Como trabalhar inovação para aumentar os resultados

Como trabalhar a inovação para aumentar resultados

O que é, como implementar e direcionamentos importantes

Antes de tudo, preciso fazer um alinhamento com você. Se você está em busca apenas de conceitos e definições, você não vai encontrar aqui. O foco deste texto está totalmente na execução e em como você pode aplicar para gerar resultados efetivos no seu dia a dia e em sua organização.

Antes de continuar este texto, você precisa saber que inovação não envolve apenas trazer soluções radicais criando um novo mercado, incrementos para produtos ou até mesmo ideias disruptivas para um mercado já existente.

Quando falamos em inovação, devemos lembrar de dois motores que impulsionam qualquer organização: Consolidação e Inovação. Coloco as palavras nesta ordem de propósito. Não adianta você querer pensar em Inovação para a sua organização se não focar no mínimo de Consolidação (apenas em alguns momentos específicos esta ordem se altera).

Vamos a um exemplo: Suponha que você quer melhorar a experiência da sua audiência em algum canal de comunicação online que você possui. Comumente, você utiliza de imagens para se comunicar e passar sua mensagem ao público. Porém, você percebeu que precisa melhorar a interação com o público por conta da queda no engajamento da plataforma. Neste momento, você decide mudar sua comunicação (que antes era feita através de imagens) para vídeos.

Você poderá ter um retorno significativo ou não. Isto depende do motivo da queda de engajamento da sua audiência com o seu canal de comunicação. Em uma primeira situação, vamos imaginar que sua audiência aceitou muito bem o novo estilo e seu engajamento aumenta. Porém, em uma segunda situação, vamos imaginar que a queda do engajamento possa ser por falta de tempo da audiência que demanda por postagens mais curtas e com o conteúdo mais direto. Neste caso, o vídeo apenas piora seus resultados. O que realmente faria sentido é postagens com textos curtos e diretos em imagens.

O que quero dizer por aqui é que a Inovação por si só não garante a sobrevivência do seu negócio. Entenda: Inovação é permanência no longo prazo, Consolidação é permanência no curto prazo e para você aplicar estes conceitos de fato, vamos focar separadamente:

Consolidação como permanência de um negócio no curto prazo

Este deve ser o primeiro motor de um negócio. Você deve focar no mínimo 70% de todos os seus recursos neste motor. Entenda por recursos: Tempo investido, pessoas direcionadas, capital financeiro e assim por diante).

Para desenvolver a Consolidação, você deve buscar o mínimo do seu negócio que consegue gerar o máximo de valor. Neste caso, estamos falando de nível de entrega em projetos, um estilo de publicação curinga em suas redes, uma ferramenta para gestão interna, enfim. A Consolidação é o que mantém seu negócio performando dia após dia.

Um exemplo: Suponha que você tem 5 produtos em seu portifólio para os clientes. Para trabalhar a Consolidação, qual destes produtos você tem o maior domínio e que, por consequência, acaba sendo o mais vendido? Esta é a consolidação do seu negócio. O que te traz renda. O nível de inovação neste caso deve ser muito bem dosado.

Inovação como permanência de um negócio no longo prazo

A pergunta mais importante por aqui não é como inovar, mas quando inovar.

Caso você queria aprofundar em como inovar, confira este nosso texto: Como fortalecer e desenvolver uma organização

Então, quando inovar, afinal?
Sempre! A inovação é o que garante o desenvolvimento da organização e diferenciação em relação ao mercado. Neste motor, você deve focar até 30% dos seus recursos.

Um exemplo: Um dos grandes gatilhos para manter um público engajado é o da curiosidade. Ao receber um mesmo estímulo e estilo de conteúdo, uma audiência entende que aquilo é um padrão e acaba reconhecendo como algo trivial e com mesma importância das demais. Logo, sem diferencial competitivo. Este é um dos grandes motivos de aplicativos para smartphones, sendo, inclusive, uma estratégia já utilizada pela grande Facebook em que deveria liberar novas atualizações quinzenalmente.

Mas como trabalhar o equilíbrio entre consolidação e inovação, afinal ?!

1.Quanto maior a consolidação, menor a escala de inovação

Não estou dizendo que você não deve mexer em “time que está ganhando. ” Pegando este mesmo exemplo, você tem um time excelente em campo, você vai retirar todos do campo para implementar um formato novo com os reservas? Imagino que não. Neste caso, o mais prudente a se fazer é alterar somente um jogador ou uma estratégia em si.

Ao começarmos o processo de inovação, a única coisa que temos são hipóteses e estas hipóteses precisam ser validadas na prática para medir o resultado.

