Como construir um plano de carreira pessoal?

Como construir um plano de carreira pessoal?

Você sabe onde quer estar daqui 5 anos? E daqui 10 anos? Você sabe quais são os passos que devem ser dados hoje para que isso aconteça? A resposta da última pergunta é o que determina se você alcançará os objetivos das duas primeiras. Por isso, um plano de carreira pessoal é tão importante.

Em muitos processos seletivos, o entrevistador questiona sobre os desejos profissionais do(a) candidato(a). Essa prática busca entender se a pessoa está focada em objetivos a serem alcançados e sabe como deve se desenvolver para que isso aconteça. Além de entender se tudo isso está alinhado com o que a empresa pode te oferecer.

Você sabe onde quer estar daqui 5 anos? E daqui 10 anos? Você sabe quais são os passos que devem ser dados hoje para que isso aconteça? A resposta da última pergunta é o que determina se você alcançará os objetivos das duas primeiras. Por isso, um plano de carreira pessoal é tão importante.

Em muitos processos seletivos, o entrevistador questiona sobre os desejos profissionais do(a) candidato(a). Essa prática busca entender se a pessoa está focada em objetivos a serem alcançados e sabe como deve se desenvolver para que isso aconteça. Além de entender se tudo isso está alinhado com o que a empresa pode te oferecer.

1. Qual a sua situação atual?

Antes de saber para onde ir, é importante saber onde você está. Analise qual a sua ocupação atual e o quanto você está satisfeito com ela. Além disso, também faça uma análise sobre as atividades do seu dia, elenque quais são as que te dão mais prazer e as que você não se interessa tanto.

Esse exercício também deve ser feito por quem ainda não teve contato direto com o mercado de trabalho. Mas o foco deve se alterar, sendo maior nas habilidades que você possui e as que deve desenvolver.

Essa é uma prática de autoconhecimento que deve ser realizada diversas vezes ao longo de sua carreira. Os planos são mutáveis, por isso é sempre importante que seus objetivos sejam reavaliados.

2. Onde você quer chegar?

Outra atividade de autoconhecimento, é saber definir onde você quer chegar. Para isso, conheça o que te faz feliz e quais atividades te dão prazer e motivação em executar. Assim, você começará a traçar a resposta para famosa pergunta: onde você quer estar daqui alguns anos?

Definindo seus objetivos, você terá mais clareza de quais ações devem ser feitas no presente para que eles sejam alcançados. Nos levando para o próximo passo: traçar metas.

3. Quais metas tenho que cumprir no curto prazo?

Depois de entender com clareza quais são os seus objetivos, passe a destrincha-los em ações que podem ser realizadas nessa semana, nesse mês para contribuir para alcançar o almejado. Mapeie as competências que você precisa desenvolver, as entregas que precisa fazer, caso já esteja trabalhando. Se o primeiro passo for entrar no mercado de trabalho, estude sobre comportamento em entrevistas, dinâmicas e as empresas que você quer se candidatar.

É importante lembrar que as metas devem ser construídas periodicamente, pois elas sempre se renovam. Elas também têm que ter prazos para serem cumpridas!

4. Como me desenvolver?

Depois de traçar metas, é importante executa-las. Pesquise sobre os melhores cursos nas competências, busque por pessoas que alcançaram objetivos parecidos com o seu para conversar e entender a sua trajetória.

Se mesmo assim ainda tá confuso, temos os primeiros passos pra você:

Bora executar:
1) Saiba quais atividades você gosta de executar;
2) Elenque as tarefas que você tem menos prazer em fazer;
3) Foque no cargo que você almeja chegar;
4) Desenvolva as competências necessárias;
5) Trace metas e as acompanhe;
6) Acesse o Do!Cast e #BoraExecutar!

Você já usou alguma dessas aplicadas para desenvolver seu plano de carreira? Se quiser saber mais, entre em contato com a gente!

