Como melhorar minha oratória?

Como melhorar minha oratória?

Falar em público é motivo de nervosismo para muitas pessoas. Elas não se sentem bem com a presença de uma plateia e com o fato de serem o centro das atenções naquele momento. Porém, essa situação deve ser avaliada por outra perspectiva!

Essa momento significa um espaço de fala e de contribuição para o desenvolvimento de outras pessoas. Desde uma apresentação de trabalho acadêmico até palestras para grandes públicos, falar em público contribui para o aprendizado e compartilha o conhecimento. Vista por essa perspectiva, essa oportunidade pode ser muito melhor aproveitada.

Para você se sentir mais confiante e conseguir transformar o nervosismo de falar em público em segurança de transmitir informações, separamos 5 boas práticas fundamentais. Então, bora executar?

1. Não crie crenças limitantes

O pensamento tem um impacto muito grande sobre as nossas reações. Por isso, é muito importante que você mantenha a mente otimista. “Não posso ficar nervoso” e “se eu errar” devem ser frases evitadas.

A primeira delas faz com que o cérebro reaja ignorando o não e incorporando o nervosismo. Já a segunda, te faz criar cenas que você não gostaria de viver, causando ainda mais insegurança.

Lembre-se de que é um processo contínuo! Raramente as pessoas têm a certeza que já superaram todas as suas crenças limitantes. Por isso, valorize a sua melhora em relação ao seu eu do passado.

2. Domine o assunto

Durante uma apresentação, saber a fundo o conteúdo é fundamental. Situações como “deu branco” acontecem quando o domínio do conteúdo não é suficiente. Por isso, estude antes e trace uma linha cronológica de fala que faça sentido, isso te ajudará a não esquecer de nada.

Quanto mais se preparar, mais seguro irá se sentir. A adrenalina da fala começa alta nos primeiros momentos, mas depois disso você passa a se sentir mais confiante e confortável com a situação.

3. Treine até se sentir confiante

O cérebro humano tende a aprender mais com repetições. Por isso, vá evoluindo nas formas de treinar. Comece só para você em frente ao espelho. Depois peça amigos e familiares para assistirem à apresentação.

Uma boa sugestão é gravar para que você consiga também avaliar por outra perspectiva. Sempre se pergunte:
– O que devo manter na apresentação?
– O que devo melhorar na minha fala?
– O que não é necessário e devo tirar?

4. Mantenha uma boa postura

A coluna ereta, o queixo levemente para cima e a conexão pelo olhar são pontos importantes para se sentir mais seguro. Analise o ambiente e vá com uma roupa que se adeque a ele, mas que também seja confortável.

Além disso, a postura também trata de como o conteúdo vai ser passado.

Por exemplo: em casos de momentos mais introspectivos é necessária uma condução mais calma. Uma música ao fundo baixa ao fundo, pode ajudar!

5. A plateia aceita erros

Buscar a perfeição muitas vezes leva a maiores falhas. É importante que uma apresentação seja leve e natural. Por isso, não se preocupe com pequenos erros.

A plateia está mais interessada com o quanto vai ser uma boa experiência e o que irão aprender, do que em algumas palavras ditas erradas ou pequenos problemas técnicos, por exemplo.

Por isso, separamos um Do!Cast sobre riscos e como criar coragem e entender a necessidade de mudar, em qualquer âmbito da vida, inclusive ao falar em público!

Como mudar meus hábitos?

Como mudar meus hábitos?

De acordo com um estudo da Universidade Duke, 60% das nossas decisões diárias são realmente pensadas. Mas, e os outros 40%? São os nossos famosos hábitos!

Para mudar hábitos e construir rotinas muito mais produtivas e prazerosas confira os principais pilares nesse texto. Além disso, no final tem uma indicação para tornar a execução um processo mais assertivo!

É através das ações habituais que conseguimos ter mais constância naquilo que fazemos. Mas não se preocupe, pois, os hábitos são como os músculos e podem ser fortalecidos! Basta entender como eles são formados. Existem três pilares principais para isso:

1- Gatilho: é algo que passa os sinais para o seu cérebro que algo deve começar. Um exemplo claro é quando você chega na academia e troca sua roupa.
2- Rotina: a atividade que será sempre realizada depois do gatinho acontecer. Seguindo o exemplo: começar a malhar e fazer musculação.
3- Recompensa: é aquilo que você sente ao final da rotina. Quanto mais a recompensa for agradável, mais vontade as pessoas têm que repetir aquela ação. Pode ser o corpo mais saudável e a sensação de bem-estar.

