Descubra a estratégia que não funciona para o recrutamento

Tentativa e Erro

Entenda como a sua empresa pode ganhar maior assertividade nesse processo tão relevante;

Tentativa e Erro é uma grande metodologia para resolução de problemas, e seu conceito é extremamente simples, apesar de exigir tempo e disposição.

Por mais eficiente que o método seja, ele tem setores mais assertivos para seu funcionamento e o recrutamento, não é uma delas.

Veja bem, não é sobre desconsiderar o potencial da tentativa e erro, que é inevitável, sou capaz inclusive, de apostar que você já utilizou o mesmo método na escola, na faculdade, e até na hora de experimentar alguma bebida. O fato aqui, é o quanto podemos melhorar e desenvolver um dos principais e mais importantes processos da sua empresa, utilizando outras tentativas.

Então vamos por partes:

Sobre a Metodologia

O nome ganhou força, após as pesquisas de Edward Thorndike, no entanto, o método já é muito mais antigo que isso. Basicamente, iniciou na concepção de experimentação europeia.

Pense na primeira pessoa que imaginou a possibilidade de tomar um café, foi preciso tentar inúmeras vezes moer, filtrar, adoçar… E isso se repete para vários dos processos que temos na atualidade, culinária, agricultura, escrita e até mesmo recrutamento de empresas.

A metodologia tem sucesso, justamente porque cada teste nos traz respostas muito importantes. Não significa que todas serão boas, ou positivas, mas todas, igualmente relevantes.

Como fica o recrutamento sem a tentativa e erro

Primeiro, você precisa identificar onde está a tentativa e erro nos processos seletivos mais tradicionais.

Sendo essa seleção uma espécie de vendas de cada um dos candidatos, estaremos sempre vulneráveis às “propagandas enganosas”. Por mais que certas etapas contribuam para um diagnóstico mais assertivo, essa possibilidade é sempre existente. Ou seja, só vamos conferir os resultados quando a pessoa já estiver como colaboradora e fazendo parte do time.

O que acontece é que esses resultados colhidos por todos os aprovados, não serão só ‘mais’ um teste, afinal serão o resultado de toda a equipe e empresa. E aqui está o grande problema.

Como mudar essa situação

Existem outros formatos de processos para o recrutamento, e eles serão sempre bem-vindos. A ideia aqui é colocar a tentativa e erro a prova no próprio processo.

Não à toa, as experiências têm contado cada vez mais. Então, por que não propor que a os (as) candidatos (as) gerem resultado já no processo? Pode ser em um projeto fictício, ou até mesmo, algum processo em gargalo da empresa.

 

Agora é o momento de jogar certeiro e fazer sua disposição e tempo valer a pena.

#BoraExecutar

Filtre suas pesquisas de forma estratégica

Curadoria de Conteúdo

Descubra a melhor forma de potencializar suas pesquisas e estudos.

Na hora de realizar qualquer estudo ou até a criação de conteúdo é preciso se apoiar em informações de fato relevantes e até de maior autoridade. O próprio google pode te auxiliar nessa busca e ainda mais, fugir de qualquer Fake News durante esse processo.

Com essa nova prática você consegue os melhores artigos sobre o tema que precisa, incluído a melhor aplicação de cada um. Para isso, vamos dividir a curadoria em alguns passos:

  1. Definição de temas e palavras chaves;
  2. Atribuição de termos durante a pesquisa;
  3. Escolha do artigo mais adequado;

 

 

  1. Definição de temas e palavras chaves

Diante das suas pesquisas é preciso definir as melhores palavras, são elas as chaves para bons artigos.

Sempre foque em pegar palavras que falem do tema e de instituições que você confia sobre a abordagem.

 

Por exemplo, se sua pesquisa for relacionada a aprendizado e como ele tem evoluído com a progressão digital no mercado. Você pode utiliza palavras como “educação” para o foco principal da abordagem, “tecnologia” envolvendo o contexto de forma mais específica e promovendo maior criticidade e “Harvard” para garantir a autoridade, confiabilidade da sua pesquisa.

Se você se dá bem com outros idiomas, temos uma dica especial é usar as palavras em inglês (ou o idioma da sua preferência), para abranger pesquisas internacionais sobre os temas

 

  1. Atribuição de termos durante a pesquisa

Diante da pesquisa pode acontecer de você querer optar por uma ou outra metodologia, não seria necessário realizar duas curadorias diferentes, para isso, alguns termos (nesse caso é indispensável o uso do inglês) podem auxiliar na curadoria.

 

É simples, para os casos onde você quer que todos os termos sejam incluídos no artigo, utilize o termo “and”. Assim, todas as palavras chaves que definiu vão aparecer na pesquisa realizada.

Seguindo o nosso exemplo ficaria ‘educação and tecnologia and Harvard’. Já nos casos onde você pode optar entre duas abordagens e não importa muito qual delas apareça para você na realização da pesquisa, utilizaríamos ‘Educação or tecnologia’.