Você precisa dominar isso para uma boa entrevista de emprego

Você precisa dominar isso para uma boa entrevista de emprego

Ao se preparar para processos seletivos , a maioria dos candidatos buscam informações sobre a empresa, se adequam ao dress code e praticam o autoconhecimento. Esses pilares são fundamentais para que no final do processo, a contratação aconteça.

Mas existe um fator que muitos esquecem e pode ser um enorme diferencial: a linguagem corporal!

As respostas verbais têm grande valor em uma entrevista, mas é no comportamento que os recrutadores extraem informações que muitas vezes não conseguem só pela fala. A análise comportamental permite que o entrevistador conheça o candidato por uma perspectiva real, a qual fornece insumos verdadeiros sobre sua personalidade.

Mas você deve estar se perguntando: como posso modelar meu comportamento sem perder a minha espontaneidade?

É simples! Basta saber como usar algumas técnicas para passar a mensagem correta.

1. Passe uma boa primeira impressão

Uma boa primeira impressão é o ponto de partida para o sucesso de uma entrevista. Por isso, ao encontrar com a pessoa que irá fazê-la busque sorrir naturalmente. Isso faz com que seja estabelecida um clima agradável para o início de uma conversa.

Ao se sentar, mantenha a coluna reta quando quiser demonstrar equilíbrio ou a incline um pouco para frente para mostrar interesse. Além disso, se atente aos pés balançando. Quando estamos nervosos é muito comum que isso aconteça, mas evite para não passar a sensação de não estar confortável com a situação.

2. Estabeleça conexão no olhar

A conexão visual é fundamental para passar confiança para o entrevistador. Olhar fixamente para os olhos de outra pessoa pode ser desagradável ou até mesmo constrangedor. Por isso, você deve manter o contato visual no rosto e não apenas nos olhos.

É fundamental que enquanto estiver respondendo perguntas ou tirando dúvidas, você não olhe para baixo. Essa atitude gera a impressão de insegurança, falta de certeza do que está dizendo ou até mesmo de mentira.

3. Demonstre interesse

Demonstrar interesse é um ponto chave de avaliação do recrutador. É importante lembrar que ele está em busca de alguém que some à empresa, que goste dela e do trabalho que vai executar. Por isso, faça perguntas e tire suas dúvidas, isso mostra que você quer saber mais do ambiente de trabalho.

Uma dica: sempre que fizer perguntas fale o nome do entrevistador, isso gera uma maior conexão interpessoal.

Por fim, de nada vale um conhecimento se não for compartilhado e principalmente aplicado. E para garantirmos que este conteúdo seja 100% aproveitado, tomamos a liberdade de criar um checklist para você colocar em prática estes conceitos:

Bora executar:
1. Sorria naturalmente;
2. Tenha uma boa postura ao sentar;
3. Não faça movimentos muito repetitivos;
4. Estabeleça uma conexão visual;
5. Faça perguntas.

Dinâmica de grupo: Entenda como funciona e como se preparar

Dinâmica em grupo? Entenda como funciona e como se preparar

A dinâmica de grupo é uma das etapas mais comuns em processos seletivos, mas isso não diminui a ansiedade e o nervosismo de quem passa por ela! Por ser uma situação desconhecida e exigir que as ações sejam improvisadas, essa fase causa muito desconforto nos participantes por não saberem objetivamente quais aspectos serão avaliados. E esse é o grande motivo da sua grande utilização.

Se você está passando por esse momento ou quer saber um pouco mais, continue por aqui!

Para quem recruta, esse cenário abre possibilidades infinitas de testes de personalidade, comportamento e até de habilidades técnicas. Não há como negar que por mais que alguém se prepare, ainda assim o fator surpresa continuará existindo. Mas há como melhorar sua performance e garantir que você chegue mais confiante para essa etapa!

Por isso, o FaçaAgora! te mostra 5 passos se sentir mais seguro em uma dinâmica de grupo de processo seletivo!