O segredo para criar e consolidar hábitos é não focar na rotina, mas sim nos gatilhos e nas recompensas. Como isso funciona na prática?

Gatilho: Coloque horários fixos para malhar e para dormir, pois chegando próximo a eles seu corpo já entende o que irá acontecer. Além disso, associe objetos deixando o tênis e o pijama a vista.
Recompensa: A sensação de dever cumprido, o bom humor pela atividade física e o descanso, devem ser sempre lembradas. Afinal, são sensações que trazem prazer e que você quer viver de novo.

Mas para tornar esse processo mais simples, separamos algumas dicas. Então, bora executar?

1- Pequenas vitórias

A sensação de cumprir tarefas gera cada vez mais motivação, fazendo o cérebro se manter mais focado e com força de vontade para continuar. Por isso, comemore todos os dias que você for a academia e conseguir pegar no sono antes de horas nas redes sociais.

Exemplos de ações que podem te ajudar:
– compartilhar as pequenas conquistas com amigos e familiares;
– se permitir comer algo que você gosta por ter feito todo o seu ToDoList.

2- Força de vontade

A força de vontade é um músculo, você já leu isso por aqui. Então, faça suas atividades mesmo nos momentos difíceis. Se o dia está feio e chuvoso, tenha força de vontade para sair se exercitar. Depois de todo o esforço, ser cérebro terá uma recompensa muito maior, fortalecendo esse músculo.

Uma boa referência para saber mais sobre esse quesito é o livro Mindset: A Nova Psicologia do Sucesso, da autora Carol Dweck.

3- Responsabilidade

Você é responsável pelos seus hábitos, por isso você é a única pessoa capaz de muda-los. Sempre identifique os seus gatilhos, rotinas e recompensas. Ter clareza deles te fará ter mais controle sobre as suas atividades. Assim, para implementar um novo hábito ou retirar um antigo basta aumentar os gatilhos e recompensas. Para isso, a autodisciplina é fundamental.

Se você quiser saber mais, separarmos essa referência pra você: o livro o Poder do Hábito, de Charles Duhigg.

Para te auxiliar a começar a fortalecer seus hábitos hoje e não deixar para depois, confira nosso Do!Cast sobre Execução Imediata. 

Como implementar a cultura de feedback nas organizações?

Como implementar a cultura de feedback nas organizações?

Hoje em dia tanto se fala sobre feedback e sua necessidade. Mas você sabe o que é essa prática? A pergunta é importante pois muitas pessoas acreditam que apenas falar PONTOS de melhoria e reconhecer boas ações é feedback, mas essa é uma visão equivocada!

O feedback realmente é uma das melhores ferramentas para desenvolvimento profissional, mas muitas vezes é mal utilizado. A não melhoria depois de receber e dar feedbacks não é o ideal. Vamos descobrir o porquê disso acontecer?

O hábito instaurado na maior parte das organizações é apenas de dar e receber feedbacks. Mas normalmente os colaboradores não sabem a melhor maneira de fazer isso, acarretando na falta de aplicação e consequentemente não há melhora. 

A Cultura de Feedback vai muito além de avaliações de pontos positivos e de melhoria. Ela consiste na comunicação assertiva dessas questões, gerando a reversão delas em ações que busquem o desenvolvimento contínuo dos colaboradores.

Quer implementar a Cultura de Feedbacks na sua organização, mas não sabe como? Continue por aqui e bora executar!

1- Pratique a Comunicação Assertiva

Mais importante do que dar e receber feedbacks, é como isso é feito. A comunicação assertiva garante que o que se expõe é compreendido por quem escuta. Para que isso aconteça, sempre pergunte se a pessoas concordam e nunca dê feedbacks sem exemplificar quais ações que poderiam ter sido tomadas de outra maneira ou quais foram efetivas.

