Entenda como desenvolver a sua organização no curto, médio e longo prazo

Tudo muda o tempo todo, e, se a sua empresa não for capaz de acompanhar essas mudanças, infelizmente ela ficará estagnada.

Mais do que uma prática ou metodologia, buscar por melhoria contínua é o que possibilita que o desenvolvimento organizacional seja sustentável. Por isso, é essencial que as empresas se esforcem para atingir um desempenho melhor do que o atual, ou seja, saiam de sua zona de conforto. 

Se você é o tipo de pessoa que se incomoda com a estagnação e busca sempre um desenvolvimento do curto ao longo prazo com constância, este texto é para você!

Nele vamos falar sobre como você pode, no dia a dia, estabelecer referências para monitorar e promover o desenvolvimento da sua organização.

Por aqui, você vai ler sobre:

  1. Mentalidade de desenvolvimento;
  2. Funil de funções;
  3. Tempo de Rampagem.

Prepare o seu café e bora conhecer melhor essas dicas que vão alavancar os resultados do seu negócio!

1 – Mentalidade de desenvolvimento

Ao iniciar um planejamento estratégico voltado para o crescimento organizacional, muitas vezes ficamos presos aos números. Esta medida, além de ser cada vez mais imprevisível e difícil de controlar no longo prazo, pode gerar desengajamento e falta de entendimento dos colaboradores da empresa.

O foco aqui não é eliminar o planejamento estratégico pautado em objetivos e indicadores que descrevem a tendência de crescimento ao longo do tempo, mas adicionar o Comportamento como visão de longo prazo de todos da organização. 

A principal noção de sucesso que podemos ter em relação ao Comportamento é que cada pessoa trabalhe para que a organização diminua a dependência que tem dela. Não entenda mal, o foco não é trabalhar com demissões constantes, mas formar pessoas que não se limitem a um escopo de trabalho engessado

Exemplo

Imagine um colaborador em que uma de suas responsabilidades é a realização de relatórios diários de desempenho. 

Neste caso, como pode ser feita uma automação ou padronização neste mesmo relatório para que ele se torne mais efetivo ou preenchido em menos tempo?

2 – Funil de funções

Este é o momento de trazer o idealismo do primeiro tópico para a prática. Mas antes, nos permite uma pergunta? 

Quais seriam as consequências se você não aparecesse na empresa para trabalhar por 1 mês? As pessoas saberiam o que precisa ser feito para manter o resultado gerado por você?

Caso exista esta centralização de escopo de trabalho capaz de gerar uma ruptura no desenvolvimento constante em sua ausência, você está caminhando na contramão dos objetivos deste artigo. 

Mas calma, aqui no FaçaAgora! os problemas existem para serem solucionados! Por isso trouxemos 3 maneiras de evitar essa relação de dependência. 

 

Analogia especializada:

Consiste em analisar como uma mesma função é feita em um setor análogo. Ou seja, buscar soluções já implementadas, mesmo que de outros nichos, que possam contribuir para o seu negócio.

Exemplos:

  1. Como melhorar o fluxo de pessoas em fila no refeitório da empresa?
    Basta analisar como é feito este processo em embarques de aeroportos ou filas de supermercados. 
  2. Como melhorar o home office?
    Basta entender como é a divisão de tempo e relacionamento de astronautas lançados para o espaço. 

 

Benchmarking:

Essa ferramenta é utilizada para analisar a concorrência e entender como ela executa os processos similares à sua organização. 

Como é feito o que você faz hoje no mesmo setor que você ocupa? Como você consegue usar esse conhecimento para implementar melhorias no seu negócio? 

Quando utilizado de forma estratégica, o Benchmarking se torna um grande aliado na otimização de processos e na potencialização de resultados.

 

Desenvolvimento aos pares:

Essa é uma prática de intercâmbio. Caso existam pessoas dentro da empresa que exerçam funções próximas, fazer um revezamento de responsabilidades em determinada atividade é interessante. 

Mas, para a troca acontecer deve existir uma regra: os colaboradores precisam implementar alguma melhoria no processo. 

Exemplo: 

Ao receber a função de elaborar um relatório, caso eu consiga reduzir 20% do tempo para sua execução através de algum processo, eu posso repassar esta função para a outra pessoa e, assim, sucessivamente.

É válido ressaltar que, para que qualquer uma dessas ações traga resultado efetivo na descentralização das atividades, é fundamental consolidar o conhecimento e o processo de forma a torná-lo delegável.

3 – Tempo de Rampagem

O termo veio do setor de vendas, mas consegue ser replicado em todo e qualquer departamento. É o tempo para que os seus colaboradores entendam as suas respectivas funções de trabalho e as expectativas em relação aos resultados.

Grande parte das falhas processuais e dúvidas na execução das atividades têm as suas raízes em um mau uso do Tempo de Rampagem. Os seus colaboradores precisam saber exatamente o que devem fazer e os resultados a serem entregues.

Para que a sua empresa não passe por essas dificuldades e consiga fazer com que as expectativas estejam bem alinhadas é preciso que tenham clareza quanto às seguintes questões:

  1. Qual é a noção de sucesso da empresa? 
    Entenda aonde você quer chegar e deixe transparente aonde sua equipe também deve chegar.
  2. Qual é o caminho a ser seguido? 
    Foque no que você e sua equipe devem fazer para atingir esta noção de sucesso determinada.
  3. Quando e como será feito o acompanhamento de efetividade? 
    Defina as métricas de avaliação dos resultados e como elas serão utilizadas, isso deve ficar bastante claro para todos.

 

O desenvolvimento de uma organização é consequência do conjunto de pequenos esforços.

E aí, quais dessas dicas você pretende colocar em prática? Como sempre falamos, ideia no papel não gera resultado.

#BoraExecutar!

Quem pode ajudar caso eu não consiga implementar na minha organização

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