Vamos a um exemplo: Se você quer melhorar a experiência do seu cliente na empresa e entende que pra isso vai precisar oferecer uma cesta de chocolates para cada um para isso, você não deve implementar mutuamente para todos os clientes. Na verdade, o que você deve fazer é enviar esta cesta para alguns poucos clientes e coletar os retornos com esta atitude. Só após este primeiro feedback você terá os insumos para validar esta ideia e identificar se realmente faz sentido ser para todos os clientes dado o investimento que a organização precisa fazer.

O que quero dizer é que recursos são limitados a todo momento e o uso destes deve ser o mais estratégico possível. Se você quer melhorar a comunicação em uma empresa de 50 funcionários, por exemplo, você não pode implementar uma nova plataforma para todos utilizarem sem saber do retorno que trará, antes disso, você deve testar em um grupo específico, ver quais as dificuldades e facilidades, adaptar e só assim levar pro restante da empresa já com as melhorias adotadas.

2. Escala e impacto para implementar a inovação

A Inovação deve estar acontecendo a todo momento na empresa. Testes de hipóteses é o que vai te deixar atualizado e bem posicionado no mercado. Você precisa entender seu público e você só conseguirá fazer isso se estiver coletando feedbacks a todo momento. Para entender esta dinâmica, pegarei um exemplo análogo para ilustrar a situação.

Vamos a um exemplo: Sabe aquele ou aquela comediante que você gosta? Já se perguntou como pode ser tão engraçadas as piadas contadas? No próprio processo de criação é utilizado a metodologia Setup + Punch que é, basicamente, ao contar uma piada, quem a contou entende qual foi a reação do público para validar se vale ou não ser incorporada definitivamente no repertório. Para isso, cada comediante tem seus telespectadores para testar. Primeiramente, testa com um amigo ou parceiro, depois com a família, posteriormente em eventos menores de standups e depois incorpora ao grande roteiro.

O que quero frisar por aqui é que você precisa validar suas ideias o tempo inteiro com o seu público, mas de forma controlada. Qual o maior impacto da sua ideia você pode validar com a menor escala possível antes de implementar efetivamente?

3. Dicas e orientações para começar hoje

  1. De nada vale uma ideia se ela não for testada. Por isso, ao ter uma novidade de implementação, imagine como você pode aplicar em uma escala menor, buscando o maior impacto possível hoje mesmo para validar sua ideia
  2. Consolide aquilo que você manda bem hoje. O que sua empresa faz bem está consolidado? Ou seja, você consegue ter o domínio de todo o processo? (Aqui entram aspectos de gestão de conhecimento, treinamento de equipes e afins).
  3. Trabalhe de forma consciente e constante. Tenha domínio de todas as etapas e gestão de inovação periodicamente. Como podemos te ajudar hoje? Entre em contato!

#BORAEXECUTAR

Como fortalecer e desenvolver uma organização

Como fortalecer e desenvolver um organização

Tudo o que você precisa saber hoje para desenvolver a sua organização, seu setor ou até mesmo o cargo que ocupa

Se você é o tipo de pessoa que se incomoda com a estagnação e busca sempre um desenvolvimento do curto ao longo prazo com constância, este texto é pra você!

Nele vamos falar sobre como você pode, no dia a dia, estabelecer referências para monitorar e promover o desenvolvimento na sua organização ou na que trabalha.

Por aqui, você vai encontrar:

  1. Mentalidade de desenvolvimento
  2. Funil de funções
  3. Tempo de rampagem
  4. Boas práticas para o desenvolvimento

Agora que você tem noção do todo, fique à vontade para ir direto para a parte que mais lhe atenda. Mas atenção! Recomendamos a leitura do texto por completo. Bora lá?

Aproveite para conferir: Como desenvolver pessoas e equipes

Mentalidade de desenvolvimento

Ao iniciar um planejamento estratégico voltado para crescimento organizacional, muitas vezes ficamos presos a números. Esta medida, além de ser cada vez mais imprevisível e difícil de controlar no longo prazo, pode gerar desengajamento e falta de entendimento dos colaboradores da empresa.

O foco aqui não é eliminar o planejamento estratégico focado em objetivos e indicadores que descrevem a tendência de crescimento ao longo do tempo, mas adicionar o Comportamento como visão de longo prazo de todos da organização. Mais do que números, as pessoas precisam entender o que é esperado dela no dia a dia.

A principal noção de sucesso que podemos ter em relação a Comportamento é que cada pessoa trabalhe para que a organização não precise dela o quanto antes. Não entenda mal, o foco não é trabalhar com demissões constantes, mas sempre adicionar funções que promovam o crescimento da empresa e do colaborador. Caso esta mentalidade não esteja latente, temos funções que se repetem ao longo do tempo da mesma forma e aquela pessoa fica estagnada em um mesmo serviço que ocupa o mesmo número de horas dela durante a semana.