1. Busque o equilíbrio na participação

As pessoas têm a falsa impressão de que quanto mais contribuições der, melhor serão avaliados e esquecem do desenvolvimento conjunto do que foi proposto na dinâmica. Por isso, a opinião de todos é muito importante para a construção. Ao se expressar demais, muitas pessoas acabam tirando espaço de fala de outras.

No entanto, para o outro lado da moeda também é válida a atenção. O equilíbrio na participação também deve ser buscado para quem é tímido ou tem vergonha de se colocar. Para os avaliadores é importante ver individualmente o trabalho e o posicionamento de cada um. Para que isso ocorra, não deixe de expressar suas ideias e contribuir.

2. Pergunte se os outros concordam

A avaliação do trabalho em grupo é a única certeza dessa fase. Por isso, é importante expor suas ideias, mas sempre buscar valida-las com os outros participantes. Isso instiga a construção em conjunto das ações e mostra o seu sentido colaborativo. Apesar de ser uma etapa em que as pessoas são concorrentes, ela deve ser feita uns com os outros, buscando o bom desempenho da equipe como um todo.

3. Ajude e seja receptivo

Caso você entenda que algum dos colegas de grupo se encontra perdido ou ainda não consegue se expressar, direcione a sua atenção para ele. Mostrar prontidão para ajudar e ser receptivo com os outros demonstra a sua preparação para o trabalho em grupo.

A pessoa que está participando da dinâmica precisa focar na mensagem e se atentar ao que é pedido. Qual o objetivo da dinâmica e qual resultado é esperado? Isso é fundamental para usar do trabalho em equipe pra chegar nesse objetivo explorando o potencial de todos do grupo.

4. Estude sobre a empresa

Em todas as etapas do processo seletivo conhecer bem a empresa pode ser um grande diferencial. Na dinâmica em grupo não é diferente! Essa é uma oportunidade para mostrar que você compartilha valores da empresa. Caso os valores da empresa seja, por exemplo, a proatividade, o trabalho em grupo ou a inovação isso será avaliado durante essa fase.

5. Trabalhe o autoconhecimento

O autoconhecimento é fundamental em um processo seletivo, mas é muito lembrado apenas na fase das entrevistas. Responder perguntas como “onde você espera estar daqui 10 anos” ou “por que você é a pessoa ideal para essa vaga” é muito importante, mas se conhecer também é essencial na etapa da dinâmica.

É nessa fase que a sua interação será colocada a prova, por isso saiba em quais cenários você se dá melhor e quais são os gatilhos que podem te fazer agir de maneira inadequada. Por fim, pense em como conseguir reverter isso e fazer com que essas situações não afetem o seu desempenho.

Bora executar:
1) Não deixe de contribuir;
2) Dê espaço para os outros participantes;
3) Peça opinião;
4) Seja receptivo e inclusivo;
5) Conheça a empresa;
6) Trabalhe o autoconhecimento.

Como me preparar para um processo seletivo?

Como me preparar para um processo seletivo?

Muitas empresas utilizam o Processo Seletivo como porta de entrada para novos colaboradores. Atualmente, é muito difícil encontrar etapas padrões utilizadas por todos os recrutadores. No entanto, não se desespere!

Por mais que as etapas sejam diferentes, elas normalmente buscam avaliações sobre aspectos em comum. Nesse momento, a organização quer entender o candidato desde a ótica da formação técnica, analisada por currículos ou desafios; até o seu comportamento, como em dinâmicas e testes de perfil.

E por isso, temos 6 dicas de como se preparar para qualquer processo seletivo!

1- Trabalhe o autoconhecimento

Antes mesmo de saber mais sobre a organização que você quer se candidatar, é importante se conhecer. Nesse momento, alguns exercícios podem te ajudar:

– Pergunte para as cinco pessoas mais próximas a você como elas te descreveriam, pegue tanto os lados positivos quanto os negativos.

– Elenque quais foram os maiores desafios que você já passou, podendo ser pessoais ou profissionais. Com isso, saiba os passos que utilizou para supera-los.

– Prepare uma apresentação sobre você com os principais pontos da sua história e que te descreva para qualquer pessoa em poucos minutos.