2- Não deixe de elogiar

Quando muitos feedbacks de pontos de melhoria são dados, mas o que há de bom não é reconhecido, pode fazer com que os colaboradores se desmotivem. Por isso, preze pelo reconhecimento das ações bem-feitas. Isso vale desde algo pequeno, como a ajuda para desenvolver uma atividade corriqueira, até tarefas complexas executadas com alto nível.

Por isso, estabeleça que pelo menos uma vez por semana irá dar um feedback positivo nos colegas de trabalho até que isso vire um hábito. Vale ressaltar que essa prática deve ser feita quando você de fato entender que a entrega foi boa!

3- Dê sugestões nos pontos de melhoria

Concordar com os pontos de melhoria nem sempre é fácil, incialmente. Quando as pessoas recebem feedbacks assim, tendem naturalmente a questionar a intenção da pessoa que fala. Por isso, mostre a sua preocupação com o desenvolvimento do colaborador.

Sempre termine a conversa ajudando o outro a traçar planos de ação frente aquilo que deve ser desenvolvido. Essa saída faz com que a conversa não se perca, tendo saídas efetivas e de mais clara aplicação. Lembre-se de se mostrar presente e disposto a ajudar quando for preciso.

4- Reconheça o progresso

Depois de traçar planos de ação ao fim dos feedbacks construtivos, note se a pessoa realmente está os aplicando. Para que ela continue motivada, sempre que perceber uma evolução reconheça.

Sugestão: estou vendo o quanto você está se desenvolvendo nesse quesito desde a nossa conversa, continue assim!

Para simplificar e ajudar na execução, preparamos um resumo de ações para você seguir:

– Busque treinamentos de comunicação assertiva para os colaboradores;
– Não perca oportunidades de elogiar bons trabalhos e atitudes;
– Se importe com o desenvolvimento dos outros e os ajude em planos de ação;
– Sempre que notar uma melhora, a reconheça!

O que o mercado de trabalho precisa?

O que o mercado de trabalho precisa?

Você já sabe que o mundo em que vivemos é volátil, então focar em aprender apenas uma habilidade pode acabar sendo uma estratégia que vai, infelizmente, fazer você se tornar um profissional obsoleto.

Mas calma! Nós estamos aqui para te ajudar!

O foco hoje em dia deve ser muito mais em habilidades comportamentais do que habilidades técnicas em si, ou seja, de nada adianta saber tudo sobre construção de prédios se você não sabe gerir sua equipe de engenheiros.

Afinal os processos construtivos estão em constante mudança, mas pessoas sempre serão pessoas e você deve saber geri-las.

Mas cuidado! Também não adianta você esquecer completamente a parte técnica e simplesmente ficar lendo 30 livros de desenvolvimento pessoal por ano.

Você deve ter equilíbrio. E como fazer isso?

O mercado de trabalho exige a aprendizagem permanente e a solução é entender o que é o conhecimento em T. Com este método você aproveita ao máximo para se desenvolver tanto tecnicamente com o foco na sua área quanto comportamentalmente para se manter competitivo frente ao mercado de trabalho.

Então vamos às 4 principais habilidades requeridas no mercado atualmente:

1. Criatividade

Atualmente estamos na indústria 4.0 e estamos vivendo, literalmente, uma revolução. Novos estilos de vida surgem todo dia e, com eles, novos problemas a serem resolvidos. Portanto fica claro que um profissional criativo naturalmente se destaca, pois consegue elaborar soluções sólidas para os problemas que surgem e impulsiona a inovação em sua organização.

2. Produtividade

Em um mundo de constante mudança é natural que surjam um milhão de demandas ao mesmo tempo que um fluxo de informação avassalador nos ataca enquanto tentamos cumprir nossas tarefas. Por isso produtividade é tão importante.

É com ela que você consegue entregar todas as suas demandas, receber e transmitir informações de forma clara, ao mesmo tempo que para você e para quem você ama. Sempre lembrando que produtividade é a ferramenta e não o objetivo!

3. Aprendizagem permanente

Antigamente você podia contar com uma certa constância no mercado. O que você aprendeu hoje talvez fosse algo válido para ser aplicado ao longo de 20 anos. Isso mudou.

As inovações ocorrem de forma constante no mundo contemporâneo e a forma como as empresas funcionam muda o tempo todo, logo as habilidades que elas precisam também! E não adianta ficar o dia todo consumindo conteúdo se não colocar em prática para realmente gerar resultado.

