologia.

Reafirmando esses resultados, você já deve ter vivido inúmeras situações que as pessoas falavam algo, mas agiam de outra maneira. A famosa frase: faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Essa situação no mercado de trabalho faz, muitas vezes, com que os feedbacks que você dá aos seus liderados não sejam colocados em prática para o desenvolvimento.

É nesse momento que as pessoas enxergam a necessidade de ter a habilidade da Autoliderança. Ser exemplo e servir de inspiração impacta muito mais a sua equipe do que os feedbacks e palavras.

Para te ajudar a desenvolver e melhorar essa habilidade, separamos hábitos que podem ser incorporados no seu dia a dia. Então, bora executar?

1- Autodesenvolvimento interno

Um ponto primordial da autoliderança é conhecer os seus pontos falhos, aqueles que devem ser melhorados. Por isso, escutar feedbacks e ter autocrítica é sempre muito importante. Porém, apenas isso não basta sem a busca pelo desenvolvimento.

Como líder, você deve avaliar os quesitos internos que devem evoluir. Eles são as características da sua personalidade, como comunicação assertiva, motivação  e inteligência emocional.

Para tanto, busque conteúdos na internet e em livros, cursos de desenvolvimento e também mantenha um canal constante para receber feedbacks. É através do último ponto que você terá uma visão externa do resultado de suas ações.

2- Autodesenvolvimento externo

Depois de se avaliar como individuo isolado, é importante entender-se como líder. Isso significa voltar o olhar para a interação e nos pontos de melhoria que impactam nos resultados de sua equipe. Normalmente, esses são pontos mais técnicos.

Gerenciamento de processos, entendimento do modelo de negócio e estratégia são exemplos de pontos de autodesenvolvimento externo. Como se tratam de questões mais tangíveis, é preciso buscar fontes de conhecimento e converte-lo em aprendizado . Cursos, ensinamentos de mentores e até mesmo da própria equipe devem ser praticados para que você consiga fixar e assim realmente se desenvolver.

3- Autogestão

Traçar planos de desenvolvimento não bastam, pois esses devem ser acompanhados de perto e com uma certa frequência. Por isso, a autogestão se faz tão importante. Ela se materializa como a organização dos pensamentos e planos de ação sendo aplicados para gerar resultados.

Seja exemplo para seus colaboradores e tire do papel todas as suas ideias. Através da autogestão você consegue avaliar se o seu desenvolvimento interno e externo estão sendo eficazes. Além disso, se responsabilizar pelas consequências disso.

Não há dúvidas que desenvolver a autoliderança é importante, não é mesmo? Por isso, separamos um bônus pra você começar a colocar em prática tudo o que falamos por aqui! Nesse checklist você poderá aplicar a partir de hoje todos os conceitos do texto para colher os resultados mais rápidos!

  • Entenda quais são seus pontos fracos e fortes se autoavaliando,
  • Peça feedbacks para pessoas próximas sobre seus pontos fracos,
  • Trace ações concretas para desenvolver seus pontos de melhoria;
  • Estipule um cronograma com datas para os planos de ação;
  • Pergunte sobre a avaliação dos seus colaboradores sobre você;
  • Mantenha o autodesenvolvimento constante através da autogestão.

Depois, não se esqueça de contar pra gente como foi! Bora Executar?

Como desenvolver uma rede de Networking?

Como desenvolver uma rede de Networking?

A habilidade de se relacionar é uma das mais naturais do ser humano. Afinal, somos feitos das nossas conexões e, também, de tudo que aprendemos uns com os outros.

Mas quando se trata de desenvolver networking, boa parte das pessoas se sente inseguro. Elas associam isso a criar contatos apenas por interesse. Mas não é bem assim.

Stanley Milgram, professor de Harvard, desenvolveu uma teoria chama“The Small World Problem”. Ela propõe que bastam, no máximo, seis elos ou laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam conectadas.

Mas como esses dois pontos se conectam?