 

  1. Escolha o artigo mais adequado

Agora que a pesquisa foi feita é importante, escolher quais dos artigos você vai se apoiar. Nesse caso, o FaçaAgora! te sugere um forma de escolha, diferentemente dos outros dois que é uma forma de pesquisa, esse é um método praticado pela equipe FA!

Leia os títulos que aparece a você e observe de onde são cada um deles, e quais mostram uma abordagem mais coerente pelo título, assim decida 10 títulos para continuar a filtrar.

Escolhido os primeiros títulos, leia os subtítulos e se decida entre os três melhores. Se durante a leitura do subtítulo perceber que a escolha anterior não foi adequada, não tem problema voltar um passo.

Com os três finalistas, você garante uma boa curadoria além de criticidade para as suas referências independente de qual trabalho for.

 

Preparado(a) para por em prática toda essa curadoria¿! Agora ficou muito mais fácil e seguro para iniciar as suas pesquisas, não cair em fake News e ter uma boa referência!!

 

Como você pode aplicar a técnica do future-back de CEOs de grandes organizações?

Como você pode aplicar a técnica de Future-Back de CEOs de grandes empresas?

Você provavelmente já ouviu falar que em ideias como povoar Marte até 2025 ou se ter vias expressas subterrâneas sob Los Angeles para grandes trajetos em um curto espaço de tempo. Caso não tenha ouvido ainda, este são dois dos grandes planos de Elon Musk. Todas estas ideias chamadas de loucura por uns ou de futurismo por outros partem de uma técnica utilizada por grandes CEOs, incluindo Jeff Bezos que ocupa, atualmente, a posição de homem mais rico do mundo com 11,1% de participação na Amazon.

Esta técnica é chama de Future-back, ou ainda em tradução livre: Do futuro para o presente. Basicamente, esta técnica consiste em executar uma estratégia no presente, almejando uma noção de sucesso no futuro. Na prática, funciona da seguinte forma:

Na maioria dos casos, temos estratégias sendo construídas através de 3 perspectivas focadas no presente:

  1. Onde estamos atualmente?
  2. Onde queremos chegar?
  3. O que e como fazer para atingir?

A técnica future-back não possui consulta ao presente ou histórico, pelo contrário, deve ser montada em uma folha em branco para não haver interferência da situação atual. Porém, não pense que são construções sem embasamento. O foco desta metodologia está em inverter as intenções. Ao invés de entender o presente para caminhar para o futuro, se almeja um grande futuro como prioridade para que a situação atual não limite as intenções estratégicas.

Para facilitar o entendimento e aplicação em sua organização, ou na que trabalha, trouxe 3 pontos principais:

1. COMECE POR VOCÊ

Este é o primeiro passo para a aplicação da metodologia. Não espere que toda uma empresa compre uma ideia se quem a propôs não acredita nela. Por isso, experimente agora o Future-Back antes de levar para todos os colaboradores e colaboradoras.

Pegue uma folha em branco e, sem as âncoras do presente, foque em o que a empresa em que trabalha pode fazer quando se passarem 10 anos. Busque pensar da seguinte forma: Se tivermos todos engajados em uma causa e soubéssemos o que precisa ser feito, até onde poderíamos ir? Este é o momento de acreditar e potencializar o impacto que a empresa possui.

Por fim, mais do que noções de sucesso, você precisará de 3 competências:

  1. Visão constante: Uma ideia só é transmitida se for lembrada. Para isso, é importante que você sempre estimule o motivo principal dela estar sendo aplicada.
  2. Clareza na comunicação: Você costuma utilizar precisão de linguagem e constatar se a pessoa entendeu o que precisa ser feito? Este hábito é essencial para ser trabalhado.
  3. Transparência no diálogo: Por aqui estamos falando em feedbacks abertos e nada de eufemismos. Todos e todas sabem o que deve ser feito e compartilham de experiências.

2. LEVE PARA O TIME

Neste momento, se é a primeira vez que testa este modelo, provavelmente em alguns momentos você pensou que o que construiu na etapa anterior é impossível de ser feito, porém, este é o tópico que faz com que as ideias ganhem relevância e uma maior probabilidade de êxito.

Ao levar para a equipe, é importante que a ideia que você traçou (ou traçou em conjunto com toda a empresa em organizações menores) consigam trazer 3 pontos principais para todas as pessoas:

  1. Uma visão verdadeiramente inspiradora: O que foi desenhado transmite para as pessoas uma conquista realmente valorosa e que vale a pena ser conquistada?
  2. Cultura de aprendizado: Para que uma ideia ousada seja materializada, é preciso que toda a empresa faça perguntas difíceis e busquem aprender cada vez mais com a prática.
  3. Atraia e reconheça pessoas: Por aqui, o foco deve estar em reconhecer e promover as pessoas que tem esta mentalidade de inovação no dia a dia para estimular sua atuação e indicar para a empresa qual deve ser a conduta de cada um.