4. Empatia

“60% de todos os problemas das empresas resultam de falhas na comunicação” – Peter Drucker.

E o que isso tem haver com empatia? Como foi falado no tópico de produtividade, comunicação é algo essencial no mundo que vivemos, pois o fluxo de informação se dá de forma acelerada ao longo de todo o dia e a mudança se torna uma constante.

Em meio a esse mundo volátil é essencial que você consiga focar nas pessoas ao seu redor, se conectar com elas e estabelecer uma boa comunicação com a sua equipe. E é através da empatia você consegue tudo isso!

Feedback: a eficaz maneira de desenvolver pessoas e organizações

Feedback: a eficaz maneira de desenvolver pessoas e organizações

Enquanto os advogados possuem as leis, os médicos os estetoscópios e os engenheiros suas calculadoras, quem trabalha em negócios tem a mais preciosa ferramenta: o Feedback.

Nesse momento você deve estar se perguntando, mas como essas ferramentas se comparam ao feedback?

É nesse ponto que vamos chegar!

Nessa área, nada mais importante do que a evolução pessoal e profissional para que uma organização alcance seus objetivos e os colaboradores estejam satisfeitos. É por isso que o feedback se torna tão essencial. Por meio dele é possível avaliar pontos fortes e fracos, além de notar gaps onde é necessário se desenvolver.

Uma pesquisa recente da Gallup Poll, uma empresa de pesquisa de opinião dos Estados Unidos, detectou que apenas 26% dos colaboradores concordam realmente com os feedbacks que recebem e os usam como insumos de melhora para o seu trabalho.

Você imagina a causa disso?

A falta de efetividade na transmissão dos feedbacks é a principal delas.

Como as pessoas dão Feedbacks?

Usualmente, existem dois grupos de características do modo como as pessoas dão feedbacks.

O primeiro deles é uma forma tão indireta e suave que quem escuta nem mesmo reconhece que está ouvindo um feedback naquele momento.

Por outro lado, existem pessoas muito diretas que ao falarem quem as escuta se sente na defensiva. O estado de defesa faz com que os indivíduos passem a não mais se preocupar com o conteúdo da fala, mas sim se há algo por trás daquela colocação. Esse grupo de pessoas pode causar reações adversas em quem está recebendo o feedback, sendo a mais comum delas a replica com feedbacks inconsistentes por exemplo.

Então, vamos agora aprender 3 atitudes que façam com que qualquer mensagem difícil de se transmitir seja passada de forma clara e sem nenhuma barreira!

1) Comece por um sim!

Outra atividade de autoconhecimento, é saber definir onde você quer chegar. Para isso, conheça o que te faz feliz e quais atividades te dão prazer e motivação em executar. Assim, você começará a traçar a resposta para famosa pergunta: onde você quer estar daqui alguns anos?

Definindo seus objetivos, você terá mais clareza de quais ações devem ser feitas no presente para que eles sejam alcançados. Nos levando para o próximo passo: traçar metas.

2) Exemplifique!

Ao invés de tratar os assuntos de forma separada, junte-os com atitudes da própria pessoa. Um exemplo bem claro de como fazer isso é ao invés de falar “você não cumpre os prazos”, diga “nós combinamos que você me entregaria o projeto até ontem, mas ele ainda não chegou às minhas mãos.“

Com a exemplificação clara, quem está recebendo o feedback passa a notar em suas atitudes o que deve melhorar, sendo isso fundamental para que ela repense suas ações antes de faze-las de novo.

3) Pergunte!

Os melhores Feedbacks são acompanhados de uma pergunta ao final. Isso significa que ao terminar de apresentar seus pontos e exemplifica-los, pergunte o que a pessoa com quem você está conversando entendeu. “Isso foi o que pensei que devemos fazer, mas o que você pensa sobre o que conversamos?”ou “Como você vê essa situação? Tem alguma outra ideia?” são boas questões para se terminar o processo de dar um feedback.

Essa é uma forma de desenvolver soluções conjuntas, as quais contam tanto com a opinião de quem dá o feedback quanto de quem o recebe.

Agora é com você! Comece hoje a dar os feedbacks que já foram dados aplicando essas práticas e você verá o resultado.