Quando você possui objetivos bem traçados, é muito provável que uma boa rede de networking seja fundamental para alcança-los. Isso porque você direciona os seus esforços e também se conecta com pessoas que podem te ajudar.

Se você quer aumentar suas possibilidades de crescimento pelo relacionamento através do networking, fique por aqui e bora executar.

1. Crie oportunidades

É muito importante se conectar com pessoas cujo o propósito e os objetivos sejam parecidos com os seus. Mas nem sempre é algo fácil.

Por isso, criar oportunidades é fundamental. Elas podem ser criadas através de eventos, desde cursos até congressos, sobre temas que se relacionam com aquilo que você quer.

Um exemplo: caso você se interesse pelo mercado financeiro e queira trabalhar na área, vá a congressos e eventos de corretoras sobre o tema. É muito provável que nesses espaços você consiga se conectar de forma natural com pessoas ligadas a área.

2. Desenvolva relações de troca

O Networking é uma relação onde as duas pessoas conseguem enxergar benefícios. Mesmo que seja alguém que quer ingressar no mercado de trabalho e alguém que já ocupa um cargo de alta liderança.

Se o primeiro mostrar todo o seu potencial e ser visto com bons olhos, o segundo certamente lembrará dele quando tiver que indicar alguém a uma vaga com seu perfil.

3. Mantenha os relacionamentos aquecidos

O LinkedIn pode ser um bom alinhado para fortalecer o networking. Por ele, você sempre será visto quando postar insights e comentar postagens de outras pessoas. Isso fará com que um espaço de conversa esteja sempre aberto. Afinal, uma resposta a uma publicação pode gerar conversas que contribua para ambas as partes.

Uma boa forma de aplicar o networking e gerar equipes cada vez mais potencializadas, há um conceito essencial: Master Mind! Por isso, indicamos #17 episódio do Do!Cast, só clicar no botão abaixo e #BoraExecutar!

Como melhorar minha oratória?

Como melhorar minha oratória?

Falar em público é motivo de nervosismo para muitas pessoas. Elas não se sentem bem com a presença de uma plateia e com o fato de serem o centro das atenções naquele momento. Porém, essa situação deve ser avaliada por outra perspectiva!

Essa momento significa um espaço de fala e de contribuição para o desenvolvimento de outras pessoas. Desde uma apresentação de trabalho acadêmico até palestras para grandes públicos, falar em público contribui para o aprendizado e compartilha o conhecimento. Vista por essa perspectiva, essa oportunidade pode ser muito melhor aproveitada.

Para você se sentir mais confiante e conseguir transformar o nervosismo de falar em público em segurança de transmitir informações, separamos 5 boas práticas fundamentais. Então, bora executar?

1. Não crie crenças limitantes

O pensamento tem um impacto muito grande sobre as nossas reações. Por isso, é muito importante que você mantenha a mente otimista. “Não posso ficar nervoso” e “se eu errar” devem ser frases evitadas.

A primeira delas faz com que o cérebro reaja ignorando o não e incorporando o nervosismo. Já a segunda, te faz criar cenas que você não gostaria de viver, causando ainda mais insegurança.

Lembre-se de que é um processo contínuo! Raramente as pessoas têm a certeza que já superaram todas as suas crenças limitantes. Por isso, valorize a sua melhora em relação ao seu eu do passado.

2. Domine o assunto

Durante uma apresentação, saber a fundo o conteúdo é fundamental. Situações como “deu branco” acontecem quando o domínio do conteúdo não é suficiente. Por isso, estude antes e trace uma linha cronológica de fala que faça sentido, isso te ajudará a não esquecer de nada.

Quanto mais se preparar, mais seguro irá se sentir. A adrenalina da fala começa alta nos primeiros momentos, mas depois disso você passa a se sentir mais confiante e confortável com a situação.

3. Treine até se sentir confiante

O cérebro humano tende a aprender mais com repetições. Por isso, vá evoluindo nas formas de treinar. Comece só para você em frente ao espelho. Depois peça amigos e familiares para assistirem à apresentação.

