Como Desenvolver a Inteligência Emocional Corporativa

A habilidade do século

Descubra se você e sua equipe possuem inteligência emocional e promova desenvolvimento e constância

Com toda sinceridade e para não perder tempo. Este texto será útil para você apenas se colocar alguns (ou todos) os planos sugeridos em prática. Inteligência emocional não é uma habilidade que se conhece muito para só depois colocar em prática, pelo contrário. Inteligência emocional é uma habilidade que a prática te mostra o que você deve buscar como conhecimento para desenvolver.

O motivo desta situação é muito claro. A maneira de aprender e desenvolver fatores racionais é diferente de aprender e desenvolver fatores emocionais. No primeiro caso, conciliamos conhecimento adquirido com a experiência prática e no segundo, gerenciamos comportamentos. Mas o que isso quer dizer?

Não existe um conteúdo ou fórmula mágica para se ter uma inteligência emocional inabalável. Na verdade, de acordo com Daniel Goleman, descrever a inteligência emocional é mais simples que isso. Na prática, é a capacidade de criar automotivações para persistir nos seus objetivos controlando os impulsos. Antes de mergulhar em uma metodologia atrelada a este assunto, experimente se apoiar nesta frase! E, para isso, separei 3 pontos importantes para te ajudar a implementar hoje mesmo.

#BoraExecutar:

Capacidade de Criar automotivadores

Você sabe dizer o que motiva sua equipe?

O que faz com que as pessoas acordem dispostas a contribuir e a dormirem realizadas pelo o que fizeram ao longo do dia?

Para descobrir, você pode utilizar a técnica dos 5 motivadores organizacionais. Para isso, deixarei 2 ações para implementação:

  1. Pergunte as pessoas da equipe o que as motivam dentre 5 opções: Dinheiro, segurança, conhecimento, reconhecimento, propósito.
  2. Após perceber o que motiva as pessoas, atue de acordo com essa informação:

                – Dinheiro: São pessoas que assumem riscos mais facilmente se percebem uma possibilidade de melhora com a ação. Por isso, se motivam com direcionamento de metas claras, sendo recompensadas de forma material a curto prazo. Pode ser o alcance da própria meta (Desde que não seja só lá no final do ano); um cupom de desconto; uma viagem.

                – Segurança: São pessoas que não assumem tantos riscos e prezam muito mais pela qualidade de vida que levam dentro e fora do trabalho. Por isso, se motivam em ambientes que o trabalho não se modifica com frequência. Vale o contraponto de exemplo: Alguém que poderia trabalhar tranquilamente mesmo não tendo amizades ou sem criar relações dentro do trabalho, não se enquadra nesse automotivador.

                – Conhecimento: São pessoas que querem oportunidade de se desenvolver a cada dia e normalmente, acontece no início da carreira. Por isso, se motivam ao trabalhar com pessoas mais experientes na empresa para aprender ainda mais. Buscam acumular experiência para poder contar suas próprias histórias.

                – Reconhecimento: São pessoas que querem saber qual o seu diferencial dentro da empresa através de reconhecimentos. Por isso, se motivam por cargos, títulos, promoções e aprovações sociais. É comum que a pessoa faça melhor ou se empenhe mais quando observada.

                – Propósito: São pessoas que trabalham por causas atreladas aos seus propósitos de vida e cada caso deve ser analisado. Por isso, devem ser estimuladas tarefas que contribuem também para um objetivo a longo prazo, como a missão da empresa ou de vida.

Persistir nos seus objetivos

Este segundo ponto parte do pressuposto que já se existe um objetivo, para desta maneira, persistir nele. Por isso, antes de continuar a leitura, é preciso que existam objetivos claros na sua equipe e que todas as pessoas os entendam.

Desta maneira, para que a equipe persista nos objetivos propostos, você pode trabalhar o conceito de metas esticadas para conciliar desafios com aprendizado na geração de resultado. Mas como trabalhar?

Você deverá sempre estimular o próximo nível das pessoas da equipe. Se alguém faz 5 postagens por semana nas redes sociais, estimule a realização de 6 postagens. Se alguém faz um projeto em 14 dias, estimule a finalização em até 12 dias. Ao adotarmos esta prática, fazemos com que o desafio de sempre se superar contribua no desenvolvimento profissional e na geração de resultado para a empresa.

Se for preciso, comece com metas menores e vá aumentando aos poucos. O importante é não deixar de persistir nos objetivos.

O cuidado principal, nesse caso é: validar se realmente isso faz parte dos objetivos de todos. Essas metas não necessariamente se enquadram para os objetivos da equipe, mas sim o da pessoa. Afinal, é preciso saber o por quê tem realizado cada uma dessas tarefas. 