Eae, bora executar?

Como construir um plano de carreira pessoal?

Como construir um plano de carreira pessoal?

Você sabe onde quer estar daqui 5 anos? E daqui 10 anos? Você sabe quais são os passos que devem ser dados hoje para que isso aconteça? A resposta da última pergunta é o que determina se você alcançará os objetivos das duas primeiras. Por isso, um plano de carreira pessoal é tão importante.

Em muitos processos seletivos, o entrevistador questiona sobre os desejos profissionais do(a) candidato(a). Essa prática busca entender se a pessoa está focada em objetivos a serem alcançados e sabe como deve se desenvolver para que isso aconteça. Além de entender se tudo isso está alinhado com o que a empresa pode te oferecer.

Você sabe onde quer estar daqui 5 anos? E daqui 10 anos? Você sabe quais são os passos que devem ser dados hoje para que isso aconteça? A resposta da última pergunta é o que determina se você alcançará os objetivos das duas primeiras. Por isso, um plano de carreira pessoal é tão importante.

Em muitos processos seletivos, o entrevistador questiona sobre os desejos profissionais do(a) candidato(a). Essa prática busca entender se a pessoa está focada em objetivos a serem alcançados e sabe como deve se desenvolver para que isso aconteça. Além de entender se tudo isso está alinhado com o que a empresa pode te oferecer.

1. Qual a sua situação atual?

Antes de saber para onde ir, é importante saber onde você está. Analise qual a sua ocupação atual e o quanto você está satisfeito com ela. Além disso, também faça uma análise sobre as atividades do seu dia, elenque quais são as que te dão mais prazer e as que você não se interessa tanto.

Esse exercício também deve ser feito por quem ainda não teve contato direto com o mercado de trabalho. Mas o foco deve se alterar, sendo maior nas habilidades que você possui e as que deve desenvolver.

Essa é uma prática de autoconhecimento que deve ser realizada diversas vezes ao longo de sua carreira. Os planos são mutáveis, por isso é sempre importante que seus objetivos sejam reavaliados.

2. Onde você quer chegar?

Outra atividade de autoconhecimento, é saber definir onde você quer chegar. Para isso, conheça o que te faz feliz e quais atividades te dão prazer e motivação em executar. Assim, você começará a traçar a resposta para famosa pergunta: onde você quer estar daqui alguns anos?

Definindo seus objetivos, você terá mais clareza de quais ações devem ser feitas no presente para que eles sejam alcançados. Nos levando para o próximo passo: traçar metas.

3. Quais metas tenho que cumprir no curto prazo?

Depois de entender com clareza quais são os seus objetivos, passe a destrincha-los em ações que podem ser realizadas nessa semana, nesse mês para contribuir para alcançar o almejado. Mapeie as competências que você precisa desenvolver, as entregas que precisa fazer, caso já esteja trabalhando. Se o primeiro passo for entrar no mercado de trabalho, estude sobre comportamento em entrevistas, dinâmicas e as empresas que você quer se candidatar.

É importante lembrar que as metas devem ser construídas periodicamente, pois elas sempre se renovam. Elas também têm que ter prazos para serem cumpridas!

4. Como me desenvolver?

Depois de traçar metas, é importante executa-las. Pesquise sobre os melhores cursos nas competências, busque por pessoas que alcançaram objetivos parecidos com o seu para conversar e entender a sua trajetória.

Se mesmo assim ainda tá confuso, temos os primeiros passos pra você:

BORA EXECUTAR:

1) Saiba quais atividades você gosta de executar;
2) Elenque as tarefas que você tem menos prazer em fazer;
3) Foque no cargo que você almeja chegar;
4) Desenvolva as competências necessárias;
5) Trace metas e as acompanhe;
6) Acesse o Do!Cast e #BoraExecutar!

Você já usou alguma dessas aplicadas para desenvolver seu plano de carreira? Se quiser saber mais, entre em contato com a gente!

Dinâmica de grupo: Entenda como funciona e como se preparar

Dinâmica em grupo? Entenda como funciona e como se preparar

A dinâmica de grupo é uma das etapas mais comuns em processos seletivos, mas isso não diminui a ansiedade e o nervosismo de quem passa por ela! Por ser uma situação desconhecida e exigir que as ações sejam improvisadas, essa fase causa muito desconforto nos participantes por não saberem objetivamente quais aspectos serão avaliados. E esse é o grande motivo da sua grande utilização.