2- Conheça a empresa que você quer trabalhar

Depois de se conhecer melhor, analisar a empresa é o principal passo. É aqui que você conseguirá entender se ela realmente pode te ajudar a chegar aos seus objetivos e se para você faz sentido ser parte daquela organização. Entenda minimamente o que a empresa faz, o mercado em que ela está situada e também suas diferenças para os principais concorrentes.

Depois disso, busque sobre a missão, a visão e os valores da organização, como no próprio site e mídias sociais, ou até mesmo no LinkedIn.

3- Analise o Dress Code da empresa

O Dress Code é um código de vestimenta em que as pessoas seguem no ambiente de trabalho. Exemplo clássicos e extremos são os bancos e empresas de tecnologia (como a Google). No primeiro deles, os colaboradores vão ao trabalho com roupas formais, ternos femininos e masculinos, saias mais longas, gravatas, sapatos elegantes. Já no segundo, as pessoas têm a liberdade de usarem tênis, sandálias, roupas mais confortáveis.

Por isso, é fundamental entender como é o Dress Code da empresa a qual você está se candidatando. Ao chegar no ambiente da empresa com a roupa certa, o recrutador tem a primeira impressão de alguém já alinhado com a cultura da empresa.

Por exemplo: candidatos para a Ambev ou para o FaçaAgora! podem usar tons azul e de roxo, respectivamente, em uma blusa de forma discreta.

4- Se atente para a linguagem corporal

Em etapas presenciais, esse é um dos pilares para ser visto com bons olhos pelos recrutadores. A linguagem corporal por muitas vezes traz à tona aquilo que tentamos não demonstrar nos processos seletivos: como nervosismo e timidez. Exemplos comuns são: a alta frequência de toques no rosto, mãos tremulas e até mesmo falhas na voz.

Para evitar que isso aconteça, tente manter a postura mais relaxada, com as costas retas, ombros para trás e mantenha o contato visual. Não mexa os pés ou a cadeira. Dessa forma, você consegue passar mais segurança e credibilidade, ajudando no seu desempenho.

5- Cuidado com a linguagem verbal

A comunicação assertiva é uma a soma de uma boa oratória com um bom posicionamento corporal. A linguagem falada é de extrema importância nas fases como entrevistas e dinâmicas. Sempre evite gírias e expressões muito informais, pois elas podem ser entendidas como falta de profissionalismo.

Quando você estiver treinando para as etapas, uma boa dica é sempre escrever o que for falar em um rascunho. Mas treinar em frente ao espelho ou com outras pessoas sem utiliza-lo. Isso reduz as chances de você ficar tentando lembrar o que está escrito e aumenta a sua linha de raciocínio sobre o que te foi perguntado. Ou seja, esse processo soa muito mais natural.

6- Se venda como a solução

Quando uma organização abre processos seletivos significa que ela está em busca de solucionar problemas ou empasses internos. Isso pode ser desde aumentar a sua capacidade produtiva, até desenvolver novas frentes e áreas. Por isso, ao analisar a vaga a qual você está se candidatando entenda suas funções e faça perguntas sobre ela sempre que sentir necessidade.

É preciso que você entenda como pode contribuir naquele cargo, para que o recrutador, além das suas competências técnicas e comportamentais, veja como elas podem ser aplicadas no dia a dia da empresa.

Observação: não tenha medo de fazer perguntas! Elas demonstram seu interesse sobre a empresa e a vaga.

Mas por fim, uma dica bônus: não crie uma personagem para participar de qualquer processo seletivo. Além de não ser efetivo, pode atrapalhar um bom match entre você e a empresa! Seja você!

Entenda o que é liderar

Entenda o que é liderar

86% dos executivos apontam a liderança como a principal habilidade para as organizações, de acordo com pesquisas da Deloitte. Obviamente liderança é um tema muito estudado atualmente e isso é devido a grande importância dessa habilidade.

Então o que seria liderar?