Se não nos atentarmos a esse cuidado, qualquer tentativa desafiadora pode ter um efeito reverso.

Controlar os Impulsos

Provavelmente haverá perda de produtividade ao longo do processo de conquista das metas definidas por conta de impulsos que nos fazem perder o foco do que deve ser feito. Esta situação é extremamente normal e deve ser trabalhada desde o início com a equipe. Para trabalhar estes impulsos, a equipe pode definir quais são os 3 principais comportamentos que devem ser trabalhados dia após dia como um acordo. Alguns destes acordos podem ser:

– Nunca enviar uma tarefa pela metade.

– Cada pessoa só poderá assumir 2 projetos simultâneos.

– Os prazos devem ser respeitados, mesmo que o perfeccionismo fale mais alto.

Desta forma, conseguimos controlar comportamentos que impedem a aplicação e desenvolvimento dos dois tópicos anteriores.

Aproveite para conhecer algumas dicas para um rotina mais produtiva

Para finalizar e resumir toda nossa conversa, deixei listado abaixo 3 planos de ações sugeridos para você implementar hoje mesmo. Conte com a gente caso tenha alguma dúvida e caso você queira entender um pouco mais sobre o desenvolvimento da inteligência emocional individual, confira nosso texto clicando aqui.

Planos de ações sugeridos, agora é só #BoraExecutar:

  1. Motive pessoas de acordo com o principal motivador dela (Dinheiro, segurança, conhecimento, reconhecimento, propósito).
  2. Mesmo que comecem com metas pequenas, apenas comecem! Mas não esqueçam de sempre aumentar com a técnica das metas esticadas.
  3. Estabeleçam regras e acordos inegociáveis de acordo com os desafios do momento.

O que você pode aprender para crescer

Desenvolvendo novas habilidades para crescer na carreira

Todo aprendizado deve envolvimento e dedicação, mas como definir esse grande desempenho enquanto trabalha?!

Você sabe como estará o mundo daqui 3 anos? E daqui 5 anos? Em um contexto tão acelerado como o atual, é difícil imaginar qualquer tipo de cenário futuro. As mudanças ocorrem de forma muito rápida, consumimos informação a todo momento e o mundo vem se transformando em um sistema cada vez mais integrado.

Hoje, bastam apenas 3 meses para um conhecimento se tornar obsoleto. Segundo Eric Schimidt, o volume de informações produzidos em dois dias equivale a 2003 anos. Novas necessidades surgem a todo instante e a única certeza que se tem é que, mais do que nunca, é preciso se adaptar para acompanhar tamanha complexidade. Mudar já não é mais uma opção, é questão de sobrevivência!

E no mercado não é diferente. Diante de um cenário marcado pela inteligência artificial e forte presença digital, para se manter no mercado diante de novas necessidades e tendências, a atualização da bagagem de aprendizado e de habilidades precisa ser constante. Afinal, as habilidades hoje necessárias a um bom profissional não serão as mesmas daqui 3 ou 5 anos.

E se é para sobreviver, o grande desafio é pensar em como tornar a mudança algo constante. Ou seja, é essencial aprender constantemente, aplicar algo novo e aprimorar o conhecimento! É ele que te faz capaz de desempenhar seu papel com excelência, se destacar no mercado e alcançar níveis de alta performance.

Mas calma, você não precisa começar a entender sobre tudo. Continue essa leitura por aqui e entenda como desenvolver novas habilidades comportamentais.

  1. Tenha clareza de onde quer chegar

Você já ouviu a expressão “Pra quem não sabe para onde ir, qualquer caminho serve”? Quando falamos sobre carreira, tal princípio se aplica muito bem.

Primeiramente, é importante que você saiba o que deseja alcançar em sua carreira. Você sabe onde deseja estar em um determinado período de tempo? Qual a sua projeção de carreira atual?

Definindo seus objetivos, você terá mais clareza de quais ações devem ser feitas no presente para que eles sejam alcançados e assim, garante que essas ações te tragam os resultados esperados.

É basicamente o mesmo que limpar os óculos quando estão embaçados. Depois de limpos, você consegue enxergar as coisas com riqueza de detalhes. Ao ter noção clara de suas expectativas e desejos, você passa a entender o que é preciso fazer, na prática, para conquistar cada um desses desejos e assim, se aproxima a cada dia de suas metas.

Para isso, saiba o que te faz feliz, quais são as atividades que no dia a dia te trazem satisfação e motivação em realizá-las. Faça também uma ponte imaginária direto ao futuro: como eu desejo estar daqui a determinado tempo?

