Como você pode aplicar a técnica do future-back de CEOs de grandes organizações?

Como você pode aplicar a técnica de Future-Back de CEOs de grandes empresas?

Você provavelmente já ouviu falar que em ideias como povoar Marte até 2025 ou se ter vias expressas subterrâneas sob Los Angeles para grandes trajetos em um curto espaço de tempo. Caso não tenha ouvido ainda, este são dois dos grandes planos de Elon Musk. Todas estas ideias chamadas de loucura por uns ou de futurismo por outros partem de uma técnica utilizada por grandes CEOs, incluindo Jeff Bezos que ocupa, atualmente, a posição de homem mais rico do mundo com 11,1% de participação na Amazon.

Esta técnica é chama de Future-back, ou ainda em tradução livre: Do futuro para o presente. Basicamente, esta técnica consiste em executar uma estratégia no presente, almejando uma noção de sucesso no futuro. Na prática, funciona da seguinte forma:

Na maioria dos casos, temos estratégias sendo construídas através de 3 perspectivas focadas no presente:

  1. Onde estamos atualmente?
  2. Onde queremos chegar?
  3. O que e como fazer para atingir?

A técnica future-back não possui consulta ao presente ou histórico, pelo contrário, deve ser montada em uma folha em branco para não haver interferência da situação atual. Porém, não pense que são construções sem embasamento. O foco desta metodologia está em inverter as intenções. Ao invés de entender o presente para caminhar para o futuro, se almeja um grande futuro como prioridade para que a situação atual não limite as intenções estratégicas.

Para facilitar o entendimento e aplicação em sua organização, ou na que trabalha, trouxe 3 pontos principais:

1. COMECE POR VOCÊ

Este é o primeiro passo para a aplicação da metodologia. Não espere que toda uma empresa compre uma ideia se quem a propôs não acredita nela. Por isso, experimente agora o Future-Back antes de levar para todos os colaboradores e colaboradoras.

Pegue uma folha em branco e, sem as âncoras do presente, foque em o que a empresa em que trabalha pode fazer quando se passarem 10 anos. Busque pensar da seguinte forma: Se tivermos todos engajados em uma causa e soubéssemos o que precisa ser feito, até onde poderíamos ir? Este é o momento de acreditar e potencializar o impacto que a empresa possui.

Por fim, mais do que noções de sucesso, você precisará de 3 competências:

  1. Visão constante: Uma ideia só é transmitida se for lembrada. Para isso, é importante que você sempre estimule o motivo principal dela estar sendo aplicada.
  2. Clareza na comunicação: Você costuma utilizar precisão de linguagem e constatar se a pessoa entendeu o que precisa ser feito? Este hábito é essencial para ser trabalhado.
  3. Transparência no diálogo: Por aqui estamos falando em feedbacks abertos e nada de eufemismos. Todos e todas sabem o que deve ser feito e compartilham de experiências.

2. LEVE PARA O TIME

Neste momento, se é a primeira vez que testa este modelo, provavelmente em alguns momentos você pensou que o que construiu na etapa anterior é impossível de ser feito, porém, este é o tópico que faz com que as ideias ganhem relevância e uma maior probabilidade de êxito.

Ao levar para a equipe, é importante que a ideia que você traçou (ou traçou em conjunto com toda a empresa em organizações menores) consigam trazer 3 pontos principais para todas as pessoas:

  1. Uma visão verdadeiramente inspiradora: O que foi desenhado transmite para as pessoas uma conquista realmente valorosa e que vale a pena ser conquistada?
  2. Cultura de aprendizado: Para que uma ideia ousada seja materializada, é preciso que toda a empresa faça perguntas difíceis e busquem aprender cada vez mais com a prática.
  3. Atraia e reconheça pessoas: Por aqui, o foco deve estar em reconhecer e promover as pessoas que tem esta mentalidade de inovação no dia a dia para estimular sua atuação e indicar para a empresa qual deve ser a conduta de cada um.