3. COLOQUE EM PRÁTICA

Você provavelmente possui um bom esboço da ideia neste momento, porém não passam de hipóteses que precisam ser validadas. Por isso, este é o momento em que, analisando o histórico e projeções que a grande ideia deve receber pequenos ajustes, mas cuidado para não regrar demais o que foi construído até aqui.

Após esta análise crítica, é importante definir as metas que mostrarão qual o caminho a ser seguido em cada período de tempo até se chegar aos 15 anos traçados inicialmente. Por aqui, é o mesmo que escalonar uma meta anual em meses, porém em uma escala ainda maior.

Lembre-se de focar em duas perguntas em todo este processo de aplicação:

Como podemos intensificar o cenário atual?

Como podemos colher sementes melhores no futuro?

Para finalizar, não se esqueça que, mesmo sendo recente esta metodologia utilizada por grandes CEOs, sempre vale a pena revisitar ferramentas consolidadas na administração como a Análise Swot e As 5 forças de Porter para contribuir no alcance aos objetivos.

E, claro, conte com a gente!

Criar produtos para resolver problemas ou criar problemas para utilizar produtos?

Criar produtos para resolver problemas ou criar problemas para utilizar produtos?

O Design Thinking é utilizado para resolução de problemas! Esse processo é feito através de uma forma coletiva e colaborativa para desenvolver estrategicamente produtos que atendam o usuário final.

Essa metodologia foi elaborada para colocar o cliente como o centro da construção de um produto ou serviço. Quando na idealização, atender as necessidades dos usuários, é o pilar central, as chances de sucesso do seu novo produto ou serviço aumentam consideravelmente!

Achou legal esse conceito? Então vamos aprender a como executar e colocar o Design Thinking em prática!

1. Defina o seu problema

Esse é o momento que você busca entender mais a fundo sobre o problema e reúne um grande volume de ideias diferentes, criativas e fora da caixa! Algumas perguntas podem ajudar nessa etapa:

– O que a sua empresa sabe sobre o problema?
– Qual o diferencial da ideia da empresa frente ao que já existe no mercado?
– Como esse produto fará diferença na vida de quem irá compra-lo?
– Qual é propósito da criação da solução para o seu problema?

2. Pratique a empatia

Esse é um dos maiores diferenciais do Design Thinking! Mais do que entender o problema, mergulhe no universo de público-alvo do seu produto ou serviço. Vá ao local de compra e entenda os seus hábitos, observe seus comportamentos, faça entrevistas. Lembre-se esse é um momento de levantar informações e deixar as análises um pouco de lado agora.

Aplique as seguintes questões aos comportamentos observados:
– O que/qual é o comportamento?
– Como ele se manifesta na escolha/compra?
– Por que o comprador toma essa decisão e não outra?

Se você quiser uma ferramenta que te ajude nesse ponto, clique aqui e baixe agora!

3. Deixe as ideias com fácil visualização

Deixe todas as ideias e percepções de uma forma muito visível, seja em um quadro, em post its na parede ou até mesmo em ferramentas online. Depois de todos saberem tudo o que já foi levantado, comece um brainstorming e organize as saídas. Essa organização pode ser feita através da separação das ideias mais votadas em cada categoria.

Por exemplo: a escolha mais provável de agradar, a que você mais gosta e uma aposta.

Além disso, a junção das ideias pode levar a produtos e serviços com características diferentes, não descarte nenhuma delas. Separe-as em grupos de protótipos!

4. Protótipo

Agora chegou a hora de colocar a mão na massa! Depois de idealizar, é preciso executar os pensamentos e materializa-los. Devem ser elaboradas as versões mais simples de cada um dos protótipos imaginados. Sendo ela o suficiente para que esse novo produto ou serviço possa ser testado com o mercado-alvo.

Pense em melhorias contínuas, converse com o time sobre o que eles acham da materialização das ideias, entenda se o que ele foi planejado para o produto ou serviço realmente está sendo atendido.

4. Faça teste e melhoras

É hora de testar! Reúna um grupo de usuários do seu produto ou serviço e não dê a eles muitas informações. Nesse momento você pode analisar:

– O próprio protótipo: como você percebe o cliente usando o produto ou serviço?
– O cenário: o local onde o cliente está usando o produto ou serviço interfere na sua experiência?
– Pontos de melhoria: pergunte ao final, como foi a experiência na utilização desse produto?

Dica: defina um nicho específico ao qual você vai aplicar esse protótipo e faça indicadores específicos, como NPS ou número de conversão de propostas.

Execute!


1. Entenda seu problema pela ótica da empresa;

2. Entenda seu problema pela ótica do cliente;

3. Desenvolva ideias para solucionar seu problema;

4. Tire as ideias do papel e as materialize;

5. Teste, valide e busque sempre melhorar seus produtos.