Se você está passando por esse momento ou quer saber um pouco mais, continue por aqui!

Para quem recruta, esse cenário abre possibilidades infinitas de testes de personalidade, comportamento e até de habilidades técnicas. Não há como negar que por mais que alguém se prepare, ainda assim o fator surpresa continuará existindo. Mas há como melhorar sua performance e garantir que você chegue mais confiante para essa etapa!

Por isso, o FaçaAgora! te mostra 5 passos se sentir mais seguro em uma dinâmica de grupo de processo seletivo!

1. Busque o equilíbrio na participação

As pessoas têm a falsa impressão de que quanto mais contribuições der, melhor serão avaliados e esquecem do desenvolvimento conjunto do que foi proposto na dinâmica. Por isso, a opinião de todos é muito importante para a construção. Ao se expressar demais, muitas pessoas acabam tirando espaço de fala de outras.

No entanto, para o outro lado da moeda também é válida a atenção. O equilíbrio na participação também deve ser buscado para quem é tímido ou tem vergonha de se colocar. Para os avaliadores é importante ver individualmente o trabalho e o posicionamento de cada um. Para que isso ocorra, não deixe de expressar suas ideias e contribuir.

2. Pergunte se os outros concordam

A avaliação do trabalho em grupo é a única certeza dessa fase. Por isso, é importante expor suas ideias, mas sempre buscar valida-las com os outros participantes. Isso instiga a construção em conjunto das ações e mostra o seu sentido colaborativo. Apesar de ser uma etapa em que as pessoas são concorrentes, ela deve ser feita uns com os outros, buscando o bom desempenho da equipe como um todo.

3. Ajude e seja receptivo

Caso você entenda que algum dos colegas de grupo se encontra perdido ou ainda não consegue se expressar, direcione a sua atenção para ele. Mostrar prontidão para ajudar e ser receptivo com os outros demonstra a sua preparação para o trabalho em grupo.

A pessoa que está participando da dinâmica precisa focar na mensagem e se atentar ao que é pedido. Qual o objetivo da dinâmica e qual resultado é esperado? Isso é fundamental para usar do trabalho em equipe pra chegar nesse objetivo explorando o potencial de todos do grupo.

4. Estude sobre a empresa

Em todas as etapas do processo seletivo conhecer bem a empresa pode ser um grande diferencial. Na dinâmica em grupo não é diferente! Essa é uma oportunidade para mostrar que você compartilha valores da empresa. Caso os valores da empresa seja, por exemplo, a proatividade, o trabalho em grupo ou a inovação isso será avaliado durante essa fase.

5. Trabalhe o autoconhecimento

O autoconhecimento é fundamental em um processo seletivo, mas é muito lembrado apenas na fase das entrevistas. Responder perguntas como “onde você espera estar daqui 10 anos” ou “por que você é a pessoa ideal para essa vaga” é muito importante, mas se conhecer também é essencial na etapa da dinâmica.

É nessa fase que a sua interação será colocada a prova, por isso saiba em quais cenários você se dá melhor e quais são os gatilhos que podem te fazer agir de maneira inadequada. Por fim, pense em como conseguir reverter isso e fazer com que essas situações não afetem o seu desempenho.

BORA EXECUTAR:

1) Não deixe de contribuir;
2) Dê espaço para os outros participantes;
3) Peça opinião;
4) Seja receptivo e inclusivo;
5) Conheça a empresa;
6) Trabalhe o autoconhecimento.

Como me preparar para um processo seletivo?

Como me preparar para um processo seletivo?

Muitas empresas utilizam o Processo Seletivo como porta de entrada para novos colaboradores. Atualmente, é muito difícil encontrar etapas padrões utilizadas por todos os recrutadores. No entanto, não se desespere!

Por mais que as etapas sejam diferentes, elas normalmente buscam avaliações sobre aspectos em comum. Nesse momento, a organização quer entender o candidato desde a ótica da formação técnica, analisada por currículos ou desafios; até o seu comportamento, como em dinâmicas e testes de perfil.