3. COLOQUE EM PRÁTICA

Você provavelmente possui um bom esboço da ideia neste momento, porém não passam de hipóteses que precisam ser validadas. Por isso, este é o momento em que, analisando o histórico e projeções que a grande ideia deve receber pequenos ajustes, mas cuidado para não regrar demais o que foi construído até aqui.

Após esta análise crítica, é importante definir as metas que mostrarão qual o caminho a ser seguido em cada período de tempo até se chegar aos 15 anos traçados inicialmente. Por aqui, é o mesmo que escalonar uma meta anual em meses, porém em uma escala ainda maior.

Lembre-se de focar em duas perguntas em todo este processo de aplicação:

Como podemos intensificar o cenário atual?

Como podemos colher sementes melhores no futuro?

Para finalizar, não se esqueça que, mesmo sendo recente esta metodologia utilizada por grandes CEOs, sempre vale a pena revisitar ferramentas consolidadas na administração como a Análise Swot e As 5 forças de Porter para contribuir no alcance aos objetivos.

E, claro, conte com a gente!

Criar produtos para resolver problemas ou criar problemas para utilizar produtos?

Criar produtos para resolver problemas ou criar problemas para utilizar produtos?

O Design Thinking é utilizado para resolução de problemas! Esse processo é feito através de uma forma coletiva e colaborativa para desenvolver estrategicamente produtos que atendam o usuário final.

Essa metodologia foi elaborada para colocar o cliente como o centro da construção de um produto ou serviço. Quando na idealização, atender as necessidades dos usuários, é o pilar central, as chances de sucesso do seu novo produto ou serviço aumentam consideravelmente!

Achou legal esse conceito? Então vamos aprender a como executar e colocar o Design Thinking em prática!

1. Defina o seu problema

Esse é o momento que você busca entender mais a fundo sobre o problema e reúne um grande volume de ideias diferentes, criativas e fora da caixa! Algumas perguntas podem ajudar nessa etapa:

– O que a sua empresa sabe sobre o problema?
– Qual o diferencial da ideia da empresa frente ao que já existe no mercado?
– Como esse produto fará diferença na vida de quem irá compra-lo?
– Qual é propósito da criação da solução para o seu problema?

2. Pratique a empatia

Esse é um dos maiores diferenciais do Design Thinking! Mais do que entender o problema, mergulhe no universo de público-alvo do seu produto ou serviço. Vá ao local de compra e entenda os seus hábitos, observe seus comportamentos, faça entrevistas. Lembre-se esse é um momento de levantar informações e deixar as análises um pouco de lado agora.

Aplique as seguintes questões aos comportamentos observados:
– O que/qual é o comportamento?
– Como ele se manifesta na escolha/compra?
– Por que o comprador toma essa decisão e não outra?

Se você quiser uma ferramenta que te ajude nesse ponto, clique aqui e baixe agora!

3. Deixe as ideias com fácil visualização

Deixe todas as ideias e percepções de uma forma muito visível, seja em um quadro, em post its na parede ou até mesmo em ferramentas online. Depois de todos saberem tudo o que já foi levantado, comece um brainstorming e organize as saídas. Essa organização pode ser feita através da separação das ideias mais votadas em cada categoria.

Por exemplo: a escolha mais provável de agradar, a que você mais gosta e uma aposta.

Além disso, a junção das ideias pode levar a produtos e serviços com características diferentes, não descarte nenhuma delas. Separe-as em grupos de protótipos!

4. Protótipo

Agora chegou a hora de colocar a mão na massa! Depois de idealizar, é preciso executar os pensamentos e materializa-los. Devem ser elaboradas as versões mais simples de cada um dos protótipos imaginados. Sendo ela o suficiente para que esse novo produto ou serviço possa ser testado com o mercado-alvo.

Pense em melhorias contínuas, converse com o time sobre o que eles acham da materialização das ideias, entenda se o que ele foi planejado para o produto ou serviço realmente está sendo atendido.

4. Faça teste e melhoras

É hora de testar! Reúna um grupo de usuários do seu produto ou serviço e não dê a eles muitas informações. Nesse momento você pode analisar:

– O próprio protótipo: como você percebe o cliente usando o produto ou serviço?
– O cenário: o local onde o cliente está usando o produto ou serviço interfere na sua experiência?
– Pontos de melhoria: pergunte ao final, como foi a experiência na utilização desse produto?