De acordo com a definição do Google, liderar é:proceder como ou ter a função de líder.
ocupar a posição de líder.

A definição é bem vaga, mas podemos notar que liderar não é ter pessoas cumprindo suas ordens. (e até o Google sabe disso!) Você deve ter a função de líder. Só é possível liderar quando as pessoas que trabalham com você te colocam nesta posição.

Você se torna um líder quando as pessoas recorrem a você quando precisam de orientação e te consideram um exemplo a ser seguido.

Para masterizar essa habilidade, comece entendendo liderança como superar-se e desafiar outros a fazer o mesmo. É um bom início.

DICAS PRÁTICAS PARA CADA TIPO DE LIDERANÇA

LIDERANÇA SITUACIONAL

Liderança importantíssima para momentos de crise. Essa liderança consiste em se moldar de acordo com o cenário vivido. O grande trunfo dessa liderança é conseguir manter os resultados dos colaboradores constantes independente do que contexto vivido pela organização.

A chave é você entender como cada colaborador é e se adaptar a cada um. Entenda o que faz com que seus colaboradores fiquem mais motivados e também o que abala a performance de cada um.

Adapte sua comunicação de acordo com a condição vivida por cada colaborador. Comunicação assertiva é indispensável neste caso.

Dica prática: Acesse nosso post sobre COMUNICAÇÃO ASSERTIVA e comece a aplicar os ensinamentos contidos nele agora!

LIDERANÇA 4.0

Estamos vivendo a indústria 4.0, logo precisamos de pessoas que saibam liderar neste momento se adequando ao cenário. O foco principal aqui são as pessoas e a sociedade e como elas se relacionam com as mudanças que vivemos.

A liderança 4.0 consiste em estar preparado para lidar com o grande volume de informação com que somos bombardeados o tempo todo, ter rapidez na gestão de conflitos e se comunicar se forma clara e objetiva, sempre entendendo as pessoas e potencializando suas performances.

O foco aqui é que em um mundo complexo como vivemos hoje em dia, o líder 4.0 deve conseguir se adaptar e facilitar as coisas para os colaboradores.

Dica prática: Use o material que nosso time de especialistas desenvolveu para aprender a CONVERTER CONHECIMENTO TEÓRICO EM APRENDIZADO PRÁTICO para conseguir gerir melhor as informações e tomar decisões mais rápido.

LIDERANÇA SERVIDORA

Essa liderança é semelhante a liderança liberal na qual o líder funciona mais como um facilitador do processo e os profissionais têm maior liberdade na execução dos projetos.

O diferencial no caso da liderança servidora é que, como diz Simon Sinek, “O líder come por último”. Você deve fazer as pessoas se sentirem seguras para poderem trabalhar em seu potencial máximo.

O foco do líder é no bem estar do liderado. Liderar não é sobre estar no topo, mas sim sobre colocar as outras pessoas no topo.

Resumindo, se ocorreu algum erro, então a responsabilidade é sua como líder. Se ocorreu algo extraordinário, então dê os créditos ao colaborador responsável e o recompense.

Dica prática: Na próxima reunião, reconheça algum colaborador por um trabalho que fez um trabalho incrível e que você participou. Para aprofundar, se liga nesse TED do Simon Sinek.

LIDERANÇA CARISMÁTICA

O segredo da liderança carismática é acreditar no que você faz e transmitir essa visão aos seus colaboradores.

Para desenvolver uma forte liderança carismática você deve entender o que mais te motiva na empresa, alinhar isso com o que mais motiva as demais pessoas e então focar em comunicar essa paixão em comum que vocês tem.

Lembre-se que deve ser algo genuíno, então você deve estar disposto a passar, se necessário, por momentos difíceis pela ideia que está defendendo e até mesmo a fazer auto-sacrifícios ao longo da jornada.

Dica prática: Após entender as paixões dos seus colegas de trabalho, liste elas e tente montar uma frase que contenha tanto a sua motivação quanto a motivação de um de seus colegas. Faça isso para com mais de um de seus colegas.