Como vou me sentir estando assim? Isso me satisfaz? Me motiva a continuar? Experimente fazer esses exercícios mentais para ter clareza de seus objetivos profissionais.

    2. Saiba onde você se encontra

Além de saber onde deseja chegar em sua carreira profissional, é importante saber onde você está. Analise quais são seus pontos fortes, os pontos que ainda não te satisfazem e os que precisam de melhoria.

Elenque quais são as habilidades necessárias hoje para que você consiga desempenhar bem as suas atividades cotidianas e faça uma comparação com as habilidades que você considera que precisaria desenvolver ou aprimorar de acordo com o que você deseja alcançar. O importante aqui é entender onde está a lacuna e assim, traçar planos de ação práticos para estar mais perto de seu objetivo.

Busque realizar esse exercício acerca de suas habilidades e competências constantemente ao longo de sua carreira profissional. Novos contextos vão sempre existir, é preciso então se autoanalisar sempre.

    3. Comece agora

Existem diversas habilidades que tem poder de contribuição para seu desenvolvimento e crescimento de carreira, mas é preciso priorizar para dispor energia e esforço naquelas que são essenciais. A ideia não é aprender sobre tudo e gerar inchaço mental, mas sim, converter aprendizado em resultado.

Ou seja, é preciso focar naquelas que estão ligadas diretamente a seus objetivos e assim garantem maior retorno para você.

Para isso, entrar na sua realidade e buscar já se aproximar, diariamente, do seu objetivo pode ser uma ótima estratégia! Por isso é importante pesquisar e ter referências.

Pesquise sobre tendências futuras de sua área de atuação ou área de interesse, assim você consegue obter insumos sobre as soft skills necessárias à área. Entenda mais sobre a realidade de profissionais que vivem o que você espera alcançar hoje, seja dentro da área, da empresa dos seus sonhos, enfim, busque entender sobre os desafios, problemas e necessidades do dia a dia dessas pessoas.

    4. Torne o aprendizado como um hábito estratégico

Tudo aquilo que você faz constantemente e que te gera algum benefício, seja ele qual for, vira um hábito. Logo, pense na sua carreira de forma estratégica, trace metas e ações para chegar lá. Cuidado com os hábitos, também ruins.

Já que partimos do pressuposto que você precisará se atualizar e desenvolver habilidades constantemente para se manter no mercado, transforme o processo de aprendizado em hábito. Assim você garante constância, melhoria e alto desempenho. Afinal, pense o quanto o mercado pode mudar só no tempo de duração da sua faculdade…

Todo aprendizado se pauta pela busca, prática e repetição. Identificando quais são aquelas habilidades e competências necessárias, atualmente, para que você alcance seus objetivos, o próximo passo é garantir competência nesse processo, que só se dá por meio da constância.

O quanto hoje você tem investido no seu desenvolvimento profissional? O quanto o aprendizado tem espaço na sua agenda diária? Crie oportunidades para focar na execução e aprimorar constantemente.

Construir uma rede de troca e networking, sem dúvida, é um grande passo para você se desenvolver, aplicar na prática e crescer na carreira. Tenha uma rede de pessoas que estão buscando por objetivos simulares, criem desafios entre vocês e troquem conhecimento. Afinal de contas, multiplicar aprendizado pode garantir potencialização ainda maior em seu crescimento de carreira.

Bora executar:


1) Saiba quais são seus objetivos e destrinche em curto e médio prazo;

2) Entenda o que precisa fazer para desenvolver as competências necessárias;

3) Elenque 3 pessoas que apresentam objetivos em comum e crie uma rede de networking inicial;

4) Trace metas e as acompanhe;

5) Ouça o episódio #43 do Do!Cast sobre estratégia de desenvolvimento para sua carreira e #BoraExecutar!

A falsa execução: a ‘pegadinha’ que assola os anos 2020.

A Execução também usa disfarce

Quando apenas o primeiro passo torna satisfatório, sem nunca ser suficiente.

Quantas vezes você já se matriculou na academia e acabou indo só no primeiro mês. Ou já baixou um app para adquirir um novo hábito ou qualquer outra iniciativa e nunca mais o usou. Comprou um livro e não leu. Planejou a dieta e furou na primeira semana. Salvou uma publicação e nunca mais precisou dela.

Todas essas ‘ciladas’ estão relacionadas com a Falsa execução, além de estar associada com os novos tempos.

Com a tecnologia e com o movimento para adquirir novos hábitos, aumentamos os passos de todo e qualquer processo.