Dica: defina um nicho específico ao qual você vai aplicar esse protótipo e faça indicadores específicos, como NPS ou número de conversão de propostas.

Execute!


1. Entenda seu problema pela ótica da empresa;

2. Entenda seu problema pela ótica do cliente;

3. Desenvolva ideias para solucionar seu problema;

4. Tire as ideias do papel e as materialize;

5. Teste, valide e busque sempre melhorar seus produtos.

Como mudar meus hábitos?

Como mudar meus hábitos?

De acordo com um estudo da Universidade Duke, 60% das nossas decisões diárias são realmente pensadas. Mas, e os outros 40%? São os nossos famosos hábitos!

Para mudar hábitos e construir rotinas muito mais produtivas e prazerosas confira os principais pilares nesse texto. Além disso, no final tem uma indicação para tornar a execução um processo mais assertivo!

É através das ações habituais que conseguimos ter mais constância naquilo que fazemos. Mas não se preocupe, pois, os hábitos são como os músculos e podem ser fortalecidos! Basta entender como eles são formados. Existem três pilares principais para isso:

1- Gatilho: é algo que passa os sinais para o seu cérebro que algo deve começar. Um exemplo claro é quando você chega na academia e troca sua roupa.
2- Rotina: a atividade que será sempre realizada depois do gatinho acontecer. Seguindo o exemplo: começar a malhar e fazer musculação.
3- Recompensa: é aquilo que você sente ao final da rotina. Quanto mais a recompensa for agradável, mais vontade as pessoas têm que repetir aquela ação. Pode ser o corpo mais saudável e a sensação de bem-estar.

O segredo para criar e consolidar hábitos é não focar na rotina, mas sim nos gatilhos e nas recompensas. Como isso funciona na prática?

Gatilho: Coloque horários fixos para malhar e para dormir, pois chegando próximo a eles seu corpo já entende o que irá acontecer. Além disso, associe objetos deixando o tênis e o pijama a vista.
Recompensa: A sensação de dever cumprido, o bom humor pela atividade física e o descanso, devem ser sempre lembradas. Afinal, são sensações que trazem prazer e que você quer viver de novo.

Mas para tornar esse processo mais simples, separamos algumas dicas. Então, bora executar?

1- Pequenas vitórias

A sensação de cumprir tarefas gera cada vez mais motivação, fazendo o cérebro se manter mais focado e com força de vontade para continuar. Por isso, comemore todos os dias que você for a academia e conseguir pegar no sono antes de horas nas redes sociais.

Exemplos de ações que podem te ajudar:
– compartilhar as pequenas conquistas com amigos e familiares;
– se permitir comer algo que você gosta por ter feito todo o seu ToDoList.

2- Força de vontade

A força de vontade é um músculo, você já leu isso por aqui. Então, faça suas atividades mesmo nos momentos difíceis. Se o dia está feio e chuvoso, tenha força de vontade para sair se exercitar. Depois de todo o esforço, ser cérebro terá uma recompensa muito maior, fortalecendo esse músculo.

Uma boa referência para saber mais sobre esse quesito é o livro Mindset: A Nova Psicologia do Sucesso, da autora Carol Dweck.

3- Responsabilidade

Você é responsável pelos seus hábitos, por isso você é a única pessoa capaz de muda-los. Sempre identifique os seus gatilhos, rotinas e recompensas. Ter clareza deles te fará ter mais controle sobre as suas atividades. Assim, para implementar um novo hábito ou retirar um antigo basta aumentar os gatilhos e recompensas. Para isso, a autodisciplina é fundamental.

Se você quiser saber mais, separarmos essa referência pra você: o livro o Poder do Hábito, de Charles Duhigg.

Para te auxiliar a começar a fortalecer seus hábitos hoje e não deixar para depois, confira nosso Do!Cast sobre Execução Imediata. 

Endomarketing: já pensou em começar de dentro para fora?

Endomarketing: já pensou em começar de dentro para fora?