Dessa forma você conseguirá enxergar de forma mais clara como pode ser carismático e impulsionar sua performance e a da sua equipe através do trabalho em equipe em torno do que realmente acreditam.

LIDERANÇA ORGANIZACIONAL

Está é uma liderança mais focada na organização como um todo. Para desenvolver uma boa liderança organizacional você deve ser capaz de motivar seus colegas, seus liderados e até mesmo seus superiores.

Você deve saber gerir crises, organizar as atividades da empresa e garantir a cooperação entre todos os membros do seu setor. O Foco aqui é cuidar da parte estratégica da empresa sem esquecer da individualidade de cada colaborador.

Dica prática: Ao longo dessa semana busque notar quais são os objetivos da empresa que mais motivam cada colaborador e o porque disso. Assim você conseguirá distribuir melhor as funções entre cada um e garantir uma boa participação de todos para atingirem as metas.

DICAS BÔNUS (Para Quem Realmente Quer Evoluir!)

Ao longo do seu desenvolvimento como líder, lembre-se sempre: Liderança é baseada em soft skills. O que tem muito a ver com o Conhecimento em T.

Você não se torna o líder simplesmente por conhecer todos os processos do seu setor.
Com certeza um bom líder sabe essas coisas, mas ele também sabe delegar as funções operacionais para focar na parte estratégica.

Foque nesses 11 pontos para ser um líder independente da sua área de atuação:

– Comunicação efetiva,
– Liderança empática;
– Capacidade de pensamento crítico;
– Motivação;
– Flexibilidade em se adaptar aos cenários;
– Administração do tempo;
– Resolução de conflitos;
– Aprender sempre;
– Postura positiva;
– Resiliência;
– Orientação para os resultados.

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Você deve ter percebido que é um pré-requisito básico você deve desenvolver sua liderança com inteligência emocional.

O primeiro passo para dominar uma habilidade é entender o que ela é. Você pode fazer isso lendo o livro Inteligência Emocional de Daniel Goleman.

FOCO EM EXECUÇÃO

Em qualquer estilo de liderança é sempre importante saber que sua liderança deve ter foco em resultados reais!

Tenha métricas e veja se realmente está indo na direção certa para atingir o objetivo almejado

Outro ponto importante no desenvolvimento da liderança é ter empatia. Antes de influenciar o comportamento das pessoas, você deve ser alguém de confiança e isso só é possível se você se conectar com ela de verdade.

Primeiro busque entender o que é Empatia Organizacional e como você pode melhorar isso na sua empresa.

Aí vem as perguntas: Qual é a liderança ideal? Qual tipo de liderança é mais importante nas organizações? Qual estilo de liderança é mais eficaz?
A resposta é: Depende da cultura organizacional da sua empresa!

O primeiro passo é entender a cultura organizacional de onde você trabalha para então adaptar seu estilo de liderança ao ambiente.
Lembre-se sempre que liderar é diferente de manipular!

Ufa!! Bastante coisa né!? Liderar não é algo fácil, mas é algo que você pode desenvolver ao longo do tempo através da vivência diária com os seus colaboradores, sempre colocando em prática o conteúdo que aprendeu por aqui.

E aí, com qual perfil de liderança você mais se identifica? Conta pra gente nos comentários e

4 hábitos para desenvolver a Inteligência Emocional

4 hábitos para desenvolver a Inteligência Emocional

No dia a dia, nem sempre é fácil controlar as reações frente aquelas situações inesperadas. Mas isso é fundamental para a qualidade da vida pessoal e dos relacionamentos. Por isso, a Inteligência Emocional ganha cada vez mais espaço e é considerada uma das principais habilidades profissionais do mundo moderno.

A inteligência emocional é o fator que mais influencia seu desempenho no mercado de trabalho. A presença dessa habilidade explica 58% do sucesso de profissionais em todos os tipos de postos de trabalho, segundo a consultoria TalentSmart.