Um exemplo: Se uma das responsabilidades de uma pessoa é a realização de relatórios diários de desempenho e ela gasta cerca de 1 hora para compilar por dia, este tempo deve ser reduzido ao máximo para que ela possa fazer cada vez mais funções voltadas para o crescimento. Neste caso, como pode ser feito uma automação ou padronização neste mesmo relatório para se tornar mais efetivo ou preenchido em um tempo menor de horas?

 

Funil de funções

Este é o momento de trazer o idealismo do primeiro ponto para a prática. Mas antes, quais seriam as consequências se você não aparecesse na empresa para trabalhar por 1 mês? As pessoas saberiam o que precisa ser feito na sua ausência para manter o resultado gerado por você?

Se existe esta centralização de escopo de trabalho tão forte capaz de gerar uma ruptura no desenvolvimento constante em sua ausência, estamos indo na contramão dos objetivos com este texto. Para trabalharmos o fortalecimento e desenvolvimento organizacional é preciso aumentar cada vez mais o esforço estratégico e reduzirmos o esforço operacional.

Um exemplo: Com o mesmo relatório do item anterior, você gastaria, no mínimo, 5 horas semanais. Caso fosse implementada uma ferramenta para automação e aceleração desse processo que reduzisse este tempo para 30 minutos, restaria 4,5 horas na semana para buscar e validar oportunidades de crescimento para empresa.

 

Você pode fazer isso de 3 formas:

ANALOGIA ESPECIALIZADA:

Consiste em analisar como é feito a mesma função em um setor análogo. Alguns exemplos:

  1. Como melhorar o fluxo de pessoas em fila no refeitório da empresa? Basta analisar como é feito este processo em embarques de aeroportos ou filas de supermercados. 
  2. Como melhorar o home office? Basta entender como é a divisão de tempo e relacionamento de astronautas lançados para o espaço. 
BENCHMARKING:

O foco aqui é na análise da concorrência de processos que você executa atualmente. Como é feito o que você faz hoje no mesmo setor que você ocupa? E, por fim, como você consegue implementar no que faz, trazendo melhorias?

 

DESENVOLVIMENTO AOS PARES:

Se houver alguém dentro da empresa que exerce funções próximas às suas, você pode fazer um revezamento da responsabilidade de alguma função em que a única regra para poder fazer esta troca é ter implementado alguma melhoria no processo.

Por exemplo: Ao receber a função do relatório, caso eu conseguisse reduzir 20% do tempo para sua execução através de algum processo, eu poderia repassar esta função para a outra pessoa e, assim, sucessivamente.

 

Tempo de rampagem

O termo veio do setor de vendas, mas consegue se replicado em todo e qualquer departamento. É o tempo que uma pessoa entende o que precisa ser feito e começa a refletir o resultado esperado. Ou seja, para implementar estas etapas de fortalecimento e desenvolvimento organizacional, levará um tempo de acordo com a cultura de execução da sua empresa para que as pessoas assimilam todo o processo.

Por isso, seja transparente com cada pessoa e consigo mesmo estes 3 pontos principais:

  1. Qual a noção de sucesso? Por aqui, entenda onde você quer chegar e deixe transparente onde sua equipe também deve chegar.
  2. Qual o caminho devo seguir? Foque no que você e sua equipe devem fazer para atingir esta noção de sucesso determinada.
  3. Quando será feito o acompanhamento de efetividade? É recomendado uma revisão ao menos bimestral dos planos de ação adotados e resultados alcançados para reajustar a rota. Além disso, é importante que seja realizado ao menos 3 contatos ao longo da semana com a sua equipe para uma micro validação.
 

Boas práticas para o desenvolvimento

Para finalizar e trazer mais insumos práticos para você e sua organização, trouxe dois pontos para você começar a aplicar a partir de hoje.

NÃO FAÇA DAS REUNIÕES UM GARGALO

Reuniões funcionam como uma data que eu preciso esperar chegar para resolver um problema e isto reflete em pautas longas e atraso no processo. Ao surgir um problema, deve ser resolvido o quanto antes. Por isso, não faça das reuniões um ponto marcado para trabalhar os problemas da semana. Pois neste caso, eles devem ser trabalhados assim que surgem.

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MAIS VALIDAÇÕES E MENOS HIPÓTESES

O foco por aqui está em estimular MVPs e não ideias. Só saberemos se uma ideia é realmente efetiva se ela for implementada na prática. Por isso, antes mesmo de travar ideias pelo julgamento através de experiência e histórico, é importante rodar esta mesma ideia em escala menores para medir na prática sua efetividade e, quem sabe, abrir portas para a inovação.

Agora que você já sabe como fortalecer e desenvolver sua organização, tire suas ideias do papel e comece a executar hoje mesmo! Conte com a gente e #BORAEXECUTAR!

Como você pode aplicar a técnica do future-back de CEOs de grandes organizações?

Como você pode aplicar a técnica de Future-Back de CEOs de grandes empresas?