Endomarketing é um conceito muito utilizado por empresas que querem se tornar mais competitivas em seu mercado. Os efeitos dessa prática trazem resultados cada vez mais nítidos e quantificáveis para organizações e esse é o grande motivo da sua crescente popularidade.

Mas afinal, o que é Endomarketing?

O Endomarketing pode ser facilmente conceituado como uma prática que visa melhorar a experiência do cliente interno de uma empresa, ou seja, das pessoas que ali trabalham.

O objetivo principal de sua aplicação é consolidar o relacionamento entre a organização e seus colaboradores, fazendo com que essa interação seja mais leal e harmônica. Com esse objetivo alcançado, o comprometimento e o envolvimento de ambas as partes aumenta, fazendo com que o propósito delas convirja para o mesmo ponto.

Com isso em mente, pode-se resumir que uma ação de endomarketing, em geral, tem como noção de sucesso a atração e a retenção dos colaboradores de uma organização, por meio de um maior alinhamento e engajamento entre as pessoas e os objetivos estratégicos da empresa em que trabalham.

E como isso acontece?

Existem inúmeras práticas a serem usadas na aplicação do Endormarketing, mas todas elas partem do princípio de transformar abordagens teóricas em resultados concretos. É nesse momento que a missão, visão e valores passam a não ser mais só da organização, mas também são compartilhados pelos colaboradores.

Nesse cenário, aqueles que trabalham na empresa passam a vestir a camisa, ter mais sentimento de dono, além de promoverem a marca frente ao público externo.

3 maneiras de colocar em prática o Endomarketing

1) Pesquisa de satisfação interna:

Esse é um mecanismo muito eficiente quando se trata de recolher feedbacks dos colaboradores. A pesquisa de satisfação é composta por perguntas que direcionam a coleta de informações sobre as demandas e inquietudes de cada uma das pessoas que trabalham na empresa. Com isso, se torna possível e mais fácil traçar ações que abarquem essas necessidades, fazendo com que elas sejam supridas e os colaboradores se sintam mais satisfeitos.

2) Cultura de Feedbacks:

Promover e instigar que as pessoas tenham um contato mais aberto e uma comunicação mais eficaz é fundamental para que os colaboradores se desenvolvam. Nesse sentido, treinamento sobre feedbacks é um ótimo primeiro passo. À medida que essa ação se torna cotidiana, passa a ser cultural e cada vez mais difundida.

3) Promoção de treinamentos e capacitações:

Não é novidade para ninguém que as organizações que fornecem qualificações para os seus colaboradores aumentam a satisfação dos mesmos. Isso mostra que a empresa além de se preocupar com seus resultados, também se importa com o desenvolvimento das pessoas que lá trabalham.

É nesse momento que devemos alinhar o que os colaboradores querem de capacitação com os dados coletados através da pesquisa de satisfação, assim há como priorizar quais são os treinamentos mais importantes.

Exemplo de Empresa Referência em Endomarketing

A famosa Netflix além de entrar no mercado com um produto totalmente inovador para a época, ela também se posicionou como referência devido a forte cultura voltada para a inovação.

Um de seus pilares é a preocupação com os colaboradores, que chegam a ser mais de 5.700 ao redor de todo o mundo. Dentre esses, cerca de 50 cuidam da operação no Brasil. Fora dos Estados Unidos, o sistema de gestão da empresa é horizontal, sem hierarquia entre as pessoas e prezando pela confiança no trabalho de cada um e a autorresponsabilidade.

A empresa coloca a transparência como um dos seus objetivos fundamentais, pois é no conhecimento geral e macro sobre a estratégia da empresa que os colaborares conseguem criar meios de melhorar a experiência do cliente e terem mais agilidade e autonomia na tomada de decisão.

Já te demos 3 dicas de como implementar o endomarketing na sua empresa e atingir, coleta de opiniões, cultura de feedbacks e treinamentos e capacitações, além de um modelo de Pesquisa de Satisfação Interna.

Agora é com você! Qual será o primeiro passo para tornar sua empresa mais competitiva?

Nós temos uma sugestão… Que tal ouvir um dos episódios do DO!CAST