E por isso, temos 6 dicas de como se preparar para qualquer processo seletivo!

1- Trabalhe o autoconhecimento

Antes mesmo de saber mais sobre a organização que você quer se candidatar, é importante se conhecer. Nesse momento, alguns exercícios podem te ajudar:

– Pergunte para as cinco pessoas mais próximas a você como elas te descreveriam, pegue tanto os lados positivos quanto os negativos.

– Elenque quais foram os maiores desafios que você já passou, podendo ser pessoais ou profissionais. Com isso, saiba os passos que utilizou para supera-los.

– Prepare uma apresentação sobre você com os principais pontos da sua história e que te descreva para qualquer pessoa em poucos minutos.

2- Conheça a empresa que você quer trabalhar

Depois de se conhecer melhor, analisar a empresa é o principal passo. É aqui que você conseguirá entender se ela realmente pode te ajudar a chegar aos seus objetivos e se para você faz sentido ser parte daquela organização. Entenda minimamente o que a empresa faz, o mercado em que ela está situada e também suas diferenças para os principais concorrentes.

Depois disso, busque sobre a missão, a visão e os valores da organização, como no próprio site e mídias sociais, ou até mesmo no LinkedIn.

3- Analise o Dress Code da empresa

O Dress Code é um código de vestimenta em que as pessoas seguem no ambiente de trabalho. Exemplo clássicos e extremos são os bancos e empresas de tecnologia (como a Google). No primeiro deles, os colaboradores vão ao trabalho com roupas formais, ternos femininos e masculinos, saias mais longas, gravatas, sapatos elegantes. Já no segundo, as pessoas têm a liberdade de usarem tênis, sandálias, roupas mais confortáveis.

Por isso, é fundamental entender como é o Dress Code da empresa a qual você está se candidatando. Ao chegar no ambiente da empresa com a roupa certa, o recrutador tem a primeira impressão de alguém já alinhado com a cultura da empresa.

Por exemplo: candidatos para a Ambev ou para o FaçaAgora! podem usar tons azul e de roxo, respectivamente, em uma blusa de forma discreta.

4- Se atente para a linguagem corporal

Em etapas presenciais, esse é um dos pilares para ser visto com bons olhos pelos recrutadores. A linguagem corporal por muitas vezes traz à tona aquilo que tentamos não demonstrar nos processos seletivos: como nervosismo e timidez. Exemplos comuns são: a alta frequência de toques no rosto, mãos tremulas e até mesmo falhas na voz.

Para evitar que isso aconteça, tente manter a postura mais relaxada, com as costas retas, ombros para trás e mantenha o contato visual. Não mexa os pés ou a cadeira. Dessa forma, você consegue passar mais segurança e credibilidade, ajudando no seu desempenho.

5- Cuidado com a linguagem verbal

A comunicação assertiva é uma a soma de uma boa oratória com um bom posicionamento corporal. A linguagem falada é de extrema importância nas fases como entrevistas e dinâmicas. Sempre evite gírias e expressões muito informais, pois elas podem ser entendidas como falta de profissionalismo.

Quando você estiver treinando para as etapas, uma boa dica é sempre escrever o que for falar em um rascunho. Mas treinar em frente ao espelho ou com outras pessoas sem utiliza-lo. Isso reduz as chances de você ficar tentando lembrar o que está escrito e aumenta a sua linha de raciocínio sobre o que te foi perguntado. Ou seja, esse processo soa muito mais natural.

6- Se venda como a solução

Quando uma organização abre processos seletivos significa que ela está em busca de solucionar problemas ou empasses internos. Isso pode ser desde aumentar a sua capacidade produtiva, até desenvolver novas frentes e áreas. Por isso, ao analisar a vaga a qual você está se candidatando entenda suas funções e faça perguntas sobre ela sempre que sentir necessidade.

É preciso que você entenda como pode contribuir naquele cargo, para que o recrutador, além das suas competências técnicas e comportamentais, veja como elas podem ser aplicadas no dia a dia da empresa.

Observação: não tenha medo de fazer perguntas! Elas demonstram seu interesse sobre a empresa e a vaga.

Mas por fim, uma dica bônus: não crie uma personagem para participar de qualquer processo seletivo. Além de não ser efetivo, pode atrapalhar um bom match entre você e a empresa! Seja você!