Uma boa sugestão é gravar para que você consiga também avaliar por outra perspectiva. Sempre se pergunte:
– O que devo manter na apresentação?
– O que devo melhorar na minha fala?
– O que não é necessário e devo tirar?

4. Mantenha uma boa postura

A coluna ereta, o queixo levemente para cima e a conexão pelo olhar são pontos importantes para se sentir mais seguro. Analise o ambiente e vá com uma roupa que se adeque a ele, mas que também seja confortável.

Além disso, a postura também trata de como o conteúdo vai ser passado.

Por exemplo: em casos de momentos mais introspectivos é necessária uma condução mais calma. Uma música ao fundo baixa ao fundo, pode ajudar!

5. A plateia aceita erros

Buscar a perfeição muitas vezes leva a maiores falhas. É importante que uma apresentação seja leve e natural. Por isso, não se preocupe com pequenos erros.

A plateia está mais interessada com o quanto vai ser uma boa experiência e o que irão aprender, do que em algumas palavras ditas erradas ou pequenos problemas técnicos, por exemplo.

Por isso, separamos um Do!Cast sobre riscos e como criar coragem e entender a necessidade de mudar, em qualquer âmbito da vida, inclusive ao falar em público!

Como mudar meus hábitos?

Como mudar meus hábitos?

De acordo com um estudo da Universidade Duke, 60% das nossas decisões diárias são realmente pensadas. Mas, e os outros 40%? São os nossos famosos hábitos!

Para mudar hábitos e construir rotinas muito mais produtivas e prazerosas confira os principais pilares nesse texto. Além disso, no final tem uma indicação para tornar a execução um processo mais assertivo!

É através das ações habituais que conseguimos ter mais constância naquilo que fazemos. Mas não se preocupe, pois, os hábitos são como os músculos e podem ser fortalecidos! Basta entender como eles são formados. Existem três pilares principais para isso:

1- Gatilho: é algo que passa os sinais para o seu cérebro que algo deve começar. Um exemplo claro é quando você chega na academia e troca sua roupa.
2- Rotina: a atividade que será sempre realizada depois do gatinho acontecer. Seguindo o exemplo: começar a malhar e fazer musculação.
3- Recompensa: é aquilo que você sente ao final da rotina. Quanto mais a recompensa for agradável, mais vontade as pessoas têm que repetir aquela ação. Pode ser o corpo mais saudável e a sensação de bem-estar.

O segredo para criar e consolidar hábitos é não focar na rotina, mas sim nos gatilhos e nas recompensas. Como isso funciona na prática?

Gatilho: Coloque horários fixos para malhar e para dormir, pois chegando próximo a eles seu corpo já entende o que irá acontecer. Além disso, associe objetos deixando o tênis e o pijama a vista.
Recompensa: A sensação de dever cumprido, o bom humor pela atividade física e o descanso, devem ser sempre lembradas. Afinal, são sensações que trazem prazer e que você quer viver de novo.

Mas para tornar esse processo mais simples, separamos algumas dicas. Então, bora executar?

1- Pequenas vitórias

A sensação de cumprir tarefas gera cada vez mais motivação, fazendo o cérebro se manter mais focado e com força de vontade para continuar. Por isso, comemore todos os dias que você for a academia e conseguir pegar no sono antes de horas nas redes sociais.

Exemplos de ações que podem te ajudar:
– compartilhar as pequenas conquistas com amigos e familiares;
– se permitir comer algo que você gosta por ter feito todo o seu ToDoList.

2- Força de vontade

A força de vontade é um músculo, você já leu isso por aqui. Então, faça suas atividades mesmo nos momentos difíceis. Se o dia está feio e chuvoso, tenha força de vontade para sair se exercitar. Depois de todo o esforço, ser cérebro terá uma recompensa muito maior, fortalecendo esse músculo.

Uma boa referência para saber mais sobre esse quesito é o livro Mindset: A Nova Psicologia do Sucesso, da autora Carol Dweck.