Acompanhe o exemplo: Se fossemos começar a caminhar todos os dias, há 10 ou 15 anos, compraríamos uma roupa adequada (se necessário), programaria o despertador para o horário pré-definido dessa corrida e executaria. Pronto, podemos executar e aplicar melhorias e hacks de atividade com três ou quatro passos de planejamento. Já nos dias atuais, aumentamos alguns passos que antecedem os já citados, como baixar app de corrida, entra em um grupo online de corridas do seu bairro ou cidade, procura os lugares mais ‘descolados’ e frequentados pelos influenciadores digitais. O que realmente acontece é que esses “novos” passos, são, em tese, mais acessíveis e sugestivos de se aplicar, e exatamente por isso, a sensação de satisfação consegue ser ainda maior.

Por isso, quando chegam os próximos passos, a execução de fato, se torna ainda mais distante. Os passos vão ganhando maior grau de dificuldade, e a satisfação não gera ânimo o suficiente para a ação.

Mas existe formas de contornar a falsa execução, que nada mais é que a satisfação antecipada. Bom, não só para essa, mas outras ciladas, uma boa dica para a execução ser eficiente é programar. Marque na agenda quando vai ser realizado o próximo passo.

Vamos continuar pelo mesmo exemplo. Os primeiros passos obtidos com a tecnologia podem ser realizados todos em um único dia. E o próximo, que seria a compra das roupas adequadas, deve ser agendada. Assim, vamos alimentar a satisfação de conseguir realizar várias tarefas de uma vez só, ao mesmo tempo que nos conscientizar que ‘não parou por aí’.

E aí, qual o próximo hábito que você vai executar, sem cair na falsa execução?!

 

Resiliência em Processos Seletivos

Como os processos seletivos avaliam resiliência

Descubra a melhor forma de se preparar para esses processos, sem se surpreender com a avaliação.

Um estudo realizado pela FGV, comprovou que 20% dos alunos da universidade apresentam baixo índice de resiliência. Por mais que o resultado representa a minoria, o estudo aponta que ainda é um percentual alto quando se trata dos futuros profissionais do mercado.

Me chamo Julia Sanseverino, desenvolvedora e facilitadora de produtos no FaçaAgora! e venho te apresentar como os processos seletivos avaliam resiliência e as melhores formas de aperfeiçoar a sua.

O Mercado

A resiliência não é apenas uma palavra da moda, é uma tendência que ganhou força graças a necessidade. Resiliência, pelo dicionário é traduzido como a capacidade de reverter ou se manter diante da má sorte e das mudanças

Nos últimos anos, a necessidade se traduz para o mercado em formato de adaptação, uma vez que as mudanças estão cada vez mais velozes e mais intensas.

Já deu para entender o ponto em comum, certo? O ecossistema está em constante mudança, criando a necessidade de adaptação também constante para o mercado, agora adivinha quem tem o maior potencial de resiliência olhando por essa ótica ?

Exatamente, os jovens profissionais. Justamente a geração com potencial intrínseco na criação e na própria formação.

O Processo

No mundo coorporativo, para avaliar a resiliência é preciso antes criar situações, avaliando o comportamento. É por esse motivo que a maior parte dos trainees propõe cenários como:

Cobrança contínua na entrega de serviços, controle de metas ao invés de controle de horário;

– Prazos mais curtos para tarefas cotidianas, ou até mudanças inesperadas de prazos;

– Clientes mais exigentes e mais informados sobre o produto ou serviço;

– Mudança constante na empresa e nos processos;

Parece simples, a forma de avaliar julgando o posicionamento em um cenário real, e por vezes, até mais hostil que o da rotina de trabalho. O que torna difícil é avaliar de forma uniforme todas os candidatos, e utilizando os mesmos critérios de observação nos processos seletivos, e é então que se introduz o Questionário da Resiliência.

Essa ferramenta de Recursos Humanos, tem sido implementada em 32% dos processos em grandes empresas, conforme o GrouGp. De forma resumida, o Questionário, que pode ser implementado de forma remota, é um formulário com diversas perguntas e ao final ela gera resultados que indica a resiliência com base em 8 componentes: autoconfiança, otimismo, direção com propósito, adaptabilidade, criatividade, orientação para desafio, controle emocional, busca de apoio.

Importante ressaltar que as perguntas do questionário devem ser criadas de acordo com o entendimento da organização e|ou equipe sobre o que significa cada um desses oito componentes, e em nenhuma delas se deve perguntar de forma direta sobre os mesmos.