4 hábitos para desenvolver a Inteligência Emocional

4 hábitos para desenvolver a Inteligência Emocional

No dia a dia, nem sempre é fácil controlar as reações frente aquelas situações inesperadas. Mas isso é fundamental para a qualidade da vida pessoal e dos relacionamentos. Por isso, a Inteligência Emocional ganha cada vez mais espaço e é considerada uma das principais habilidades profissionais do mundo moderno.

A inteligência emocional é o fator que mais influencia seu desempenho no mercado de trabalho. A presença dessa habilidade explica 58% do sucesso de profissionais em todos os tipos de postos de trabalho, segundo a consultoria TalentSmart.

Ao se deparar com um engarrafamento, uma meta não batida, uma má notícia ou até um momento de constrangimento, como você reage? Essas são circunstancias comuns da rotina, mas refletem muito sobre o seu nível de Inteligência Emocional.

Para Daniel Goleman, esse conceito é a balança entre o racional e emocional. Seus dois pilares são: 
– Compreender como as emoções ocorrem dentro de você e na sua relação com as pessoas. 
– Entender a sua reação frente às situações e transforma-las em resposta ,ou seja, ação controlada.

Se você quer saber como desenvolver a Inteligência Emocional, separamos 4 hábitos para aplicar no dia a dia. Bora executar?

1. Desenvolva a autoconsciência

A Inteligência Emocional se molda na soma da identidade com a reputação. Significa que quanto mais você se identifica com o que as pessoas dizem sobre você, maior seu nível de inteligência emocional. Isso acontece porque as pessoas que tem uma visão mais realista de seus pontos fortes e fracos possuem um discernimento melhor das suas atitudes.

Para desenvolver a autoconsciência, voltar os olhos para a sua Marca Pessoal e  o seu Autoconhecimento.

Um exercício simples, mas muito eficaz é listar suas 3 principais características, assim como 3 pontos fortes e fracos. Após isso, peça para pessoas próximas a você e de diferentes ciclos fazerem o mesmo. Compare se o que você escreveu se parece como os outros te descreveram.

2. Pratique a empatia

O termo empatia se trata de entender o outro. Desde suas atitudes, até seus sentimentos. Esse fator é fundamental para que as relações sejam melhores e mais amigáveis. Sempre pense antes de fazer ou dizer algo: Como eu reagiria se isso acontecesse comigo? Essa pessoa também se sentiria dessa forma?

Uma boa prática é pedir feedbacks dos seus feedbacks. Assim você entenderá com mais clareza se falou da melhor forma e como pode aprimorar nas próximas conversas.

Para usar a empatia como aliada para conversas mais assertivas, acesse nosso conteúdo sobre Feedbacks.

3. Seja humilde

Complementando a empatia, a humildade é um quesito fundamental para o processo. Pois é a partir do reconhecimento de posturas erradas e ações impulsivas, que as pessoas passam a querer melhorar. Sendo isso o estopim para a aceitar feedbacks, autocríticas e traçar planos para se desenvolver.

4. Transforme reações, em respostas

Quando você coloca a mão em algo quente, você reage tirando logo. Isso é instantâneo e não envolve um raciocino consciente. Em situações de perigo, é normal que o corpo seja impulsivo para se defender. Mas as relações isso deve ser ao máximo evitado.

As reações normalmente são espontâneas, mas a Inteligência Emocional está em saber controla-las. Por isso, responder é a melhor opção, já que é um processo consciente que leva em consideração a autoconsciência, a empatia e a humildade. Sendo assim, as respostas geram impacto assertivo, sem agressão e prezando por uma mensagem clara, mas que será bem absorvida por quem a escuta.

Mesmo em situações que você se coloca em posições altamente reativas, pense antes de agir.

Por exemplo: em um confronto de ideias onde a outra parte não permite que você exponha e conclua seu pensamento, não tente falar ao mesmo tempo. Espere, a escute e peça um momento de fala. Assim, você estará dando uma resposta que melhorará a situação e o clima.

Quer saber quais são outras habilidades que você deve desenvolver para fortalecer a Inteligência Emocional e se destacar no mercado de trabalho? Acesse o ebook sobre as 10 Habilidades do Futuro e descubra agora!