3- Responsabilidade

Você é responsável pelos seus hábitos, por isso você é a única pessoa capaz de muda-los. Sempre identifique os seus gatilhos, rotinas e recompensas. Ter clareza deles te fará ter mais controle sobre as suas atividades. Assim, para implementar um novo hábito ou retirar um antigo basta aumentar os gatilhos e recompensas. Para isso, a autodisciplina é fundamental.

Se você quiser saber mais, separarmos essa referência pra você: o livro o Poder do Hábito, de Charles Duhigg.

Para te auxiliar a começar a fortalecer seus hábitos hoje e não deixar para depois, confira nosso Do!Cast sobre Execução Imediata. 

Como implementar a cultura de feedback nas organizações?

Como implementar a cultura de feedback nas organizações?

Hoje em dia tanto se fala sobre feedback e sua necessidade. Mas você sabe o que é essa prática? A pergunta é importante pois muitas pessoas acreditam que apenas falar PONTOS de melhoria e reconhecer boas ações é feedback, mas essa é uma visão equivocada!

O feedback realmente é uma das melhores ferramentas para desenvolvimento profissional, mas muitas vezes é mal utilizado. A não melhoria depois de receber e dar feedbacks não é o ideal. Vamos descobrir o porquê disso acontecer?

O hábito instaurado na maior parte das organizações é apenas de dar e receber feedbacks. Mas normalmente os colaboradores não sabem a melhor maneira de fazer isso, acarretando na falta de aplicação e consequentemente não há melhora. 

A Cultura de Feedback vai muito além de avaliações de pontos positivos e de melhoria. Ela consiste na comunicação assertiva dessas questões, gerando a reversão delas em ações que busquem o desenvolvimento contínuo dos colaboradores.

Quer implementar a Cultura de Feedbacks na sua organização, mas não sabe como? Continue por aqui e bora executar!

1- Pratique a Comunicação Assertiva

Mais importante do que dar e receber feedbacks, é como isso é feito. A comunicação assertiva garante que o que se expõe é compreendido por quem escuta. Para que isso aconteça, sempre pergunte se a pessoas concordam e nunca dê feedbacks sem exemplificar quais ações que poderiam ter sido tomadas de outra maneira ou quais foram efetivas.

2- Não deixe de elogiar

Quando muitos feedbacks de pontos de melhoria são dados, mas o que há de bom não é reconhecido, pode fazer com que os colaboradores se desmotivem. Por isso, preze pelo reconhecimento das ações bem-feitas. Isso vale desde algo pequeno, como a ajuda para desenvolver uma atividade corriqueira, até tarefas complexas executadas com alto nível.

Por isso, estabeleça que pelo menos uma vez por semana irá dar um feedback positivo nos colegas de trabalho até que isso vire um hábito. Vale ressaltar que essa prática deve ser feita quando você de fato entender que a entrega foi boa!

3- Dê sugestões nos pontos de melhoria

Concordar com os pontos de melhoria nem sempre é fácil, incialmente. Quando as pessoas recebem feedbacks assim, tendem naturalmente a questionar a intenção da pessoa que fala. Por isso, mostre a sua preocupação com o desenvolvimento do colaborador.

Sempre termine a conversa ajudando o outro a traçar planos de ação frente aquilo que deve ser desenvolvido. Essa saída faz com que a conversa não se perca, tendo saídas efetivas e de mais clara aplicação. Lembre-se de se mostrar presente e disposto a ajudar quando for preciso.

4- Reconheça o progresso

Depois de traçar planos de ação ao fim dos feedbacks construtivos, note se a pessoa realmente está os aplicando. Para que ela continue motivada, sempre que perceber uma evolução reconheça.

Sugestão: estou vendo o quanto você está se desenvolvendo nesse quesito desde a nossa conversa, continue assim!

Para simplificar e ajudar na execução, preparamos um resumo de ações para você seguir:

– Busque treinamentos de comunicação assertiva para os colaboradores;
– Não perca oportunidades de elogiar bons trabalhos e atitudes;
– Se importe com o desenvolvimento dos outros e os ajude em planos de ação;
– Sempre que notar uma melhora, a reconheça!