Para alguns, esse modelo racionaliza muito o formato do processo seletivo e a avaliação da resiliência como um todo. E isso pode até acontecer, mas esse questionário pode ser passado de diversas formas, e nunca como uma prova de perguntas certas ou erradas. Basta entender que é uma avaliação comportamental e existem comportamentos aceitos e esperados em determinadas organizações, assim como comportamentos que não são. É a peneira profissional funcionando de fora para dentro. Onde o mercado é quem realiza filtragem.

Para completar e garantir ainda mais assertividade, a entrevista pode desvendar algumas pontas soltas do questionário, é onde você consegue pedir exemplos práticos, ou como a pessoa atuaria em determinadas situações. Validando a coerência entre resposta do formulário e resposta da entrevista.

A Habilidade

Perfeito. Entendemos qual a atuação, quais os métodos de avaliação e o porque é importante esse aval. Agora chegou o momento de entender o processo para adquirir a resiliência. Como qualquer soft skill, a habilidade envolve hábito e constância, mas vamos além.

Estamos sempre pautando em objetivos, que no nosso caso, gira em torno de dois principais:

  1. Passar no Processo Seletivo
  2. Aumentar a positividade e adquirir o comportamento de fato, como melhoria responsiva.

A diferença entre elas é a duração e frequência de prática, uma vez que na primeira situação você tem objetivo de apenas passar para a próxima etapa, e na segunda adquirir como uma característica.

Nesse caso, é importante ressaltar que quando falamos de comportamento, estamos falando do principal motivo para demissões independentes (Àquelas que excluem situações como falta de verba ou demissão em massa), o chamado QE, quoeficiente emocional. Não é errado adquirir uma habilidade, em condição momentânea, para garantir sua vaga. Mas é importante saber que essa escolha pode ser a mesma que te faça ser demitido.

 

Então vamos à execução!

Pautado nos oito componentes que firmam e definem a resiliência, temos:

  1. Ter segurança diante às diferentes relações e às condições disponíveis. Confiar no processo, seja ele organizacional, pessoal, estrutural.
  2. Praticar uma visão gentil para os outros e para a vida. Acreditar que as coisas darão certo.
  3. Contar com uma direção clara. Observe como isso se enquadra dentro de seus planejamentos (É exatamente aqui que você pode analisar qual das opções te fazem mais sentido, opção a, ou a b)
  4. Ser capaz de mudar e ficar confortável em relação às alterações em determinados ecossistemas
  5. Garantir facilidade em encontrar solução ao invés de procurar problemas. Promovendo e pensando sobre as várias maneiras para resolver.
  6. Analisar a situações difíceis como oportunidades de desenvolvimento, aprimorando sistemas e restabelecendo emoções.
  7. Manter a calma, inclusive nas situações adversas
  8. Se sentir confortável para falar sobre dificuldades e buscar recursos fora da sua zona capacitiva.

Boa Resiliência para você!

BORA EXECUTAR!

 

LinkedIn para Iniciantes

Linkedin para iniciantes

Muito mais que uma 'conexão' virtual. Como garantir o LinkedIn como uma rede social mais estratégica e com verdadeiros resultados.

Se observado de forma distante e superficial, parece apenas mais uma rede social. Mas se trata de uma ferramenta potencializadora para seu networking e  para a inserção no mercado além do ganho de autoridade.

O linkedIn, é de fato, uma rede que se parece em muito com outras tantas que já vimos, mas seu objetivo e alcance promove diferentes resultados. Movimentado por insights e experiências, todo post tem um dever: gerar conteúdo para os outros adeptos da rede.

Mas vamos com calma, isso não é uma propaganda, o artigo é justamente para que você conheça as ferramentas e consiga trabalhar com elas a partir daqui.

Alguns cuidados

Para que autoridade e reconhecimento seja de fato alcançado com a rede, algumas posturas devem ser diferentes das demais. Uma delas é justamente a linguagem.

As redes sociais nos trouxeram um novo formato de comunicação, somos a geração que mais lê e escreve, porém somos os que mais leem falsas notícias, e escrevemos fora do padrão gramatical, pois é assim que nos comunicamos com o mundo inteiro. Mas o linkedin inverte essa característica, exigindo uma linguagem um pouco mais formal.

Perfil Estratégico

Vamos começar com a foto de perfil. Antes de mais nada busque uma foto que realmente dê para te reconhecer, nada de corpo inteiro, ou paisagens. Procure também um fundo mais neutro, estamos buscando formalidade e respeito. Então é bacana até que sua roupa esteja em ordem. Sabe aquele momento constrangedor e quase desesperador, em que é preciso abrir a câmera em reuniões virtuais? Pois bem, entenda a foto do perfil da mesma forma.