Ao se deparar com um engarrafamento, uma meta não batida, uma má notícia ou até um momento de constrangimento, como você reage? Essas são circunstancias comuns da rotina, mas refletem muito sobre o seu nível de Inteligência Emocional.

Para Daniel Goleman, esse conceito é a balança entre o racional e emocional. Seus dois pilares são: 
– Compreender como as emoções ocorrem dentro de você e na sua relação com as pessoas. 
– Entender a sua reação frente às situações e transforma-las em resposta ,ou seja, ação controlada.

Se você quer saber como desenvolver a Inteligência Emocional, separamos 4 hábitos para aplicar no dia a dia. Bora executar?

1. Desenvolva a autoconsciência

A Inteligência Emocional se molda na soma da identidade com a reputação. Significa que quanto mais você se identifica com o que as pessoas dizem sobre você, maior seu nível de inteligência emocional. Isso acontece porque as pessoas que tem uma visão mais realista de seus pontos fortes e fracos possuem um discernimento melhor das suas atitudes.

Para desenvolver a autoconsciência, voltar os olhos para a sua Marca Pessoal e  o seu Autoconhecimento.

Um exercício simples, mas muito eficaz é listar suas 3 principais características, assim como 3 pontos fortes e fracos. Após isso, peça para pessoas próximas a você e de diferentes ciclos fazerem o mesmo. Compare se o que você escreveu se parece como os outros te descreveram.

2. Pratique a empatia

O termo empatia se trata de entender o outro. Desde suas atitudes, até seus sentimentos. Esse fator é fundamental para que as relações sejam melhores e mais amigáveis. Sempre pense antes de fazer ou dizer algo: Como eu reagiria se isso acontecesse comigo? Essa pessoa também se sentiria dessa forma?

Uma boa prática é pedir feedbacks dos seus feedbacks. Assim você entenderá com mais clareza se falou da melhor forma e como pode aprimorar nas próximas conversas.

Para usar a empatia como aliada para conversas mais assertivas, acesse nosso conteúdo sobre Feedbacks.

3. Seja humilde

Complementando a empatia, a humildade é um quesito fundamental para o processo. Pois é a partir do reconhecimento de posturas erradas e ações impulsivas, que as pessoas passam a querer melhorar. Sendo isso o estopim para a aceitar feedbacks, autocríticas e traçar planos para se desenvolver.

4. Transforme reações, em respostas

Quando você coloca a mão em algo quente, você reage tirando logo. Isso é instantâneo e não envolve um raciocino consciente. Em situações de perigo, é normal que o corpo seja impulsivo para se defender. Mas as relações isso deve ser ao máximo evitado.

As reações normalmente são espontâneas, mas a Inteligência Emocional está em saber controla-las. Por isso, responder é a melhor opção, já que é um processo consciente que leva em consideração a autoconsciência, a empatia e a humildade. Sendo assim, as respostas geram impacto assertivo, sem agressão e prezando por uma mensagem clara, mas que será bem absorvida por quem a escuta.

Mesmo em situações que você se coloca em posições altamente reativas, pense antes de agir.

Por exemplo: em um confronto de ideias onde a outra parte não permite que você exponha e conclua seu pensamento, não tente falar ao mesmo tempo. Espere, a escute e peça um momento de fala. Assim, você estará dando uma resposta que melhorará a situação e o clima.

Quer saber quais são outras habilidades que você deve desenvolver para fortalecer a Inteligência Emocional e se destacar no mercado de trabalho? Acesse o ebook sobre as 10 Habilidades do Futuro e descubra agora!

Home Office nas empresas modernas

O Home Office nas Empresas Modernas

Quem veio primeiro: a tendência ou a necessidade?

O trabalho remoto já era um assunto que se tornava cada vez mais comum em empresas, devido aos seus muitos benefícios. Muitas empresas buscavam testar esse modelo e encontravam desafios que as faziam retardar essa implementação. Mas com a necessidade de isolamento social, a execução se tornou a principal saída.