Você provavelmente já ouviu falar que em ideias como povoar Marte até 2025 ou se ter vias expressas subterrâneas sob Los Angeles para grandes trajetos em um curto espaço de tempo. Caso não tenha ouvido ainda, este são dois dos grandes planos de Elon Musk. Todas estas ideias chamadas de loucura por uns ou de futurismo por outros partem de uma técnica utilizada por grandes CEOs, incluindo Jeff Bezos que ocupa, atualmente, a posição de homem mais rico do mundo com 11,1% de participação na Amazon.

Esta técnica é chama de Future-back, ou ainda em tradução livre: Do futuro para o presente. Basicamente, esta técnica consiste em executar uma estratégia no presente, almejando uma noção de sucesso no futuro. Na prática, funciona da seguinte forma:

Na maioria dos casos, temos estratégias sendo construídas através de 3 perspectivas focadas no presente:

  1. Onde estamos atualmente?
  2. Onde queremos chegar?
  3. O que e como fazer para atingir?

A técnica future-back não possui consulta ao presente ou histórico, pelo contrário, deve ser montada em uma folha em branco para não haver interferência da situação atual. Porém, não pense que são construções sem embasamento. O foco desta metodologia está em inverter as intenções. Ao invés de entender o presente para caminhar para o futuro, se almeja um grande futuro como prioridade para que a situação atual não limite as intenções estratégicas.

Para facilitar o entendimento e aplicação em sua organização, ou na que trabalha, trouxe 3 pontos principais:

1. COMECE POR VOCÊ

Este é o primeiro passo para a aplicação da metodologia. Não espere que toda uma empresa compre uma ideia se quem a propôs não acredita nela. Por isso, experimente agora o Future-Back antes de levar para todos os colaboradores e colaboradoras.

Pegue uma folha em branco e, sem as âncoras do presente, foque em o que a empresa em que trabalha pode fazer quando se passarem 10 anos. Busque pensar da seguinte forma: Se tivermos todos engajados em uma causa e soubéssemos o que precisa ser feito, até onde poderíamos ir? Este é o momento de acreditar e potencializar o impacto que a empresa possui.

Por fim, mais do que noções de sucesso, você precisará de 3 competências:

  1. Visão constante: Uma ideia só é transmitida se for lembrada. Para isso, é importante que você sempre estimule o motivo principal dela estar sendo aplicada.
  2. Clareza na comunicação: Você costuma utilizar precisão de linguagem e constatar se a pessoa entendeu o que precisa ser feito? Este hábito é essencial para ser trabalhado.
  3. Transparência no diálogo: Por aqui estamos falando em feedbacks abertos e nada de eufemismos. Todos e todas sabem o que deve ser feito e compartilham de experiências.

2. LEVE PARA O TIME

Neste momento, se é a primeira vez que testa este modelo, provavelmente em alguns momentos você pensou que o que construiu na etapa anterior é impossível de ser feito, porém, este é o tópico que faz com que as ideias ganhem relevância e uma maior probabilidade de êxito.

Ao levar para a equipe, é importante que a ideia que você traçou (ou traçou em conjunto com toda a empresa em organizações menores) consigam trazer 3 pontos principais para todas as pessoas:

  1. Uma visão verdadeiramente inspiradora: O que foi desenhado transmite para as pessoas uma conquista realmente valorosa e que vale a pena ser conquistada?
  2. Cultura de aprendizado: Para que uma ideia ousada seja materializada, é preciso que toda a empresa faça perguntas difíceis e busquem aprender cada vez mais com a prática.
  3. Atraia e reconheça pessoas: Por aqui, o foco deve estar em reconhecer e promover as pessoas que tem esta mentalidade de inovação no dia a dia para estimular sua atuação e indicar para a empresa qual deve ser a conduta de cada um.

3. COLOQUE EM PRÁTICA

Você provavelmente possui um bom esboço da ideia neste momento, porém não passam de hipóteses que precisam ser validadas. Por isso, este é o momento em que, analisando o histórico e projeções que a grande ideia deve receber pequenos ajustes, mas cuidado para não regrar demais o que foi construído até aqui.

Após esta análise crítica, é importante definir as metas que mostrarão qual o caminho a ser seguido em cada período de tempo até se chegar aos 15 anos traçados inicialmente. Por aqui, é o mesmo que escalonar uma meta anual em meses, porém em uma escala ainda maior.

Lembre-se de focar em duas perguntas em todo este processo de aplicação:

Como podemos intensificar o cenário atual?

Como podemos colher sementes melhores no futuro?

Para finalizar, não se esqueça que, mesmo sendo recente esta metodologia utilizada por grandes CEOs, sempre vale a pena revisitar ferramentas consolidadas na administração como a Análise Swot e As 5 forças de Porter para contribuir no alcance aos objetivos.

E, claro, conte com a gente!