 Busque preencher todas as lacunas situadas no perfil, quanto mais completo melhor. Gatilho de curiosidade não é exatamente interessante aqui, você precisa convencer sem falar, e para isso a curiosidade não é uma boa opção. Aposte na autenticidade, porque muitas vezes, as mudanças entre perfis são muito sutis.

O melhor espaço para garantir autenticidade é no seu ‘resumo’ nele você pode escrever sobre sua trajetória focando sempre na experiência, então evite apenas listar os lugares que passou, liste os desafios que enfrentou em cada um deles, iniciativas e por aí vai. Por exemplo, ao invés de comentar que você foi gerente de projetos em uma ONG, você pode dizer que trabalhou em uma ONG gerenciando uma equipe de 30 pessoas para realizar projetos gratuitos em prol da sociedade. Tendo sempre apelo pela verdade (não invente informações), é o momento de você se mostrar um ‘pouquinho’ mais. Afinal, seu objetivo é autoridade e garantir uma entrevista de emprego

Outro lugar, muito interessante para autenticidade é nas ‘recomendações’, porém você escreve as recomendações a outras pessoas, assim como as suas conexões escrevem as suas. Você pode solicitar recomendações e nesse espaço é uma forma mais humanizada de comprovar a sua marca. Tenha sempre em mente que se você recomenda também será recomendado, então torne isso parte da sua rotina.

Por fim, ainda no perfil é preciso listar suas competências e outras conquistas, além é claro da sua trajetória por instituições. Busque sempre resumir como foi a experiência naqueles cargos, e não deixe de listar suas experiências voluntariadas.

A rotina no Linkedin

No feed você pode encontrar de tudo, compartilhamentos de certificado, o dia de algum evento muito bacana que alguém participou. Mas, para provocar e se promover na rede você deve trabalhar insights, ou seja, você precisa levantar questões para as suas conexões, a ideia principal é que nenhum post seja ‘apenas’ sobre você ou uma experiência que teve, mas sobre o que ela te trouxe de positivo ou não e como isso pode contribuir para toda as suas conexões.

Para ser ativo, mais do que as publicações é interessante interação. Curta, comente, seja curioso para as atividades de outros e esteja sempre de olho nos informes do próprio linkedin que podem te trazer grandes novidades do mercado.

Agora é com você!!
Ficou alguma dúvida, deixe no comentários, ou entre em contato pelo instagram @facaagora.me, estaremos de olho.

Bora Executar!

O que são hard skills e como desenvolvê-las

O que são hard skills e como desenvolvê-las

Saiba como potencializar as competências técnicas mais importantes para a sua área e se destacar no mercado de trabalho

Aquilo que você usa para te descrever no seu currículo, em geral, resumem bem todas as suas Hard Skills. Isso significa, que elas se referem as suas competências técnicas, o conhecimento que você tem para desenvolver uma atividade ou para ocupar um cargo.

São elas que inicialmente te auxiliam para progredir em um processo seletivo. Quanto mais preparada a pessoa estiver para ocupar uma vaga, mais chances tem de que ela passe nas etapas em que isso é avaliado.

Aproveite para conferir Como desenvolver as Soft Skills

Por isso, confira as principais fontes de se qualificar!

Cursos Extracurriculares

Além da sua graduação, os recrutadores também avaliam os cursos extracurriculares que você fez ao longo da sua vida.

Eles dizem muito sobre o quanto você se aprofundou em assuntos fora da sala de aula e se diferenciou e está mais preparado que os outros candidatos.

E realizando uma boa curadoria, você pode garimpar cursos mais em conta e até gratuitos. 

Experiências Acadêmicas e Profissionais

Além da sala de aula, busque projetos de extensão, pesquisa, empresa júnior e estágios. Essas experiências te farão ter competências técnicas e conhecimentos que muitas vezes não são adquiridos dentro da sala de alta, mas são altamente requisitadas no mercado de trabalho. E diferentemente do mercado, esses processos ainda trabalham desempenham, e não apenas o fit com a vaga como em muitas das novas empresas seniores. Ou seja, nessa situação, só depende de você, mesmo.

Trabalhos Voluntários

Muitas vezes você pode ajudar entidades e pessoas e alinhar isso à qualificação de competências técnicas e comportamentais. Por isso, os trabalhos voluntários são tão valorizados por recrutadores no currículo. E se você durante a faculdade conseguiu outra maneira de desenvolver as suas Hard Skills, conta pra gente comentando aqui em baixo.

Como montar um currículo de destaque

Como montar um currículo de destaque

Acompanhe este guia completo de como se destacar em processos seletivos aos olhos de recrutadores

Currículo pode ser considerada a fase mais importante de um processo seletivo. É ele que vai determinar se você terá a oportunidade de se mostrar mais e ser avaliado não só por um papel.

Um levantamento realizado pela empresa de recrutamento online Catho aponta que 89% dos recrutadores demoram menos de um minuto para descartar um currículo para a próxima fase, sendo 30% deles demoram em média apenas de 6 a 10 segundos.

Por isso, foque em elaborar um currículo de destaque!

1)  Pense que o currículo é a sua propaganda!

Quando você vê uma propaganda na TV ela diz: vem em um pote transparente, tem formado líquido, varia de cor de acordo com o cheiro e é usado para lavar louças? Provavelmente não! 

Essas coisas são muito óbvias e só o fato de o produto aparecer na tela já tem como deduzir. Por isso, o mesmo se aplica para o seu currículo.

Ao colocar suas experiências profissionais, não diga o óbvio! Se você foi da área de gestão de pessoas, não precisa dizer que fazia recrutamento e seleção, além de fazer planos de desenvolvimento e acompanhamento dos colaboradores.

Diga os resultados que você alcançou e os desafios superados. Se venda como solução para a organização.

Por exemplo: Fui responsável por implementar um programa de desenvolvimento de colaboradores que diminuísse a rotatividade dentro da empresa. Organizei a jornada com treinamentos e capacitações individuais e coletivas, por meio disso o índice de rotatividade da empresa diminuiu em 70%.

2)  Altere as informações de acordo com a vaga!

Um currículo deve evidenciar e justificar o porque você é a melhor opção para aquela vaga. Por isso, mais do que colocar todas as informações, escreva como elas contribuem para que você seja qualificado para vaga.

Por exemplo: caso você esteja se candidatando para uma vaga para o setor de qualidade é mais importante evidenciar um curso sobre certificações ISO9001, do que competências em análise de viabilidade de investimento em projetos.

3) Procure por pessoas que ocupam cargos semelhantes

O LinkedIn é uma plataforma profissional cada vez mais difundida e pode ser utilizada como base para um currículo. Por isso, procure pessoas que trabalham na empresa que você deseja ou que possuem cargos semelhantes ao que você está tentando.

Com isso, faça uma análise de quais são os cursos, competências técnicas e acadêmicas que elas mais destacam. Assim, você saberá como estruturar o seu currículo de forma mais eficiente para cada perfil de vaga.

Lembre-se que você deve mostrar que é a solução para a empresa, com isso, linkar muito bem os passos da sua trajetória aos resultados que já obteve e tem a potencializar dentro da organização.

Para finalizar, que tal desenvolver a sua rede de contatos.

Soft Skills: o que são e quais as mais procuradas

Soft Skills: o que são e quais as mais procuradas no mercado?

Entenda de uma vez por todas quais são as habilidades comportamentais mais valorizadas no mercado de trabalho

Com certeza você já ouviu falar que as organizações contratam pelo currículo e demitem pelas habilidades comportamentais e de relacionamento.

Isso quer dizer que capacidades técnicas são em muitas vezes responsáveis principais pela sua contratação, mas são as suas características comportamentais que vão definir sua trajetória dentro da empresa.

Aproveite para conferir quais os cuidados ao se posicionar no mercado de trabalho

Quando se avalia um currículo, normalmente a primeira etapa dos processos seletivos, você tem insumos sobre os conhecimentos acerca das atividades que o candidato está concorrendo. Essas são as Hard Skills. Por exemplo:

  • Graduação;
  • Cursos extracurriculares;
  • Experiências profissionais.

No entanto, isso não basta. Nas etapas seguintes, como dinâmica e entrevista, serão muito mais avaliados os traços da sua personalidade. Ou seja, suas Soft Skills.

Descubra como se preparar pra dinâmicas em grupos e entrevistas

Essas são fundamentais dentro do mercado de trabalho, principalmente em cargos de liderança. Isso ocorre porque neles a principal função do líder é lidar com outras pessoas, suas emoções, e mais que isso, com o seu próprio comportamento.

Segundo a revista Forbes, as Soft Skills mais requisitadas pelo mercado são:

  • Comunicação eficaz;
  • Pensamento crítico;
  • Resiliência;
  • Empatia;
  • Liderança;
  • Ética no trabalho.

Conheça essas, e outras habilidades que o mercado do futuro espera de você, visitando o E-book do FaçaAgora!

Mas antes de saber como evoluir nessas Soft Skills, é preciso entender como é o processo macro de desenvolvimento pessoal e profissional.


Inteligência Emocional

Ter pensamento crítico e saber reconhecer suas emoções e sentimentos com facilidade é uma grande habilidade. Por meio desse processo, que as pessoas conseguem tomar as melhores decisões e não agir impulsivamente.

Exemplo: na segunda feira, Carla e Márcio estão fazendo um projeto para ser entregue sexta. Desde então, que ela está sobrecarregada, enquanto ele não tem um bom desempenho. Quarta de manhã, Carla se irritou com Márcio, o tratando mal. Nesse mesmo dia, ela voltou para casa e refletiu sobre a situação, ficando mais calma e entendendo seus erros. Com isso, na quinta a tarde, eles conversaram e se entenderam. 

Há, usualmente três níveis de emoção:

  • Quanto tempo ela demora para se manifestar? Essencialmente, 3 dias: segunda, terça e quarta.
  • Em quanto tempo ela se manifesta? Apenas um dia: da manhã de quarta até o fim do dia.
  • Quanto tempo ela demora para se equilibrar novamente? Do fim do dia de quarta até quinta a tarde.

Perceba que não só a quantidade de dias é importante nesta situação, mas também os horários em que isso aconteceu. A manifestação ocorreu durante o dia de trabalho, sem um tempo longo de descanso, diferentemente do tempo de equilíbrio que envolveu uma noite de sono. 

Se conheça para que em situações negativas, consiga reduzir o tempo entre a manifestação da emoção e o equilíbrio.

Aplicação de Feedbacks

Na maioria das vezes, os Feedbacks tratam de questões mais comportamentais do que técnica. Eles são a melhor fonte para você entender quais são seus pontos de melhoria.

Por isso, os escute atentamente, mapeie como você pode melhorar no seu dia a dia, o quanto antes e pergunte aos seus colegas de trabalho se notaram uma evolução.

Potencialize sua maneira de dar FeedBacks

#BoraExecutar
  1. Mapeie como você reagiu em um situação passada nos três níveis de emoção;
  2. Elenque o que você gostaria de ter feito diferente;
  3. Alinhe esses pontos de melhoria aos feedbacks que recebe;
  4. Materialize esses pontos de melhoria em ações do dia a dia.

Descubra qual empresa mais combina com você

Descubra qual a empresa mais combina com você

Saiba como escolher as empresas que você deve se candidatar para processos seletivos de estágio e trainee

Quando as pessoas estão em busca de começar sua carreira ou até mesmo mudar os caminhos, o primeiro passo muitas vezes é o processo seletivo. Mas neste momento, mais do que o desespero de conseguir uma vaga, deve prevalecer a certeza de que a empresa a qual você está se candidatando te trará satisfação no trabalho.

Por isso, separamos passos para você ter mais clareza ao avaliar uma empresa e se ela faz sentido com o que você quer tanto pessoal quanto profissionalmente.

1.   Qual o tipo de negócio da empresa?

Você entende o produto ou serviço que a organização oferece? Se isso gera algum benefício para a sociedade? Se sim, ele te faz brilhar os olhos?

Um exemplo claro é a Natura. A empresa investe muito no meio ambiente e busca promover a sustentabilidade com suas operações.

Há pessoas que tem um propósito totalmente alinhado a isso e esse é um quesito que traria orgulho do lugar onde ela trabalha.


2.   Eu me alinho com a Cultura da Organização?

A Ambev, por exemplo, é uma empresa com foco em sonho grande, meritocracia e também uma hierarquia mais vertical. O estilo de liderança é bem direto em cada departamento. Essa organização tem um perfil mais formal que Startups.

Por isso, busque sempre entender como funciona a cultura na organização que você está se candidatando e veja se o ambiente se adequa ao seu estilo de vida e produtividade no dia a dia.


3.   A qual cargo estou me candidatando?

Depois de entender a organização, é necessário saber se as vagas abertas se alinham com a sua expectativa. Procure saber quais são as funções e atividades a serem desenvolvidas. Além disso, elenque quais delas você terá prazer em desenvolver.

Uma boa prática é conversar com pessoas que já trabalham na organização ou até mesmo que não trabalham mas ocupam uma vaga semelhante! Uma ótima forma de contato é usar o LinkedIn. 

Assim, fica muito mais fácil escolher a empresa que você irá se candidatar e se conseguir vaga ser feliz no trabalho. Lembre-se a empresa escolhe você e você também escolhe a empresa!

Para começar agora:

  1. Busque empresas com propósitos alinhados aos seus;
  2. Entenda o seu perfil de trabalho (formal ou informal);
  3. Saiba quais são as suas prioridades (flexibilidade, autonomia, remuneração);
  4. Alinhe expectativa da vaga com atividades que você executa bem.

Confira: A potência da Geração Z. E veja como você pode usar isso a seu favor.