A criação do hábito de trabalhar de forma remota e online tende a permanecer em muitas organizações mesmo depois da normalização do cenário atual. Essa prática permite com que ferramentas de aumento de produtividade, foco e qualidade de vida sejam implementadas de forma muito mais escalável e eficaz.

Você quer saber o por quê?

Como o trabalho remoto auxilia a redução de distrações?

Comum que muitas pessoas comentem que quando querem aumentar a sua produtividade preferem trabalhar fora de seus escritórios e horários convencionais. Isso ocorre devido ao fato de que as interações humanas podem afetar na concentração e no foco, consequentemente no desempenho do colaborador.

Por mais que a conversa não seja direta ou que até haja silêncio, muitas pessoas se incomodam com o barulho do digitar, com falas de outras pessoas e até mesmo com o movimento de ir e vir.

O trabalho remoto é uma das maneiras de minimizar as distrações. Isso ocorre devido ao fato de que a pessoa tem autonomia para escolher onde executar as suas atividades diárias, assim como grande parte dos horários em que irá trabalhar. Pessoas mais produtivas durante a noite, por exemplo se beneficiam muito com esse modelo.
Dados de 2019, da empresa SurePayRoll, apontam que 86% dos colaboradores atingem a sua máxima produtividade ao trabalharem sozinhos. Somado a isso, 2/3 dos gestores garantem que o trabalho remoto faz com que seus liderados são realmente mais produtivos em home office.  

O trabalho remoto promove maior qualidade de vida!

Principalmente em cidades de médio e grande porte, uma reclamação comum entre os colaboradores de uma empresa é o tempo gasto com o trânsito. Outro ponto muito levantado é sobre a possibilidade de cuidar da saúde com comidas mais saudáveis, além da prática constante de exercícios físicos.

Nesse ponto, o trabalho remoto também apresenta benefícios! Com a possibilidade de otimização de tempo e da escolha mais flexível dos horários de trabalho, 80% das pessoas se sentem mais motivadas, segundo um estudo da PGI, empresa de software de serviços. Além disso, 82% dos colaboradores que trabalham em home office reportam que esse modelo reduz drasticamente os seus níveis de stress.

Como posso potencializar os benefícios do trabalho remoto?

1- Saiba o horário que você trabalha melhor.
De acordo com dados da Universidade da Califórnia, em geral as pessoas têm aumentos de produtividade no final da manhã e também picos entre às 14h e 15h. Entenda como funciona o seu organismo e use esses horários para executar as tarefas mais importantes e que demandam mais atenção. Isso faz com que tarefas como checar e-mails ou responder em aplicativos de comunicação interna não ocupem seu tempo mais precioso.

2- Faça listas diárias de tarefas.
Com o Home Office muitas pessoas alegam que se perdem nas demandas e no planejamento de entregas. Por isso, tenha sempre em mente quais são as atividades que você deve desenvolver a cada dia para que não perca prazos importantes.

3- Faça pausas regulares.
Com ninguém por perto para conversar ou horário fixos para fazer pausas, é normal que no trabalho remoto as pessoas não vejam o tempo passar e acabem esquecendo de cuidar de si mesmas. Por isso, é importante fazer intervalos, mesmo que curtos, para se hidratar, alimentar e cuidar de suas necessidades. Há técnicas que dizem que você deve trabalhar 25 minutos e pausar por 5 minutos. Encontre a combinação de tempo que faça mais sentido para você.

4- Dê importância para a comunicação.
Mesmo com o modelo de trabalho remoto, é essencial entender de forma global como está o trabalho de sua equipe. Por isso, marque reuniões virtuais para repasses estratégicos, mantenha contato sobre os trabalhos que estão sendo desenvolvidos e em trabalhos em grupo use salas de bate papo para brainstorm, divisão de tarefas e acompanhamento de execução.

Bora executar:
1) Anote suas atividades diárias;
2) Escolha os melhores horários para cada atividade;
3) Faça pausas no trabalho remoto;
4) Busque saber como estão seus colegas de trabalho.

 

Para complementar trouxemos o 5º episódio do Do!Cast: